{"id":7953,"date":"2024-02-01T10:30:09","date_gmt":"2024-02-01T10:30:09","guid":{"rendered":"https:\/\/www.conferenciaepiscopal.pt\/v1\/?p=7953"},"modified":"2024-02-01T10:48:08","modified_gmt":"2024-02-01T10:48:08","slug":"mensagem-do-papa-francisco-para-a-quaresma-2024","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.conferenciaepiscopal.pt\/v1\/mensagem-do-papa-francisco-para-a-quaresma-2024\/","title":{"rendered":"Mensagem do Papa Francisco para a Quaresma 2024"},"content":{"rendered":"<p><strong><em>Atrav\u00e9s do deserto, Deus guia-nos para a liberdade<\/em><\/strong><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.conferenciaepiscopal.pt\/v1\/wp-content\/uploads\/papa_francisco_quaresma2018b.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-7954 size-medium alignright\" src=\"https:\/\/www.conferenciaepiscopal.pt\/v1\/wp-content\/uploads\/papa_francisco_quaresma2018b-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/www.conferenciaepiscopal.pt\/v1\/wp-content\/uploads\/papa_francisco_quaresma2018b-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.conferenciaepiscopal.pt\/v1\/wp-content\/uploads\/papa_francisco_quaresma2018b-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.conferenciaepiscopal.pt\/v1\/wp-content\/uploads\/papa_francisco_quaresma2018b-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.conferenciaepiscopal.pt\/v1\/wp-content\/uploads\/papa_francisco_quaresma2018b-1080x720.jpg 1080w, https:\/\/www.conferenciaepiscopal.pt\/v1\/wp-content\/uploads\/papa_francisco_quaresma2018b-1280x853.jpg 1280w, https:\/\/www.conferenciaepiscopal.pt\/v1\/wp-content\/uploads\/papa_francisco_quaresma2018b-980x653.jpg 980w, https:\/\/www.conferenciaepiscopal.pt\/v1\/wp-content\/uploads\/papa_francisco_quaresma2018b-480x320.jpg 480w, https:\/\/www.conferenciaepiscopal.pt\/v1\/wp-content\/uploads\/papa_francisco_quaresma2018b.jpg 1500w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Queridos irm\u00e3os e irm\u00e3s!<\/p>\n<p>Quando o nosso Deus Se revela, comunica liberdade: \u00abEu sou o Senhor, teu Deus, que te fiz sair da terra do Egipto, da casa da servid\u00e3o\u00bb (<em>Ex<\/em> 20, 2). Assim inicia o Dec\u00e1logo dado a Mois\u00e9s no Monte Sinai. O povo sabe bem de que \u00eaxodo Deus est\u00e1 a falar: traz ainda gravada na sua carne a experi\u00eancia da escravid\u00e3o. Recebe as \u00abdez palavras\u00bb no deserto como caminho de liberdade. N\u00f3s chamamos-lhes \u00abmandamentos\u00bb, fazendo ressaltar a for\u00e7a amorosa com que Deus educa o seu povo; mas, de facto, o chamamento para a liberdade constitui um vigoroso apelo. N\u00e3o se reduz a um mero acontecimento, mas amadurece ao longo dum caminho. Como Israel no deserto tinha ainda dentro de si o Egito (vemo-lo muitas vezes lamentar a falta do passado e murmurar contra o c\u00e9u e contra Mois\u00e9s), tamb\u00e9m hoje o povo de Deus traz dentro de si v\u00ednculos opressivos que deve optar por abandonar. Damo-nos conta disto, quando nos falta a esperan\u00e7a e vagueamos na vida como em terra desolada, sem uma terra prometida para a qual tendermos juntos. A Quaresma \u00e9 o tempo de gra\u00e7a em que o deserto volta a ser \u2013 como anuncia o profeta Oseias \u2013 o lugar do primeiro amor (cf. <em>Os<\/em> 2, 16-17). <em>Deus educa o seu povo, para que saia das suas escravid\u00f5es<\/em> e experimente a passagem da morte \u00e0 vida. Como um esposo, atrai-nos novamente a Si e sussurra ao nosso cora\u00e7\u00e3o palavras de amor.