{"id":8615,"date":"2024-04-08T16:15:31","date_gmt":"2024-04-08T15:15:31","guid":{"rendered":"https:\/\/www.conferenciaepiscopal.pt\/v1\/?p=8615"},"modified":"2024-04-08T16:25:08","modified_gmt":"2024-04-08T15:25:08","slug":"palavras-de-abertura-da-209-a-assembleia-plenaria-da-conferencia-episcopal-portuguesa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.conferenciaepiscopal.pt\/v1\/palavras-de-abertura-da-209-a-assembleia-plenaria-da-conferencia-episcopal-portuguesa\/","title":{"rendered":"Palavras de Abertura da 209.\u00aa Assembleia Plen\u00e1ria da Confer\u00eancia Episcopal Portuguesa"},"content":{"rendered":"<p><em>\u00a0F\u00e1tima, 08-04-2024<\/em><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Senhor N\u00fancio Apost\u00f3lico, Senhores Cardeais, Arcebispos, Bispos, e convidados da CIRP e da CNISP. A todos sa\u00fado e dou as boas-vindas \u00e0 209.\u00aa Assembleia Plen\u00e1ria da Confer\u00eancia Episcopal Portuguesa. Sa\u00fado, igualmente, os profissionais dos \u00f3rg\u00e3os de comunica\u00e7\u00e3o social que nos acompanham no in\u00edcio dos trabalhos.<\/p>\n<p>Reunimo-nos em Assembleia Plen\u00e1ria no tempo que a Igreja dedica \u00e0 celebra\u00e7\u00e3o da P\u00e1scoa da Ressurrei\u00e7\u00e3o do Senhor Jesus, que nos leva a olhar a realidade que nos rodeia, nos dinamismos de injusti\u00e7a e sofrimento, de destrui\u00e7\u00e3o e morte que a ensombram, mas igualmente na abertura e desafio \u00e0 necess\u00e1ria renova\u00e7\u00e3o e transforma\u00e7\u00e3o da vida, das rela\u00e7\u00f5es e da esperan\u00e7a.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4>Novo Bispo de Beja<\/h4>\n<p>\u00c9 nesta alegria pascal que quero saudar, de forma especial, D. Fernando Maio de Paiva, bispo eleito de Beja, que participa pela primeira vez neste col\u00e9gio episcopal. Dirijo tamb\u00e9m uma palavra de fraterna gratid\u00e3o a D. Jos\u00e9 Jo\u00e3o dos Santos Marcos, que serviu a Diocese de Beja ao longo dos \u00faltimos dez anos e que continuar\u00e1 a administr\u00e1-la at\u00e9 \u00e0 tomada de posse do novo Bispo. Bem-haja, caro D. Jo\u00e3o, pelo seu servi\u00e7o fiel e dedicado ao Povo de Deus!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4>Os dramas da guerra<\/h4>\n<p>Em tempo de P\u00e1scoa, que alude a renova\u00e7\u00e3o e a vida, n\u00e3o podemos, infelizmente, fechar os olhos aos dramas da guerra, com as suas sequelas de horror, barb\u00e1rie e destrui\u00e7\u00e3o que ensombram o panorama mundial, causando sofrimentos inauditos a milh\u00f5es de pessoas e pondo despudoradamente a nu a crueldade visada de matar, abusar e fazer ref\u00e9ns pessoas inocentes ou, em resposta, devastar sistematicamente as possibilidades elementares de vida de popula\u00e7\u00f5es inteiras, reduzindo-as \u00e0 mais indescrit\u00edvel mis\u00e9ria. A destrui\u00e7\u00e3o programada das habita\u00e7\u00f5es, escolas e hospitais, o impedimento da ajuda internacional e, pior ainda, a elimina\u00e7\u00e3o daqueles que procuram acudir a tamanha selvajaria s\u00e3o atos de barb\u00e1rie inaceit\u00e1vel, mesmo em tempos de guerra. \u00c9 o que se passa em Gaza, nas cidades da Ucr\u00e2nia e igualmente em muitas outras guerras, que j\u00e1 nem s\u00e3o not\u00edcia, como no I\u00e9men, na S\u00edria, no Sud\u00e3o, no Congo e em tantos outros pa\u00edses. Como tem repetido o Papa Francisco, a guerra nunca \u00e9 solu\u00e7\u00e3o e leva apenas \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o, ao sofrimento e \u00e0 morte, semeando \u00f3dios que permanecer\u00e3o por muitas gera\u00e7\u00f5es. \u00c9 por isso que se torna necess\u00e1rio aderir \u00e0 manh\u00e3 nova da ressurrei\u00e7\u00e3o, com pressupostos novos para construir um mundo mais humano. E n\u00e3o nos podemos dispensar desta tarefa primordial de constru\u00e7\u00e3o da paz.