{"id":8902,"date":"2025-05-05T11:48:34","date_gmt":"2025-05-05T10:48:34","guid":{"rendered":"https:\/\/www.conferenciaepiscopal.pt\/v1\/?p=8902"},"modified":"2025-05-05T12:01:30","modified_gmt":"2025-05-05T11:01:30","slug":"nota-pastoral-liturgia-viva-da-igreja","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.conferenciaepiscopal.pt\/v1\/nota-pastoral-liturgia-viva-da-igreja\/","title":{"rendered":"Nota Pastoral: Liturgia Viva da Igreja"},"content":{"rendered":"<p>1. A Liturgia \u00e9 vida e para a vida de todo o Povo de Deus. Viver a Liturgia, fonte decisiva da f\u00e9 da Igreja, e partilh\u00e1-la com os irm\u00e3os, \u00e9 o desafio que continua a ser lan\u00e7ado aos pastores e \u00e0s comunidades crist\u00e3s: \u00ab<em>ajudem-se os sacerdotes, quer seculares quer religiosos, que j\u00e1 trabalham na vinha do Senhor, por todos os meios oportunos, a penetrarem cada vez melhor o sentido do que fazem nas fun\u00e7\u00f5es sagradas, a viverem a vida lit\u00fargica, e a partilharem-na com os fi\u00e9is que lhes est\u00e3o confiados<\/em>\u00bb (<em>Sacrosanctum Concilium, <\/em>18).<\/p>\n<p>2. A responsabilidade de promover e de preservar a Liturgia est\u00e1 confiada pelo direito \u00e0 S\u00e9 Apost\u00f3lica, \u00e0s Confer\u00eancias Episcopais e aos Bispos diocesanos nos \u00e2mbitos das respetivas responsabilidades. Neste servi\u00e7o, os Bispos s\u00e3o coadjuvados pelo Secretariado Nacional de Liturgia e pelos Secretariados Diocesanos de Pastoral Lit\u00fargica. O Papa Francisco, com a carta apost\u00f3lica dada em forma de Motu Proprio <em>Traditiones Custodes<\/em>, de 16 de julho de 2021, e com a carta apost\u00f3lica <em>Desiderio Desideravi<\/em>, de 29 de junho de 2023, reafirmou a import\u00e2ncia da Liturgia na vida e na miss\u00e3o da Igreja dando diretrizes para a promo\u00e7\u00e3o de uma efetiva arte de celebrar, a cultivar por pastores e fi\u00e9is, na base de uma aut\u00eantica forma\u00e7\u00e3o lit\u00fargica.<\/p>\n<p>3. Os livros lit\u00fargicos, promulgados pelos Santos Pont\u00edfices Paulo VI e Jo\u00e3o Paulo II, de acordo com os decretos do Conc\u00edlio Vaticano II, s\u00e3o a express\u00e3o da \u00fanica <em>lex orandi <\/em>do Rito Romano. Podem ser usados na l\u00edngua latina, segundo a edi\u00e7\u00e3o t\u00edpica em vigor, ou nas v\u00e1rias l\u00ednguas, segundo as edi\u00e7\u00f5es legitimamente aprovadas pelas competentes Confer\u00eancias Episcopais com o reconhecimento ou aprova\u00e7\u00e3o da S\u00e9 Apost\u00f3lica. \u00ab<em>A n\u00e3o aceita\u00e7\u00e3o da reforma, bem como uma compreens\u00e3o superficial da mesma, distraem-nos da tarefa de encontrar as respostas \u00e0 quest\u00e3o: como crescer na capacidade de viver em plenitude a a\u00e7\u00e3o lit\u00fargica? Como continuar a surpreendermo-nos com o que acontece na celebra\u00e7\u00e3o diante dos nossos olhos? Precisamos de uma s\u00e9ria e vital forma\u00e7\u00e3o lit\u00fargica<\/em>\u00bb (<em>Desiderio Desideravi<\/em>, 31).