<\/p>\n<p>O \u00eaxodo da escravid\u00e3o para a liberdade n\u00e3o \u00e9 um caminho abstrato. A fim de ser concreta tamb\u00e9m a nossa Quaresma, o primeiro passo \u00e9 querer <em>ver a realidade<\/em>. Quando o Senhor, da sar\u00e7a ardente, atraiu Mois\u00e9s e lhe falou, revelou-Se logo como um Deus que v\u00ea e sobretudo escuta: \u00abEu bem vi a opress\u00e3o do meu povo que est\u00e1 no Egito, e ouvi o seu clamor diante dos seus inspetores; conhe\u00e7o, na verdade, os seus sofrimentos. Desci a fim de o libertar das m\u00e3os dos eg\u00edpcios e de o fazer subir desta terra para uma terra boa e espa\u00e7osa, para uma terra que mana leite e mel\u00bb (<em>Ex<\/em> 3, 7-8). Tamb\u00e9m hoje o grito de tantos irm\u00e3os e irm\u00e3s oprimidos chega ao c\u00e9u. Perguntemo-nos: E chega tamb\u00e9m a n\u00f3s? Mexe connosco? Comove-nos? H\u00e1 muitos fatores que nos afastam uns dos outros, negando a fraternidade que originariamente nos une.<\/p>\n<p>Na minha viagem a Lampedusa, \u00e0 globaliza\u00e7\u00e3o da indiferen\u00e7a contrapus duas perguntas, que se tornam cada vez mais atuais: \u00abOnde est\u00e1s?\u00bb (<em>Gn<\/em> 3, 9) e \u00abOnde est\u00e1 o teu irm\u00e3o?\u00bb (<em>Gn<\/em> 4, 9). O caminho quaresmal ser\u00e1 concreto, se, voltando a ouvir tais perguntas, confessarmos que hoje ainda estamos sob o dom\u00ednio do Fara\u00f3. \u00c9 um dom\u00ednio que nos deixa exaustos e insens\u00edveis. \u00c9 um modelo de crescimento que nos divide e nos rouba o futuro. A terra, o ar e a \u00e1gua est\u00e3o polu\u00eddos por ele, mas as pr\u00f3prias almas acabam contaminadas por tal dom\u00ednio. De facto, embora a nossa liberta\u00e7\u00e3o tenha come\u00e7ado com o Batismo, permanece em n\u00f3s uma inexplic\u00e1vel nostalgia da escravatura. \u00c9 como uma atra\u00e7\u00e3o para a seguran\u00e7a das coisas j\u00e1 vistas, em detrimento da liberdade.<\/p>\n<p>Quero apontar-vos, na narra\u00e7\u00e3o do \u00caxodo, um detalhe de n\u00e3o pequena import\u00e2ncia: \u00e9 Deus que v\u00ea, que Se comove e que liberta, n\u00e3o \u00e9 Israel que o pede. Com efeito, o Fara\u00f3 extingue tamb\u00e9m os sonhos, rouba o c\u00e9u, faz parecer imut\u00e1vel um mundo onde a dignidade \u00e9 espezinhada e os v\u00ednculos aut\u00eanticos s\u00e3o negados. Por outras palavras, o Fara\u00f3 consegue vincular-nos a ele. Perguntemo-nos: Desejo um mundo novo? E estou disposto a desligar-me dos compromissos com o velho? O testemunho de muitos irm\u00e3os bispos e dum grande n\u00famero de agentes de paz e justi\u00e7a convence-me cada vez mais de que aquilo que \u00e9 preciso denunciar \u00e9 um d\u00e9fice de esperan\u00e7a. Trata-se de um impedimento a sonhar, um grito mudo que chega ao c\u00e9u e comove o cora\u00e7\u00e3o de Deus. Assemelha-se \u00e0quela nostalgia da escravid\u00e3o que paralisa Israel no deserto, impedindo-o de avan\u00e7ar. O \u00eaxodo pode ser interrompido: n\u00e3o se explicaria doutro modo porque \u00e9, que tendo uma humanidade chegado ao limiar da fraternidade universal e a n\u00edveis de progresso cient\u00edfico, t\u00e9cnico, cultural e jur\u00eddico capazes de garantir a todos a dignidade, tateie ainda na escurid\u00e3o das desigualdades e dos conflitos.