{"id":92,"date":"2006-04-03T14:44:19","date_gmt":"2006-04-03T14:44:19","guid":{"rendered":"http:\/\/www.conferenciaepiscopal.pt\/v1\/?p=92"},"modified":"2014-07-20T16:07:29","modified_gmt":"2014-07-20T16:07:29","slug":"as-ordens-e-as-congregacoes-religiosas-em-portugal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.conferenciaepiscopal.pt\/v1\/as-ordens-e-as-congregacoes-religiosas-em-portugal\/","title":{"rendered":"As Ordens e as Congrega\u00e7\u00f5es Religiosas em Portugal"},"content":{"rendered":"<p>Nota Pastoral da Confer\u00eancia Episcopal Portuguesa a prop\u00f3sito dos 50 anos da CNIR e da FNIRF\u0000 <!--more--> 1. Completaram-se em 2004 cinquenta anos de aprova\u00e7\u00e3o, pela Santa S\u00e9, da Confer\u00eancia Nacional dos Institutos Religiosos Masculinos (CNIR) e da Federa\u00e7\u00e3o Nacional dos Institutos Religiosos Femininos (FNIRF).  Muitas e v\u00e1lidas iniciativas no plano nacional foram realizadas em comum, por estes organismos, ao longo destes cinquenta anos. Est\u00e1 em in\u00edcio uma nova estrutura que, respeitando a autonomia de cada um, permitir\u00e1 actualizar e viabilizar, no contexto actual, a maior colabora\u00e7\u00e3o de ambos, tanto no campo da forma\u00e7\u00e3o, como do apostolado que lhes \u00e9 pr\u00f3prio e, tamb\u00e9m, da sua participa\u00e7\u00e3o na pastoral org\u00e2nica das Igrejas Particulares ou diocesanas, em Portugal ou em terras de miss\u00e3o.    O jubileu, agora celebrado, d\u00e1-nos motivo e ocasi\u00e3o para esta Nota Pastoral que, esperamos, possa chegar a todas as comunidades crist\u00e3s. Deste modo, procuramos ajud\u00e1-las, para que tenham uma maior compreens\u00e3o e apre\u00e7o pela vida religiosa e se sintam estimuladas a colaborar na promo\u00e7\u00e3o das voca\u00e7\u00f5es de consagra\u00e7\u00e3o. \u00c9 tamb\u00e9m uma mensagem amiga, express\u00e3o de gratid\u00e3o e de estima, dirigida a todos os religiosos e religiosas de Portugal, que queremos estimular sempre mais na sua fidelidade e na disponibilidade para com Deus e os irm\u00e3os.  2. A vida consagrada, n\u00e3o se esgotando nos religiosos e religiosas, pois que h\u00e1 tamb\u00e9m leigos consagrados em institutos seculares e noutras formas can\u00f3nicas aprovadas pela Igreja, tem no passado e no presente a sua express\u00e3o mais alargada e conhecida nos religiosos, homens e mulheres chamados por Deus e que respondem ao convite do seguimento radical de Jesus Cristo, os quais, professando publicamente os conselhos evang\u00e9licos, imitam a Sua vida, procuram viver em cada dia o esp\u00edrito das bem-aventuran\u00e7as, constituem comunidades fraternas, e testemunham, em ordem \u00e0 constru\u00e7\u00e3o plena do Reino, o absoluto de Deus e a transitoriedade das coisas criadas. As suas vidas t\u00eam, assim, uma especial dimens\u00e3o carism\u00e1tica e prof\u00e9tica que vem enriquecendo a Igreja ao longo da hist\u00f3ria e multiplicando, entre os seus membros, o n\u00famero de santos canonizados. O testemunho de vida dos religiosos e das religiosas constitui um apelo \u00e0 santidade que anima o crescimento espiritual de muitos leigos crist\u00e3os, tantas vezes an\u00f3nimos.  O servi\u00e7o que os religiosos e as religiosas prestam \u00e0 Igreja, na diversidade dos seus carismas fundacionais e na pluralidade e complementaridade dos seus minist\u00e9rios, bem como no testemunho vis\u00edvel das suas vidas, constitui uma riqueza imensa para bem do povo de Deus e at\u00e9 da comunidade humana. Alguns exemplos menos positivos, que tamb\u00e9m os houve na hist\u00f3ria, n\u00e3o ofuscam nem minimizam em nada a riqueza imensa deste dom de Deus \u00e0 Igreja, que \u00e9 a vida religiosa.  