<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>A Missa, sempre antiga e sempre nova<\/strong><\/span><\/p>\n<p>4. A Liturgia realiza o mist\u00e9rio de Cristo. Mas essa realiza\u00e7\u00e3o assumiu historicamente diferentes configura\u00e7\u00f5es que se concretizaram em v\u00e1rios ritos. Geralmente, entende-se por rito lit\u00fargico o conjunto de usos, de normas e particularidades celebrativas pr\u00f3prias que se realizam numa Igreja particular ou numa comunh\u00e3o de Igrejas e que se distinguem de outras, sem obstar \u00e0 comunh\u00e3o na caridade e na profiss\u00e3o da mesma f\u00e9. Alguns fatores influenciaram a forma\u00e7\u00e3o de tais ritos, como por exemplo: a tradi\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica, a geografia, a l\u00edngua, a cultura, a teologia e a espiritualidade peculiares. No Ocidente e no Oriente formaram-se e coexistem, a partir do s\u00e9culo IV, v\u00e1rias fam\u00edlias lit\u00fargicas ou ritos lit\u00fargicos. Entre esses, conta-se o \u201cRito Romano\u201d que, sendo inicialmente a modalidade que a tradi\u00e7\u00e3o lit\u00fargica assumiu na cidade de Roma, evoluiu em contacto com outras realidades culturais da Europa ocidental, tornando-se gradualmente o Rito comum da maioria das Igrejas de tradi\u00e7\u00e3o latina. Com a expans\u00e3o mission\u00e1ria veio a assumir uma dimens\u00e3o mundial.<\/p>\n<p>5. Na diversidade dos ritos e na sucess\u00e3o dos tempos, a Missa \u00e9 sempre a mesma, no seguimento do mandato de Jesus Cristo: \u00ab<em>Fazei isto em mem\u00f3ria de Mim<\/em>\u00bb (<em>Lc<\/em> 22,19; <em>1Cor<\/em> 11, 25-26): sempre antiga e sempre nova. Entretanto, as preces e ritos da celebra\u00e7\u00e3o eucar\u00edstica desenvolveram-se ao longo das v\u00e1rias \u00e9pocas culturais.<\/p>\n<p>6. O \u201cOrdin\u00e1rio da Missa\u201d \u00e9 a parte do Missal que cont\u00e9m as ora\u00e7\u00f5es, preces e regras (\u201cr\u00fabricas\u201d, porque se escreviam com tinta de cor \u201crubra\u201d) que se usam habitualmente na Missa. At\u00e9 ao Conc\u00edlio Vaticano II usava-se o <em>Missal Romano <\/em>promulgado em 1570 por S\u00e3o Pio V, de acordo com os decretos do Conc\u00edlio de Trento. Em 1962, fez-se a \u00faltima edi\u00e7\u00e3o desse <em>Missal<\/em>, publicada por S\u00e3o Jo\u00e3o XXIII, e j\u00e1 inclu\u00eda numerosas reformas, nomeadamente as aprovadas pelo Papa Pio XII.<\/p>\n<p>7. A Liturgia comp\u00f5e-se de uma dupla realidade: uma invis\u00edvel, imut\u00e1vel e eterna; e outra humana, vis\u00edvel e suscet\u00edvel de modifica\u00e7\u00e3o. A Liturgia n\u00e3o \u00e9 uma pe\u00e7a de museu, mas a ora\u00e7\u00e3o viva da Igreja, ou melhor, a Liturgia \u00e9 algo permanente e vivo ao mesmo tempo. O Conc\u00edlio Vaticano II aprovou crit\u00e9rios para a revis\u00e3o do <em>Ordin\u00e1rio da Missa<\/em>: simplifica\u00e7\u00e3o e maior clareza dos ritos, conservando a sua subst\u00e2ncia; supress\u00e3o das coisas menos \u00fateis que ao longo do tempo se foram duplicando ou acrescentando; restabelecimento, de acordo com os Padres da Igreja, de elementos desaparecidos; participa\u00e7\u00e3o mais ativa e consciente dos fi\u00e9is; uso da l\u00edngua vern\u00e1cula; abund\u00e2ncia das leituras b\u00edblicas.<\/p>\n<p>8. O <em>Missal Romano<\/em>, promulgado por S\u00e3o Paulo VI em 1970, conjuga a fidelidade \u00e0 Tradi\u00e7\u00e3o viva da Igreja, aplicando cuidadosamente as determina\u00e7\u00f5es do Conc\u00edlio Vaticano II. Por isso, tamb\u00e9m ele \u00e9 antigo e novo. Desde ent\u00e3o tem recebido atualiza\u00e7\u00f5es, em sucessivas edi\u00e7\u00f5es t\u00edpicas, com destaque para as introduzidas por S\u00e3o Jo\u00e3o Paulo II. \u00ab<em>Assim, pode afirmar-se que a reforma lit\u00fargica \u00e9 estritamente tradicional, porque se at\u00e9m \u201c\u00e0s normas dos Santos Padres\u201d<\/em>\u00bb (<em>Vicesimus Quintus Annus<\/em>, 34).