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4>50 anos da Revolu\u00e7\u00e3o do 25 de Abril<\/h4>\n<p>Neste contexto, celebrar Abril, com os seus ideais de desarmar a guerra, a opress\u00e3o e a ditadura e de revigorar valores civilizacionais que marcam a Hist\u00f3ria de Portugal desde 1974, constitui uma gratificante ocasi\u00e3o de renova\u00e7\u00e3o e de afirma\u00e7\u00e3o dos valores que devem marcar o presente e o futuro. A imagem emblem\u00e1tica dos cravos no cano das armas ilustra a festa da liberdade, da vida e da esperan\u00e7a que marcou e continua viva no patrim\u00f3nio identit\u00e1rio do nosso povo. Foi poss\u00edvel instaurar, progressivamente, a justi\u00e7a social, fomentar o desenvolvimento em tantos lugares e devolver dignidade \u00e0 vida de tantas mulheres e tantos homens.<\/p>\n<p>\u00c9 claro que a realiza\u00e7\u00e3o dos sonhos de Abril deve ser justamente celebrada pelas muitas conquistas alcan\u00e7adas, mas h\u00e1 igualmente que reconhecer que muito h\u00e1 ainda por fazer, a fim de que os fundamentos da democracia n\u00e3o sejam postos em causa, seja pela desilus\u00e3o e apatia de quem v\u00ea a deficiente solu\u00e7\u00e3o de problemas ligados a dimens\u00f5es b\u00e1sicas como a educa\u00e7\u00e3o, a sa\u00fade e a habita\u00e7\u00e3o, seja pela manipula\u00e7\u00e3o irrespons\u00e1vel do justo descontentamento e do protesto.<\/p>\n<p>Nas comemora\u00e7\u00f5es dos cinquenta anos da Revolu\u00e7\u00e3o do 25 de Abril, que coincidem com um per\u00edodo de generalizada consulta p\u00fablica, \u00e9 bom constatar o bom funcionamento da democracia no nosso pa\u00eds, que permite buscar solu\u00e7\u00f5es de futuro atrav\u00e9s da consulta aos cidad\u00e3os sobre a diversidade de propostas pol\u00edticas dos diversos partidos. Por outro lado, os cidad\u00e3os t\u00eam o direito de esperar que aqueles que s\u00e3o eleitos, sem p\u00f4r em causa as leg\u00edtimas diferen\u00e7as de an\u00e1lises e de propostas, saibam encontrar solu\u00e7\u00f5es concretas justas e vi\u00e1veis, para acudir \u00e0 gravidade dos problemas, colocando o bem dos cidad\u00e3os e do pa\u00eds acima de interesses partid\u00e1rios ou corporativos a fim de encontrar consensos ao servi\u00e7o do bem comum e de um futuro melhor para todos.<\/p>\n<p>A Revolu\u00e7\u00e3o de Abril permitiu que Portugal sa\u00edsse do isolamento do \u201corgulhosamente s\u00f3s\u201d, para se abrir \u00e0 comunidade internacional, a come\u00e7ar pela ativa participa\u00e7\u00e3o no contexto europeu em que nos integramos. Essa abertura \u2013 ou retorno! \u2013 j\u00e1 se realizou sem pretens\u00f5es de imp\u00e9rio ou de dom\u00ednio, mas inserindo-nos ativamente num relacionamento com os outros povos e culturas marcado por valores universais. Como indica o Papa Francisco, \u201ca fraternidade n\u00e3o \u00e9 resultado apenas de situa\u00e7\u00f5es onde se respeitam as liberdades individuais, nem mesmo da pr\u00e1tica duma certa equidade\u201d (<em>Fratelli Tutti<\/em>, 103), pois \u201ctodo o ser humano tem direito de viver com dignidade e desenvolver-se integralmente, e nenhum pa\u00eds lhe pode negar este direito fundamental.\u201d (Ibidem, 107). \u00c9 bom ver que o ideal de Abril nos deu a possibilidade de sermos um parceiro ativo e apreciado na busca de solu\u00e7\u00f5es humanizadoras para o presente e o futuro do nosso planeta e da humanidade que o habita.<\/p>\n<p>Merc\u00ea dessa abertura, deix\u00e1mos de ser apenas capazes de emigrar, em fuga, para outros pa\u00edses, buscando melhores condi\u00e7\u00f5es de vida e dando tamb\u00e9m um precioso contributo \u00e0 vida econ\u00f3mica e social de pa\u00edses de destino. Somos hoje tamb\u00e9m um pa\u00eds de acolhimento, com uma crescente percentagem de pessoas oriundas de todo o mundo, que v\u00eam com os mesmos objetivos com que os nossos compatriotas partiram. \u00c9 importante velar para que sejamos capazes de criar condi\u00e7\u00f5es justas, dignas e capazes de assegurar a fraternidade, a paz e o sucesso desse futuro. Sabemos que o nosso pa\u00eds precisa destas pessoas e que pode igualmente proporcionar-lhes um bom futuro, na capacidade de integra\u00e7\u00e3o que tem o nosso povo. Esse deve ser um desafio bem em linha com os ideais universais de Abril, que pode e deve ser um nobre objetivo do Estado e de todas as institui\u00e7\u00f5es e cidad\u00e3os.