3. Queremos, neste momento e por este modo, recordar e assinalar, com gratid\u00e3o e admira\u00e7\u00e3o, o que a Igreja em Portugal deve aos religiosos e religiosas, pelo seu trabalho e zelo em tempos passados e, actualmente, pela sua ac\u00e7\u00e3o di\u00e1ria, percorrendo, ontem e hoje, os caminhos do Evangelho vivo que Jesus proclamou.  S\u00e3o muitos os marcos hist\u00f3ricos a assinalar, durante s\u00e9culos, de modo eloquente, a vida e a ac\u00e7\u00e3o dos religiosos e religiosas nos seus conventos e comunidades, espalhados de norte a sul. Para al\u00e9m do apostolado realizado, que deixou ra\u00edzes em muitas gera\u00e7\u00f5es e por todo o pa\u00eds, temos ainda a record\u00e1-los a arte das suas igrejas, a riqueza das suas bibliotecas, a tradi\u00e7\u00e3o da sua cultura e zelo, a sua ac\u00e7\u00e3o transformadora junto das popula\u00e7\u00f5es rurais. A espolia\u00e7\u00e3o dos bens, casas e obras de arte, que atingiu a Igreja em Portugal nos s\u00e9culos XIX e XX, que enriqueceu o Estado de im\u00f3veis monumentais e encheu os seus museus de valiosas obras de arte, atingiu, de um modo especial, as ordens e congrega\u00e7\u00f5es religiosas.  Muitos destes bens a\u00ed est\u00e3o, para que gente sem preconceitos possa reconhecer a sua origem e sentido e usufruir da riqueza de um patrim\u00f3nio hist\u00f3rico e art\u00edstico, que n\u00e3o se entender\u00e1 sen\u00e3o na sua refer\u00eancia \u00e0 ac\u00e7\u00e3o pastoral e cultural da Igreja nas dioceses e institui\u00e7\u00f5es religiosas. Muitos bispos portugueses do passado foram religiosos e ter\u00e3o sempre lugar na hist\u00f3ria de Portugal, com reconhecido m\u00e9rito, pelo testemunho da sua santidade, cultura e ac\u00e7\u00e3o eficaz na evangeliza\u00e7\u00e3o e na promo\u00e7\u00e3o das popula\u00e7\u00f5es que eles serviram.   4. Actualmente encontramos os religiosos e religiosas activos no campo da cultura, educa\u00e7\u00e3o, comunica\u00e7\u00e3o social, sa\u00fade, no cuidado dos mais pobres, na entrega abnegada a crian\u00e7as e adolescentes, na dedica\u00e7\u00e3o, sem limites, aos idosos das institui\u00e7\u00f5es, na entrega di\u00e1ria a doentes do foro ps\u00edquico, no acolhimento privilegiado aos jovens de todas as condi\u00e7\u00f5es, na assist\u00eancia e promo\u00e7\u00e3o das fam\u00edlias mais vulner\u00e1veis e fragilizadas.  Encontramos religiosos e religiosas por esse mundo al\u00e9m, no acolhimento e ajuda espiritual e fraterna aos emigrantes portugueses e, tamb\u00e9m, aos imigrantes que, rapidamente e nem sempre nas melhores condi\u00e7\u00f5es, vieram at\u00e9 n\u00f3s e se espalharam por todas as nossas dioceses. Encontramo-los activos em in\u00fameras par\u00f3quias, nas catequeses, na anima\u00e7\u00e3o lit\u00fargica das assembleias dominicais, na forma\u00e7\u00e3o dos agentes pastorais, na aten\u00e7\u00e3o dialogante aos dinamismos sociais hoje mais determinantes. Encontramo-los ainda, com o ardor que lhes vem de um grande amor dedicado \u00e0 causa mission\u00e1ria, a partir, cada ano, para os mais variados campos de miss\u00e3o, e a animar projectos que entusiasmem e comprometam jovens e adultos, a responder, de diversos modos, \u00e0 urg\u00eancia da evangeliza\u00e7\u00e3o. \u00c9 na pluralidade das situa\u00e7\u00f5es humanas e sociais mais preocupantes e marcadas pelas maiores necessidades, que surgiram e continuam a surgir os carismas fundacionais, mostrando o cuidado e o carinho de Deus para com todos. Estes carismas s\u00e3o abra\u00e7ados e seguidos depois, ao longo dos tempos, por jovens e adultos que se sentem chamados a seguir Jesus na peugada dos seus fundadores, e estimulados, diariamente, pelo seu generoso testemunho, a responder a iguais situa\u00e7\u00f5es e car\u00eancias humanas, sociais e eclesiais.  