<\/p>\n<p>Deus n\u00e3o Se cansou de n\u00f3s. Acolhamos a Quaresma como o tempo forte em que a sua Palavra nos \u00e9 novamente dirigida: \u00abEu sou o Senhor, teu Deus, que te fiz sair da terra do Egipto, da casa da servid\u00e3o\u00bb (<em>Ex<\/em> 20, 2). \u00c9 <em>tempo de convers\u00e3o, tempo de liberdade<\/em>. O pr\u00f3prio Jesus, como recordamos anualmente no primeiro domingo da Quaresma, foi impelido pelo Esp\u00edrito para o deserto a fim de ser posto \u00e0 prova na sua liberdade. Durante quarenta dias, t\u00ea-Lo-emos diante dos nossos olhos e connosco: \u00e9 o Filho encarnado. Ao contr\u00e1rio do Fara\u00f3, Deus n\u00e3o quer s\u00fabditos, mas filhos. O deserto \u00e9 o espa\u00e7o onde a nossa liberdade pode amadurecer numa decis\u00e3o pessoal de n\u00e3o voltar a cair na escravid\u00e3o. Na Quaresma, encontramos novos crit\u00e9rios de ju\u00edzo e uma comunidade com a qual avan\u00e7ar por um caminho nunca percorrido.<\/p>\n<p>Isto comporta <em>uma luta<\/em>: assim no-lo dizem claramente o livro do \u00caxodo e as tenta\u00e7\u00f5es de Jesus no deserto. Com efeito, \u00e0 voz de Deus, que diz \u00abTu \u00e9s o meu Filho amado\u00bb (<em>Mc<\/em> 1, 11) e \u00abn\u00e3o haver\u00e1 para ti outros deuses na minha presen\u00e7a\u00bb (<em>Ex<\/em> 20, 3), contrap\u00f5em-se as mentiras do inimigo. Mais tem\u00edveis que o Fara\u00f3 s\u00e3o os \u00eddolos: poder\u00edamos consider\u00e1-los como a voz do inimigo dentro de n\u00f3s. Poder tudo, ser louvado por todos, levar a melhor sobre todos: todo o ser humano sente dentro de si a sedu\u00e7\u00e3o desta mentira. \u00c9 uma velha estrada. Assim podemos apegar-nos ao dinheiro, a certos projetos, ideias, objetivos, \u00e0 nossa posi\u00e7\u00e3o, a uma tradi\u00e7\u00e3o, at\u00e9 mesmo a algumas pessoas. Em vez de nos p\u00f4r em movimento, paralisar-nos-\u00e3o. Em vez de nos fazer encontrar, contrapor-nos-\u00e3o. Mas existe uma nova humanidade, o povo dos pequeninos e humildes que n\u00e3o cedeu ao fasc\u00ednio da mentira. Enquanto os \u00eddolos tornam mudos, cegos, surdos, im\u00f3veis aqueles que os servem (cf. <em>Sal<\/em> 115, 4-8), os pobres em esp\u00edrito est\u00e3o imediatamente dispon\u00edveis e prontos: uma for\u00e7a silenciosa de bem que cuida e sustenta o mundo.<\/p>\n<p>\u00c9 tempo de agir e, na Quaresma, <em>agir \u00e9 tamb\u00e9m parar<\/em>: parar <em>em ora\u00e7\u00e3o<\/em>, para acolher a Palavra de Deus, e parar como o Samaritano <em>em presen\u00e7a do irm\u00e3o ferido<\/em>. O amor de Deus e o do pr\u00f3ximo formam um \u00fanico amor. N\u00e3o ter outros deuses \u00e9 parar na presen\u00e7a de Deus, junto da carne do pr\u00f3ximo. Por isso, ora\u00e7\u00e3o, esmola e jejum n\u00e3o s\u00e3o tr\u00eas exerc\u00edcios independentes, mas um \u00fanico movimento de abertura, de esvaziamento: lancemos fora os \u00eddolos que nos tornam pesados, fora os apegos que nos aprisionam. Ent\u00e3o o cora\u00e7\u00e3o atrofiado e isolado despertar\u00e1. Para isso h\u00e1 que diminuir a velocidade e parar. Assim a dimens\u00e3o contemplativa da vida, que a Quaresma nos far\u00e1 reencontrar, mobilizar\u00e1 novas energias. Na presen\u00e7a de Deus, tornamo-nos irm\u00e3s e irm\u00e3os, sentimos os outros com nova intensidade: em vez de amea\u00e7as e de inimigos encontramos companheiras e companheiros de viagem. Tal \u00e9 o sonho de Deus, a terra prometida para a qual tendemos, quando sa\u00edmos da escravid\u00e3o.