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4>Prote\u00e7\u00e3o de Menores e Adultos Vulner\u00e1veis<\/h4>\n<p>Em Portugal e em muitos outros pa\u00edses, a quest\u00e3o dos abusos de menores e adultos em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade e, de um modo concreto, as v\u00edtimas de padres ou de leigos ao servi\u00e7o da Igreja, tem sido motivo de grande preocupa\u00e7\u00e3o, de aten\u00e7\u00e3o \u00e0s v\u00edtimas de t\u00e3o conden\u00e1veis atitudes, bem como de cria\u00e7\u00e3o de meios que permitam conhecer a realidade e prevenir a sua repeti\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Na Igreja em Portugal foram criadas estruturas espec\u00edficas para este fim, nas dioceses, com as Comiss\u00f5es Diocesanas de Prote\u00e7\u00e3o de Menores e Adultos Vulner\u00e1veis, e a n\u00edvel do pa\u00eds, com a Equipa de Coordena\u00e7\u00e3o Nacional e o Grupo VITA. Esta rede tem dado passos significativos no sentido de encontrar a forma mais correta para continuar a escutar qualquer pessoa que precise de falar sobre um abuso que sofreu, bem como na organiza\u00e7\u00e3o do necess\u00e1rio apoio psicol\u00f3gico e psiqui\u00e1trico adequado. Al\u00e9m da capacita\u00e7\u00e3o espec\u00edfica dos profissionais que proporcionam o apoio cl\u00ednico, centenas de pessoas est\u00e3o a ser capacitadas para saber prevenir, sinalizar, alertar e denunciar eventuais novos casos de abuso em todo o pa\u00eds. Este trabalho ir\u00e1 prosseguir de forma regular e generalizada, como forma concreta de acompanhar o pedido reiterado de perd\u00e3o que comporta o reconhecimento do mal perpetrado e sofrido, a poss\u00edvel repara\u00e7\u00e3o das feridas e a preven\u00e7\u00e3o, para que estes dram\u00e1ticos sofrimentos n\u00e3o se repitam.<\/p>\n<p>Desde o in\u00edcio deste programa se levantou a quest\u00e3o de uma \u201crepara\u00e7\u00e3o\u201d ou \u201ccompensa\u00e7\u00e3o monet\u00e1ria\u201d, que possa ser requerida pelas pessoas que foram v\u00edtimas de tais abusos, como forma de justo contributo na supera\u00e7\u00e3o do mal que lhes foi injustamente causado. Tem-se evitado ligar diretamente esta forma de agir com o conceito de \u201cindemniza\u00e7\u00e3o\u201d ditada por um tribunal.<\/p>\n<p>O que se encontra agora em estudo, na presente Assembleia da CEP, \u00e9 uma repara\u00e7\u00e3o financeira que reconhe\u00e7a a dor de quem sobreviveu a estes abusos e \u00e0s consequ\u00eancias que teve de suportar, e que coopere para que essas pessoas possam ter uma vida mais livre, digna e devidamente reconhecida. Sobre esta quest\u00e3o, foram pedidos v\u00e1rios pareceres a entidades competentes do ponto de vista cl\u00ednico, jur\u00eddico e can\u00f3nico, e ouvidas muitas pessoas, entre as quais v\u00edtimas. Agradecemos igualmente a outras pessoas que espontaneamente deram o contributo da pr\u00f3pria an\u00e1lise, que ser\u00e1 tida em conta na busca de um caminho de supera\u00e7\u00e3o destas situa\u00e7\u00f5es, a todos os t\u00edtulos demasiado dolorosas.<\/p>\n<p>Estudaremos em conjunto este assunto, na certeza de que, quem foi v\u00edtima de qualquer tipo de abuso, tem sempre a nossa proximidade e solidariedade, assumindo mais esta forma de pedir desculpa e ajudar a recuperar a dignidade de vida.