5. Uma palavra especial nos merecem, neste momento, os religiosos e religiosas das ordens contemplativas. Menos conhecidos e, porventura, menos compreendidos por alguns sectores das nossas comunidades que nunca tiveram e n\u00e3o t\u00eam a gra\u00e7a de conhecer de perto a sua miss\u00e3o, eles constituem uma parte muito rica e enriquecedora da vida da Igreja em Portugal.  O seu testemunho p\u00f5e em realce a voca\u00e7\u00e3o contemplativa que existe em cada um de n\u00f3s, filhos de Deus. Muitas vezes essa voca\u00e7\u00e3o fica abafada pelos cuidados da vida, que reduzem tudo \u00e0 dimens\u00e3o humana e temporal e dificultam a procura desse essencial pelo qual os nossos cora\u00e7\u00f5es anseiam. Os religiosos de vida contemplativa constituem, neste contexto, uma poderosa interpela\u00e7\u00e3o e um testemunho prof\u00e9tico.  Pelo seu testemunho de dedica\u00e7\u00e3o e fidelidade \u00e0 sua voca\u00e7\u00e3o, vai-se tornando mais sens\u00edvel e estimulante para muitos crist\u00e3os o reconhecimento do absoluto de Deus, que preenche as suas vidas de consagrados e que cada dia os compromete mais na adora\u00e7\u00e3o, no louvor, na ac\u00e7\u00e3o de gra\u00e7as e na cont\u00ednua  intercess\u00e3o, em esp\u00edrito de doa\u00e7\u00e3o.  Todos os Bispos se sentem felizes quando t\u00eam, nas suas dioceses, conventos ou mosteiros de contemplativos. A\u00ed se encontram homens ou mulheres, interiormente livres, que se sentiram chamados a ser os permanentes da ora\u00e7\u00e3o, as sentinelas atentas aos apelos de Deus e das pessoas, os volunt\u00e1rios, alegres e serenos, de uma doa\u00e7\u00e3o cheia do maior sentido que pode ter a vida de um crente, quando recebeu a gra\u00e7a de poder tratar a Deus como Pai e de se entregar, incondicionalmente, ao Seu des\u00edgnio salvador.  6. Nas ordens e congrega\u00e7\u00f5es religiosas, tal como nas nossas dioceses, nota-se alguma crise em rela\u00e7\u00e3o a novas voca\u00e7\u00f5es. N\u00e3o faltam jovens nas nossas comunidades crist\u00e3s e t\u00eam-se multiplicado os cuidados pastorais em seu favor. Vemos muitos deles empenhados em movimentos apost\u00f3licos, participando em actividades de forma\u00e7\u00e3o, espiritual e teol\u00f3gica, ligados, como volunt\u00e1rios, a projectos de solidariedade, respondendo, nas suas comunidades, aos apelos que lhes s\u00e3o feitos. Mas s\u00e3o ainda poucos os que  abrem o cora\u00e7\u00e3o aos apelos de Deus para irem mais al\u00e9m, quer na vida sacerdotal, quer na vida religiosa ou noutra forma de consagra\u00e7\u00e3o. Tem de se intensificar o esfor\u00e7o pastoral em rela\u00e7\u00e3o ao aprofundamento da f\u00e9 e \u00e0 viv\u00eancia evang\u00e9lica por parte dos jovens. Temos de fazer propostas directas de seguimento radical de Jesus Cristo aos que j\u00e1 as podem entender e convid\u00e1-los a responder com sinceridade e liberdade interior. H\u00e1 que acreditar que a media\u00e7\u00e3o da Igreja, expressa atrav\u00e9s dos seus primeiros respons\u00e1veis, dos seus membros activos e das suas comunidades, \u00e9 indispens\u00e1vel para o bom \u00eaxito da pastoral vocacional. Cada dia h\u00e1 que estimular nos crist\u00e3os e nas comunidades o apre\u00e7o pela vida sacerdotal e pela vida consagrada, e reflectir, serenamente, com os jovens crist\u00e3os das par\u00f3quias e grupos juvenis, as diversas propostas, para o presente e para o futuro, que Deus lhes pode fazer, para seu bem, para bem da Igreja e para o servi\u00e7o dedicado aos outros.    