<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>Forma\u00e7\u00e3o lit\u00fargica<\/strong><\/span><\/p>\n<p>9. A renova\u00e7\u00e3o conciliar da Liturgia exigiu um aprofundamento das riquezas das fontes lit\u00fargicas em plena fidelidade \u00e0 Sagrada Escritura e \u00e0 Tradi\u00e7\u00e3o. Neste sentido, tornou-se poss\u00edvel o uso da l\u00edngua vulgar, apesar da manuten\u00e7\u00e3o do latim, pois todas as l\u00ednguas s\u00e3o lit\u00fargicas no seu contexto pr\u00f3prio. Recorde-se ainda que, at\u00e9 ao s\u00e9c. IV, a l\u00edngua oficial da Liturgia em Roma era o grego.<\/p>\n<p>10. Numa atitude de condescend\u00eancia para com sacerdotes e grupos de fi\u00e9is afei\u00e7oados \u00e0 forma celebrativa vigente at\u00e9 \u00e0 promulga\u00e7\u00e3o do novo <em>Missal Romano<\/em> e para evitar roturas que ferissem a unidade cat\u00f3lica, S\u00e3o Jo\u00e3o Paulo II, pelo Motu Proprio <em>Ecclesia Dei afflicta<\/em> (02.07.1988), abriu a possibilidade de celebrar a Missa conforme o Missal Romano de 1962, sob algumas condi\u00e7\u00f5es. Com o Motu Proprio <em>Summorum Pontificum <\/em>(07.07.2007), sempre no intento de salvaguardar a comunh\u00e3o na Igreja, Bento XVI foi ainda mais generoso nessas concess\u00f5es. Mas, a aceita\u00e7\u00e3o do magist\u00e9rio do Conc\u00edlio Vaticano II e o reconhecimento da legitimidade da reforma lit\u00fargica realizada segundo os seus decretos foi sempre condi\u00e7\u00e3o para o recurso l\u00edcito a essas formas extraordin\u00e1rias de celebra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>11. Todavia, na Carta Apost\u00f3lica em forma de Motu Proprio <em>Traditionis Custodes <\/em>sobre o uso da Liturgia romana anterior \u00e0 Reforma de 1970, desaparece a terminologia \u201cforma ordin\u00e1ria\u201d e \u201cforma extraordin\u00e1ria do rito romano\u201d. De facto, afirma-se que a \u00fanica express\u00e3o da <em>lex orandi <\/em>do Rito romano s\u00e3o os livros lit\u00fargicos promulgados depois do Conc\u00edlio Vaticano II. O Papa Francisco com a publica\u00e7\u00e3o desta Carta Apost\u00f3lica prossegue na constante busca da comunh\u00e3o eclesial, ferida pela situa\u00e7\u00e3o criada nestes \u00faltimos anos. Sublinha-se a autoridade do Bispo Diocesano em regular as celebra\u00e7\u00f5es lit\u00fargicas na sua Igreja particular: ao Bispo Diocesano compete autorizar o uso do <em>Missale Romanum <\/em>de 1962 na pr\u00f3pria Diocese, seguindo as orienta\u00e7\u00f5es da Santa S\u00e9. D\u00e3o-se normas precisas sobre os grupos que celebram segundo o Missal antecedente \u00e0 Reforma de 1970. O Bispo ter\u00e1 o cuidado de n\u00e3o autorizar a constitui\u00e7\u00e3o de novos grupos. A Congrega\u00e7\u00e3o para a Doutrina da F\u00e9 deixa de ser encarregue de regular estes grupos. Na realidade, o Motu Proprio afirma que a Congrega\u00e7\u00e3o para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos e a Congrega\u00e7\u00e3o para a Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apost\u00f3lica, para