<\/p>\n<p>A forma sinodal da Igreja, que estamos a redescobrir e cultivar nestes anos, sugere que a Quaresma seja tamb\u00e9m <em>tempo de decis\u00f5es comunit\u00e1rias<\/em>, de pequenas e grandes op\u00e7\u00f5es contracorrente, capazes de modificar a vida quotidiana das pessoas e a vida de toda uma coletividade: os h\u00e1bitos nas compras, o cuidado com a cria\u00e7\u00e3o, a inclus\u00e3o de quem n\u00e3o \u00e9 visto ou \u00e9 desprezado. Convido toda a comunidade crist\u00e3 a fazer isto: oferecer aos seus fi\u00e9is momentos para repensarem os estilos de vida; reservar um tempo para verificarem a sua presen\u00e7a no territ\u00f3rio e o contributo que oferecem para o tornar melhor. Ai se a penit\u00eancia crist\u00e3 fosse como aquela que deixou Jesus triste! Tamb\u00e9m a n\u00f3s diz Ele: \u00abN\u00e3o mostreis um ar sombrio, como os hip\u00f3critas, que desfiguram o rosto para que os outros vejam que eles jejuam\u00bb (<em>Mt<\/em> 6, 16). Pelo contr\u00e1rio, veja-se a alegria nos rostos, sinta-se o perfume da liberdade, irradie aquele amor que faz novas todas as coisas, a come\u00e7ar das mais pequenas e pr\u00f3ximas. Isto pode acontecer em toda a comunidade crist\u00e3.<\/p>\n<p>Na medida em que esta Quaresma for de convers\u00e3o, a humanidade extraviada sentir\u00e1 um estreme\u00e7\u00e3o de criatividade: o lampejar duma <em>nova esperan\u00e7a<\/em>. Quero dizer-vos, como aos jovens que encontrei em Lisboa no ver\u00e3o passado: \u00abProcurai e arriscai; sim, procurai e arriscai. Neste momento hist\u00f3rico, os desafios s\u00e3o enormes, os gemidos dolorosos: estamos a viver uma terceira guerra mundial feita aos peda\u00e7os. Mas abracemos o risco de pensar que n\u00e3o estamos numa agonia, mas num parto; n\u00e3o no fim, mas no in\u00edcio dum grande espet\u00e1culo. E \u00e9 preciso coragem para pensar assim\u00bb (<em>Discurso aos estudantes universit\u00e1rios<\/em>, 03\/VIII\/2023). \u00c9 a coragem da convers\u00e3o, da sa\u00edda da escravid\u00e3o. A f\u00e9 e a caridade guiam pela m\u00e3o esta esperan\u00e7a menina. Ensinam-na a caminhar e, ao mesmo tempo, ela puxa-as para a frente<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a>.<\/p>\n<p>Aben\u00e7oo-vos a todos v\u00f3s e ao vosso caminho quaresmal.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Roma \u2013 S\u00e3o Jo\u00e3o de Latr\u00e3o, no I Domingo do Advento, 3 de dezembro de 2023.<\/p>\n<p>[<em>Francisco<\/em>]<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> Cf. CHARLES P\u00c9GUY, <em>Il portico del mistero della seconda virt\u00f9<\/em>, Mil\u00e3o 1978, 17-19 [tradu\u00e7\u00e3o portuguesa: <em>Os portais do mist\u00e9rio da segunda virtude<\/em>, Lisboa, Paulinas 2014].<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Atrav\u00e9s do deserto, Deus guia-nos para a liberdade<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":7954,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[74,4],"tags":[],"class_list":["post-7953","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-entrada","category-documentos"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - 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