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4>S\u00ednodo e Sinodalidade<\/h4>\n<p>Num momento em que h\u00e1 sinais claros de uma radicaliza\u00e7\u00e3o social, pol\u00edtica e at\u00e9 religiosa, que n\u00e3o \u00e9 exclusivo de Portugal, o processo sinodal que estamos a viver, apesar de parecer n\u00e3o estar na ordem do dia, est\u00e1 num processo de an\u00e1lise e fermenta\u00e7\u00e3o importante. Este tempo de reflex\u00e3o ativa envolve as dioceses, as confer\u00eancias episcopais, grupos de te\u00f3logos, canonistas, p\u00e1rocos (estes \u00faltimos ter\u00e3o um encontro de representantes em Roma, no m\u00eas de abril), associa\u00e7\u00f5es de fi\u00e9is e pessoas singulares, que dar\u00e3o o seu contributo para marcar a agenda da segunda parte da Assembleia Sinodal que ter\u00e1 lugar tamb\u00e9m em Roma, de 2 a 27 de outubro deste ano.<\/p>\n<p>No que nos diz respeito, at\u00e9 15 de maio, dever\u00e1 a Confer\u00eancia Episcopal Portuguesa pronunciar-se sobre a ausculta\u00e7\u00e3o nacional quanto ao modo como nos podemos tornar uma Igreja sinodal em miss\u00e3o. Al\u00e9m disso, nas nossas dioceses, o processo sinodal dos dois anos passados n\u00e3o foi em v\u00e3o. Pelo contr\u00e1rio, o sonho de uma Igreja mais participada, onde todos possam ser correspons\u00e1veis de acordo com os seus minist\u00e9rios e carismas e todos possam ser acolhidos, escutados e considerados, no respeito pela dignidade fundamental do batismo, \u00e9 um desejo ardente que contribuir\u00e1 para uma maior comunh\u00e3o e um vigor renovado para a miss\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4>Jubileu 2025<\/h4>\n<p>Os dias correm velozes em dire\u00e7\u00e3o a 2025, o ano do Jubileu celebrado sob o lema \u201cPeregrinos de Esperan\u00e7a\u201d. Desde o ano 1300, de forma c\u00edclica, e atualmente de 25 em 25 anos, o mundo recorda que, no tempo predestinado da Hist\u00f3ria, Deus se fez homem em Jesus para ser, para cada um, cura e alento, compreens\u00e3o e companhia, serenidade, alegria e esperan\u00e7a.<\/p>\n<p>Neste Ano da Ora\u00e7\u00e3o de prepara\u00e7\u00e3o para o Jubileu, a Igreja lembra que Deus n\u00e3o \u00e9 inacess\u00edvel e que cada um pode contactar com ele simplesmente atrav\u00e9s da escuta da sua Palavra e da ora\u00e7\u00e3o. Como diz o Papa Francisco, esta ora\u00e7\u00e3o representa \u201ca respira\u00e7\u00e3o da f\u00e9, a sua express\u00e3o mais pr\u00f3pria, uma esp\u00e9cie de grito silencioso que sai do cora\u00e7\u00e3o de quem acredita e se entrega a Deus.\u201d \u00c9 essa liga\u00e7\u00e3o pessoal e comunit\u00e1ria com o Esp\u00edrito de Jesus ressuscitado que guia e d\u00e1 for\u00e7a transformadora \u00e0 Igreja, para estar presente na transforma\u00e7\u00e3o do mundo, com os seus dramas e esperan\u00e7as.<\/p>\n<p>Al\u00e9m destas tem\u00e1ticas, outros assuntos ocupam a agenda desta Assembleia: a prepara\u00e7\u00e3o pr\u00f3xima da pr\u00f3xima visita dos bispos diocesanos e auxiliares a Roma, para um encontro com o Papa e os organismos fundamentais da Santa S\u00e9 <em>(Visita ad limina Apostolorum);<\/em> o 5.\u00ba Congresso Eucar\u00edstico Nacional, que ter\u00e1 lugar em Braga, de 31 de maio a 2 de junho, e no qual contaremos com a grata presen\u00e7a do Cardeal D. Jos\u00e9 Tolentino de Mendon\u00e7a enquanto Enviado Especial do Santo Padre; a atividade dos v\u00e1rios organismos da Confer\u00eancia Episcopal.<\/p>\n<p>Em tudo pedimos que seja o Esp\u00edrito de Cristo Ressuscitado a nos guiar no discernimento e nas decis\u00f5es comuns para a renova\u00e7\u00e3o da Igreja em Portugal.<\/p>\n<p><em>\u2020 Jos\u00e9 Ornelas Carvalho<\/em><br \/>\n<em>Bispo de Leiria-F\u00e1tima<\/em><br \/>\n<em>Presidente da Confer\u00eancia Episcopal Portuguesa<\/em><\/p>\n<h1><\/h1>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0F\u00e1tima, 08-04-2024<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":5628,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"default","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"default","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"set","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center 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