as mat\u00e9rias da sua compet\u00eancia, exercitar\u00e3o a autoridade da Santa S\u00e9 acerca da observ\u00e2ncia das novas disposi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>12. \u00c9 necess\u00e1rio educar para uma Liturgia s\u00e9ria, simples, bela, que seja experi\u00eancia do mist\u00e9rio, permanecendo, ao mesmo tempo, intelig\u00edvel, capaz de narrar a perene alian\u00e7a de Deus com o seu Povo. E ao mesmo tempo, experimentar uma harmonia entre a Palavra e o Sacramento, ou seja, entre a palavra, o canto, o sil\u00eancio e o rito.<\/p>\n<p>13. A din\u00e2mica conciliat\u00f3ria do princ\u00edpio teol\u00f3gico de \u00ab<em>que a lei da ora\u00e7\u00e3o estabele\u00e7a a lei da f\u00e9<\/em>\u00bb, isto \u00e9, <em>lex orandi<\/em>\/<em>lex credendi<\/em>, faz-nos encontrar na Liturgia a f\u00e9 da Igreja, porque a pr\u00e1tica lit\u00fargica foi a fonte do desenvolvimento doutrinal. A Igreja acredita no que celebra. A celebra\u00e7\u00e3o lit\u00fargica \u00e9, por isso, a eloqu\u00eancia da f\u00e9, sob a forma de ora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>14. No seguimento do Motu Proprio <em>Magnum Principium <\/em>(03.09.2016) e da sua coerente atitude de fidelidade \u00e0s fontes e ao Conc\u00edlio Vaticano II, o Papa Francisco reafirmou: a perene vitalidade da Igreja em ora\u00e7\u00e3o; o car\u00e1ter tradicional da Reforma lit\u00fargica, fiel \u00e0 Tradi\u00e7\u00e3o; a abertura ao leg\u00edtimo renovamento; \u201csem a presen\u00e7a real do mist\u00e9rio de Cristo n\u00e3o h\u00e1 nenhuma vitalidade lit\u00fargica\u201d; \u201csem o cora\u00e7\u00e3o pulsante de Cristo n\u00e3o h\u00e1 a\u00e7\u00e3o lit\u00fargica\u201d; o altar, centro para o qual nas nossas igrejas a aten\u00e7\u00e3o converge: \u201cpara o altar se orienta o olhar dos orantes\u201d; a Liturgia \u00e9 vida para todo o Povo da Igreja; a Liturgia \u00e9 vida e n\u00e3o uma ideia a compreender.<\/p>\n<p>15. Mais que tens\u00e3o entre \u201cTradi\u00e7\u00e3o\u201d e \u201cprogresso\u201d, a Reforma lit\u00fargica quer ser renova\u00e7\u00e3o na linha da sempre viva Tradi\u00e7\u00e3o, que consinta um desenvolvimento org\u00e2nico. Neste percurso, que move desde as origens a Igreja de Jesus Cristo, os livros lit\u00fargicos s\u00e3o o primeiro e o essencial instrumento para a digna celebra\u00e7\u00e3o dos mist\u00e9rios, al\u00e9m de serem o fundamento mais s\u00f3lido para uma eficaz catequese lit\u00fargica. Se isto \u00e9 verdade para cada livro lit\u00fargico, tanto mais o \u00e9 para o <em>Missal<\/em> que, juntamente com os outros livros em uso na celebra\u00e7\u00e3o eucar\u00edstica, est\u00e1 ao servi\u00e7o do mist\u00e9rio que constitui a fonte e o cume de toda a vida crist\u00e3. Mais do que um livro, o Missal \u00e9 uma \u2018cole\u00e7\u00e3o\u2019 de livros incluindo, al\u00e9m do Sacrament\u00e1rio e do Antifon\u00e1rio, os Lecion\u00e1rios, que na nossa edi\u00e7\u00e3o em l\u00edngua portuguesa s\u00e3o oito volumes.<\/p>\n<p>16. No s\u00edmbolo da f\u00e9 (Credo) professamos: <em>creio na Igreja una, santa, cat\u00f3lica e apost\u00f3lica<\/em>. Estas quatro notas espec\u00edficas mostram a beleza, o dom e a miss\u00e3o da Igreja. A Liturgia \u00e9 a Igreja em ora\u00e7\u00e3o e, por isso, ao celebrar o culto divino, a Igreja exprime aquilo que \u00e9: una, santa, cat\u00f3lica e apost\u00f3lica.