7. N\u00e3o obstante as suas muitas tarefas e trabalhos apost\u00f3licos, os religiosos e as religiosas, como muito a prop\u00f3sito nos recorda Paulo VI (Exorta\u00e7\u00e3o Apost\u00f3lica Evangelii Nuntiandi, n\u00ba 69), t\u00eam no seu ser de consagrados um meio privilegiado de evangeliza\u00e7\u00e3o. Nas par\u00f3quias onde existem comunidades religiosas disponham-se os seus membros, mais do que a substituir os leigos nos trabalhos apost\u00f3licos, a colaborar na sua forma\u00e7\u00e3o e a estimul\u00e1-los, pelo testemunho da sua vida pessoal e comunit\u00e1ria, a prosseguirem nos caminhos da santidade, na disponibilidade para o servi\u00e7o aos irm\u00e3os e na viv\u00eancia comunit\u00e1ria. Muitos desafios, de cariz evangelizador, se p\u00f5em cada dia \u00e0 Igreja, quer a partir da sociedade e das pessoas concretas, quer das suas pr\u00f3prias comunidades. A resposta a todos estes desafios deve ser dada por todos, de modo org\u00e2nico, na unidade e riqueza dos m\u00faltiplos carismas e na complementariedade dos minist\u00e9rios e servi\u00e7os que a comunidade realiza. Esta doutrina tem sido desenvolvida e apresentada em muitos documentos do magist\u00e9rio eclesi\u00e1stico destinados a toda a Igreja, os quais, muitas vezes, n\u00e3o chegam sequer ao conhecimento dos crist\u00e3os e mesmo de muitos dos mais respons\u00e1veis. Por isso mesmo somos, de quando em quando, surpreendidos pela ignor\u00e2ncia em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 vida religiosa.   8. Os religiosos, como os demais consagrados, constituem uma parte importante e com especial significado da comunidade eclesial, a cuja comunh\u00e3o preside o Bispo Diocesano. Por for\u00e7a do carisma episcopal, do poder sagrado que recebeu na ordena\u00e7\u00e3o e se traduz num servi\u00e7o cont\u00ednuo e indispens\u00e1vel ao Povo de Deus e, ainda, do encargo de conduzir, em nome de Cristo, a Igreja particular que lhe foi confiada, o Bispo \u00e9 o princ\u00edpio e o fundamento vis\u00edvel da unidade e da comunh\u00e3o da sua Diocese. Por isso, a unidade efectiva e o m\u00fatuo afecto entre o Bispo e todos os consagrados da sua Diocese, constituem uma refer\u00eancia eclesial indispens\u00e1vel. Trata-se de um sinal vis\u00edvel que sublinha a verdade e o sentido da comunh\u00e3o eclesial e \u00e9, ao mesmo tempo, um forte apelo \u00e0 maior inser\u00e7\u00e3o de todos os religiosos e religiosas, pela riqueza dos dons pr\u00f3prios e de harmonia com a sua condi\u00e7\u00e3o, no servi\u00e7o diversificado da Igreja Diocesana, como Igreja de Cristo, localizada num territ\u00f3rio concreto. \u00c9 um apelo que a Igreja vai realizando nas diversas comunidades e institui\u00e7\u00f5es, e se concretiza, no dia a dia, na fidelidade ao Evangelho do amor, traduzido nos planos e programas pastorais, a que nenhum comprometido com Deus e com o Seu projecto de salva\u00e7\u00e3o pode ficar indiferente. Tudo isto faz parte dos objectivos da CNIR e da FNIRF e, nesse sentido, nos conduz o magist\u00e9rio da Igreja com as suas orienta\u00e7\u00f5es e com as normas can\u00f3nicas que regulam a vida da Igreja e a sua ac\u00e7\u00e3o no mundo.  9. A constitui\u00e7\u00e3o e a aprova\u00e7\u00e3o da CNIR e da FNIRF pela S\u00e9 Apost\u00f3lica contou, desde a primeira hora, com a colabora\u00e7\u00e3o, discreta mas eficiente, de alguns religiosos e tamb\u00e9m de alguns bispos portugueses. Saudamos, fraternalmente, os religiosos e religiosas de Portugal e seus Superiores Maiores, pedimos para todos os Institutos e seus membros as maiores b\u00ean\u00e7\u00e3os de Deus e desejamos que cres\u00e7a sempre mais a nossa m\u00fatua colabora\u00e7\u00e3o, para que o Povo de Deus se sinta sempre estimulado por aqueles que Deus chamou e consagrou para o Seu servi\u00e7o e dilata\u00e7\u00e3o do Seu Reino.  Lisboa, 25 de Dezembro de 2004, <i>Confer\u00eancia Episcopal Portuguesa<\/i>\u0000<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nota Pastoral da Confer\u00eancia Episcopal Portuguesa a prop\u00f3sito dos 50 anos da CNIR e da FNIRF<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[4],"tags":[],"class_list":["post-92","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.7 - 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