<\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: 14pt;\">A arte de bem celebrar<\/span><\/strong><\/p>\n<p>17. Num encontro com os P\u00e1rocos da sua Diocese de Roma, o Papa Francisco advertiu: \u00ab<em>Celebrar \u00e9 entrar e fazer entrar no mist\u00e9rio, \u00e9 simples, mas \u00e9 assim, se eu for excessivamente r\u00edgido, n\u00e3o fa\u00e7o entrar no mist\u00e9rio\u2026<\/em> <em>e se for um \u2018showman\u2019, o protagonista da celebra\u00e7\u00e3o, n\u00e3o fa\u00e7o entrar no mist\u00e9rio; temos assim os dois extremos<\/em>\u00bb (19.02.2015). Por isso mesmo, a ora\u00e7\u00e3o, a catequese e a caridade s\u00e3o os lugares da alegria do encontro com Jesus Cristo. A liturgia \u00ab<em>\u00e9 a catequese universal do Povo de Deus. (\u2026), toda a liturgia \u00e9, em certo sentido, catequese<\/em>\u00bb (CEP, <em>Carta pastoral sobre a renova\u00e7\u00e3o da Igreja em Portugal na fidelidade \u00e0s orienta\u00e7\u00f5es do Conc\u00edlio e \u00e0s exig\u00eancias do nosso tempo<\/em>, 29, Lisboa 1984).<\/p>\n<p>18. A Liturgia, como indica a etimologia da palavra, \u00e9 a\u00e7\u00e3o. N\u00e3o s\u00f3 se educa \u00e0 Liturgia, mas a Liturgia educa a partir dela mesma, endere\u00e7ando-se mais \u00e0 corporeidade que \u00e0 racionalidade, como uma sinergia de toda a pessoa com todas as suas capacidades, enquanto celebra e reza.\u00a0A forma\u00e7\u00e3o lit\u00fargica acontece na participa\u00e7\u00e3o. A pr\u00f3pria celebra\u00e7\u00e3o \u00e9 a escola mais eficaz da forma\u00e7\u00e3o lit\u00fargica. A Liturgia \u00e9 em si mesma mistag\u00f3gica e introduz ao mist\u00e9rio celebrando o pr\u00f3prio mist\u00e9rio. Ela pode converter-se numa escola permanente da f\u00e9 e da ora\u00e7\u00e3o, ou melhor, na primeira escola da f\u00e9, que educa verdadeiramente para o primado da gra\u00e7a. A mistagogia \u00e9, com efeito, o nutrir-se da Liturgia que se celebra e o guiar para o Mist\u00e9rio.<\/p>\n<p>19. \u00ab<em>A Liturgia n\u00e3o diz \u201ceu\u201d, mas \u201cn\u00f3s\u201d e qualquer limita\u00e7\u00e3o<\/em> <em>\u00e0 amplitude deste \u201cn\u00f3s\u201d \u00e9 sempre demon\u00edaca. A Liturgia n\u00e3o nos deixa s\u00f3s<\/em> <em>na busca individual de um suposto conhecimento do mist\u00e9rio de Deus, mas toma-nos pela m\u00e3o, juntos, como assembleia, para nos conduzir para dentro do mist\u00e9rio que a Palavra e os sinais sacramentais nos revelam. E f\u00e1-lo, em coer\u00eancia com o agir de Deus, seguindo a via da encarna\u00e7\u00e3o, atrav\u00e9s da linguagem simb\u00f3lica do corpo que se prolonga nas coisas, no espa\u00e7o e no tempo<\/em>\u00bb (<em>Desiderio desideravi<\/em>, 19). A forma\u00e7\u00e3o para a liturgia, com efeito, n\u00e3o se reduz a ensinar como se celebra, mas sobretudo a compreender a teologia da celebra\u00e7\u00e3o, o que se celebra, o porqu\u00ea e o para que se celebra na Liturgia. Educar liturgicamente \u00e9 uma inicia\u00e7\u00e3o \u00e0s ora\u00e7\u00f5es e \u00e0s atitudes fundamentais da celebra\u00e7\u00e3o, isto \u00e9, \u00e0 linguagem e ao simbolismo do louvor, da escuta, da ritualidade, do canto e do sil\u00eancio.<\/p>\n<p>20. Os futuros e os atuais presidentes das assembleias lit\u00fargicas necessitam de uma forma\u00e7\u00e3o cuidada e permanente no esp\u00edrito da Liturgia. Tudo isto em ordem a criar uma personalidade lit\u00fargica, como gostava de sublinhar Romano Guardini, sob o modelo \u00fanico de Cristo. O Papa Francisco citando Guardini escreve: <em>\u00ab\u201c<\/em><em>\u00c9 assim que se esbo\u00e7a a primeira tarefa do trabalho da forma\u00e7\u00e3o lit\u00fargica: o homem deve voltar a ser de novo capaz de s\u00edmbolo\u201d<\/em>\u00bb (<em>Desiderio desideravi<\/em>, 44). H\u00e1 urgente necessidade de educar para a <em>ars celebrandi <\/em>e para a beleza da Liturgia. A arte de celebrar n\u00e3o pode contemplar s\u00f3 a execu\u00e7\u00e3o fiel das r\u00fabricas e normas lit\u00fargicas, mas a capacidade de interpretar o programa celebrativo segundo as exig\u00eancias da f\u00e9 e da comunidade crist\u00e3.<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>Aprofundar a Liturgia da Igreja<\/strong><\/span><\/p>\n<p>21. J\u00e1 em 1988, em ordem ao futuro da renova\u00e7\u00e3o lit\u00fargica, o Papa S\u00e3o Jo\u00e3o Paulo II assinalava: \u00ab<em>A Liturgia da Igreja suplanta em muito a reforma lit\u00fargica. N\u00e3o nos encontramos na mesma situa\u00e7\u00e3o vivida em 1963; h\u00e1 uma gera\u00e7\u00e3o de sacerdotes que n\u00e3o conheceram os livros lit\u00fargicos anteriores \u00e0 reforma, sobre a qual se enfoca a responsabilidade na Igreja e na sociedade. Portanto, n\u00e3o se pode continuar a falar de mudan\u00e7a, como no tempo da publica\u00e7\u00e3o do Documento, mas sim de aprofundamento cada vez mais intenso da Liturgia da Igreja, celebrada segundo os livros atuais e vivida, antes de mais, como um dado de ordem espiritual<\/em>\u00bb (<em>Vicesimus Quintus Annus<\/em>, 14). S\u00e3o Jo\u00e3o Paulo II exortava a passar da renova\u00e7\u00e3o ao aprofundamento: a\u00ed estava o impulso para o futuro da pastoral e espiritualidade lit\u00fargica. A releitura do Conc\u00edlio e p\u00f3s-Conc\u00edlio acontece entre a Reforma e a forma\u00e7\u00e3o, ou melhor, entre o <em>culmen <\/em>e a <em>fons<\/em>, como express\u00e3o e experi\u00eancia da f\u00e9 da Igreja.<\/p>\n<p>22. A Liturgia \u00e9 lugar do encontro com Jesus Cristo e, simultaneamente, lugar de miss\u00e3o. A prop\u00f3sito, o Papa Francisco adverte: \u00ab<em>Uma celebra\u00e7\u00e3o que n\u00e3o evangeliza n\u00e3o \u00e9 aut\u00eantica, tal como n\u00e3o o \u00e9 um an\u00fancio que n\u00e3o leve ao encontro com o Ressuscitado na celebra\u00e7\u00e3o: ambos, por fim, sem o testemunho da caridade s\u00e3o como o bronze que soa e como o c\u00edmbalo que retine (cf. 1Cor 13, 1)<\/em>\u00bb (<em>Desiderio desideravi, <\/em>37).<\/p>\n<p>23. A Igreja vive da Liturgia. Esta \u00e9 a sua dimens\u00e3o decisiva, n\u00e3o exclusiva. A Liturgia \u00e9 a primeira escola de f\u00e9 e vida espiritual. Nela, deixamos de falar sobre Deus, para falar com Deus e agir em Deus. Celebrar, ou seja, frequentar a Liturgia, \u00e9 cultivar em perene surpresa o organismo vivo que \u00e9 a Igreja, contemplando \u00ab<em>a beleza e a verdade da celebra\u00e7\u00e3o crist\u00e3\u00bb <\/em>(<em>Desiderio desideravi<\/em>, 1)<em>.<\/em><\/p>\n<p>24. A presen\u00e7a de Cristo na Liturgia realiza-se nos sinais sens\u00edveis<em>. <\/em>O conjunto destes sinais sens\u00edveis eficazes realiza a santifica\u00e7\u00e3o e o culto da Igreja. Por isso, o sacramento n\u00e3o \u00e9 uma coisa, mas uma a\u00e7\u00e3o. A Liturgia \u00e9 obra de Cristo sacerdote, e do seu corpo, que \u00e9 a Igreja. Cristo, o primeiro e supremo \u201cliturgo\u201d (<em>Spiritus et Sponsa<\/em>, 16), age na Igreja e no mundo, em virtude do Mist\u00e9rio pascal continuamente celebrado, e associa a Si mesmo a Igreja peregrina para louvor do Pai, na unidade do Esp\u00edrito Santo.<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\"><strong>Gestos e atitudes durante a Missa<\/strong><\/span><\/p>\n<p>25. A Confer\u00eancia Episcopal Portuguesa (CEP) assume, com algumas adapta\u00e7\u00f5es, o que se estabelece na <em>Instru\u00e7\u00e3o Geral do Missal Romano <\/em>(cf. IGMR 43 e 390) sobre os gestos e atitudes dos fi\u00e9is durante a celebra\u00e7\u00e3o eucar\u00edstica. \u00ab<em>A atitude comum do corpo, que todos os participantes na celebra\u00e7\u00e3o devem observar, \u00e9 sinal de unidade dos membros da comunidade crist\u00e3 reunidos para a sagrada Liturgia: exprime e favorece os sentimentos e a atitude interior dos participantes<\/em>\u00bb (IGMR 42). Assim, os fi\u00e9is dever\u00e3o estar:<\/p>\n<p>\u2013 de p\u00e9 desde o canto de entrada at\u00e9 \u00e0 ora\u00e7\u00e3o coleta, inclu\u00edda;<br \/>\n\u2013 sentados durante a primeira e segunda leitura e o salmo responsorial;<br \/>\n\u2013 de p\u00e9 desde a aclama\u00e7\u00e3o ao Evangelho at\u00e9 ao final da aclama\u00e7\u00e3o ap\u00f3s a proclama\u00e7\u00e3o do Evangelho;<br \/>\n\u2013 sentados durante a homilia e o breve sil\u00eancio que se lhe seguir;<br \/>\n\u2013 de p\u00e9 desde o in\u00edcio da profiss\u00e3o de f\u00e9 at\u00e9 \u00e0 conclus\u00e3o da ora\u00e7\u00e3o universal ou dos fi\u00e9is;<br \/>\n\u2013 sentados durante a apresenta\u00e7\u00e3o e prepara\u00e7\u00e3o dos dons, pondo-se de p\u00e9 para a incensa\u00e7\u00e3o da assembleia;<br \/>\n\u2013 de p\u00e9 desde a ora\u00e7\u00e3o sobre as oblatas at\u00e9 \u00e0 epiclese sobre os dons (gesto da imposi\u00e7\u00e3o das m\u00e3os);<br \/>\n\u2013 de joelhos, se poss\u00edvel, desde o in\u00edcio da epiclese que antecede a narra\u00e7\u00e3o da institui\u00e7\u00e3o (gesto da imposi\u00e7\u00e3o das m\u00e3os) at\u00e9 ao final da ostens\u00e3o do c\u00e1lice;<br \/>\n\u2013 de p\u00e9 desde a aclama\u00e7\u00e3o Mist\u00e9rio da f\u00e9 at\u00e9 \u00e0 comunh\u00e3o da assembleia, inclu\u00edda;<br \/>\n\u2013 sentados, se for oportuno, ap\u00f3s a Comunh\u00e3o da assembleia, durante o tempo de sil\u00eancio;<br \/>\n\u2013 de p\u00e9 desde a ora\u00e7\u00e3o depois da comunh\u00e3o at\u00e9 ao fim. Durante a escuta do Evangelho da Paix\u00e3o do Senhor (Domingo de Ramos e Sexta-feira Santa) pode permanecer-se sentado durante uma parte da leitura. As dificuldades devidas a \u00abraz\u00f5es de sa\u00fade, \u00e0 estreiteza do lugar, ao grande n\u00famero dos presentes ou outros motivos razo\u00e1veis\u00bb podem justificar uma derroga\u00e7\u00e3o da regra geral para alguns fi\u00e9is em particular ou at\u00e9 para o pr\u00f3prio sacerdote.<\/p>\n<p>26. Na verdade, s\u00e3o muitos os modos com que a assembleia participa na celebra\u00e7\u00e3o: o reunir-se, o avan\u00e7ar em prociss\u00e3o, o estar sentados, de p\u00e9, de joelhos, o cantar, o estar em sil\u00eancio, o aclamar, o olhar, o ouvir.<em> \u00abRealizar todos juntos o mesmo gesto, falar todos juntos a uma s\u00f3 voz, transmite a cada um a for\u00e7a de toda a assembleia. \u00c9 uma uniformidade que n\u00e3o s\u00f3 n\u00e3o mortifica, mas pelo contr\u00e1rio, educa cada fiel a descobrir a unicidade aut\u00eantica da pr\u00f3pria personalidade, n\u00e3o em atitudes individualistas, mas na consci\u00eancia de ser um s\u00f3 corpo. N\u00e3o se trata de ter de seguir um protocolo de boas maneiras lit\u00fargico: trata-se antes de uma \u201cdisciplina\u201d \u2013 no sentido usado por Guardini \u2013 que, se observada com autenticidade, nos forma: s\u00e3o gestos e palavras que p\u00f5em ordem dentro do nosso mundo interior fazendo-nos viver sentimentos, atitudes, comportamentos\u00bb <\/em>(<em>Desiderio Desideravi<\/em> 51). \u00ab<em>Para se conseguir a uniformidade nos gestos e atitudes do corpo na mesma celebra\u00e7\u00e3o, os fi\u00e9is devem obedecer \u00e0s indica\u00e7\u00f5es que, no decurso da mesma, lhes forem dadas pelo di\u00e1cono, por um ministro leigo ou pelo sacerdote, de acordo com o que est\u00e1 estabelecido no Missal<\/em>\u00bb (IGMR 43).<\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: 14pt;\">A distribui\u00e7\u00e3o da Sagrada Comunh\u00e3o<\/span><\/strong><\/p>\n<p>27. Foi tornada p\u00fablica, em Nota Pastoral da CEP (10.10.1975), ap\u00f3s a confirma\u00e7\u00e3o da S\u00e9 Apost\u00f3lica, a possibilidade de os fi\u00e9is comungarem na boca ou na m\u00e3o, como preferirem, depois de devidamente esclarecidos, sem imposi\u00e7\u00f5es ou constrangimento. Esta liberdade de op\u00e7\u00e3o dos fi\u00e9is s\u00f3 poder\u00e1 ser limitada, em situa\u00e7\u00f5es especiais de emerg\u00eancia sanit\u00e1ria ou outras raz\u00f5es graves que o recomendem, pela autoridade do Bispo Diocesano, a quem compete a modera\u00e7\u00e3o da disciplina lit\u00fargica na pr\u00f3pria Diocese.<\/p>\n<p>28. Os fi\u00e9is, devidamente preparados, comungam habitualmente de p\u00e9, aproximando-se processionalmente do altar ou do lugar onde se encontra o ministro. Todavia, n\u00e3o dever\u00e1 ser recusada a comunh\u00e3o aos fi\u00e9is que a desejem receber de joelhos. O comungante recebe o P\u00e3o eucar\u00edstico na boca ou na m\u00e3o, como preferir (cf. IGMR 160-161). Quem o receber na m\u00e3o, estendendo ambas as m\u00e3os em dire\u00e7\u00e3o ao ministro (uma m\u00e3o sobre a outra m\u00e3o) para acolher com um gesto de rever\u00eancia e respeito o Corpo de Cristo, lev\u00e1-lo-\u00e1 \u00e0 boca diante do ministro ou deslocando-se ligeiramente para o lado de modo a permitir a aproxima\u00e7\u00e3o ao fiel que se lhe segue. Haja a m\u00e1xima aten\u00e7\u00e3o e cuidado para que n\u00e3o caiam por terra quaisquer fragmentos do Sant\u00edssimo Sacramento. A pr\u00f3pria rece\u00e7\u00e3o devota deste Sant\u00edssimo Sacramento, na forma como a Igreja a disp\u00f5e, \u00e9 em si mesma um ato de adora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>F\u00e1tima, 1 de maio de 2025.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>1. A Liturgia \u00e9 vida e para a vida de todo o Povo de Deus. 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