{"id":7366,"date":"2022-03-08T12:13:07","date_gmt":"2022-03-08T12:13:07","guid":{"rendered":"https:\/\/www.conferenciaepiscopal.pt\/v1\/?p=7366"},"modified":"2022-03-08T12:14:22","modified_gmt":"2022-03-08T12:14:22","slug":"nao-nos-cansemos-nunca-de-fazer-o-bem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.conferenciaepiscopal.pt\/v1\/nao-nos-cansemos-nunca-de-fazer-o-bem\/","title":{"rendered":"N\u00e3o nos cansemos nunca de fazer o bem"},"content":{"rendered":"<p><em>Reflex\u00e3o da Comiss\u00e3o Nacional Justi\u00e7a e Paz\u00a0<\/em><em>sobre a mensagem do Papa Francisco para a Quaresma de 2022<\/em><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Estamos a viver o tempo quaresmal que surge, no ritmo da vida crente, como sendo o tempo oportuno para repensarmos a nossa exist\u00eancia. N\u00e3o se trata de um convite para pararmos a vida, mas, pelo contr\u00e1rio, de uma oportunidade para a podermos repensar, destacando todas aquelas din\u00e2micas que a valorizam, descartando aquelas que a paralisam, ousando a novidade que se revele necess\u00e1ria para a podermos enriquecer.<\/p>\n<p>Nesta Quaresma, a mensagem que o Papa Francisco dirige a toda a comunidade crente e a todos aqueles que por ela se possam deixar interpelar reveste-se de uma for\u00e7a prof\u00e9tica. No momento em que, perplexos, assistimos a acontecimentos que julg\u00e1vamos j\u00e1 n\u00e3o serem poss\u00edveis, por nos parecer que seria incompreens\u00edvel n\u00e3o ter aprendido as li\u00e7\u00f5es da hist\u00f3ria, no momento em que as vozes da destrui\u00e7\u00e3o e da guerra parecem gritar mais alto, somos convidados, com toda a veem\u00eancia, a que n\u00e3o nos cansemos nunca de fazer o bem.<\/p>\n<p>Deixando-se inspirar pelo texto de <em>Gal<\/em> 6, 9-10a \u00abN\u00e3o nos cansemos de fazer o bem; porque, a seu tempo colheremos, se n\u00e3o tivermos esmorecido. Portanto, enquanto temos tempo (<em>kair\u00f3s<\/em>), pratiquemos o bem para com todos\u00bb, Francisco prop\u00f5e-nos uma reflex\u00e3o dividida em tr\u00eas pontos.<\/p>\n<p>No primeiro reflete sobre a sementeira e a colheita, perguntando-se sobre qual \u00e9 o tempo favor\u00e1vel para semear. Face \u00e0 pergunta, a resposta dada pelos crist\u00e3os deve ser clara e inequ\u00edvoca: o tempo favor\u00e1vel \u00e9 o tempo presente, cada tempo presente. E de outro modo n\u00e3o poderia ser, como podemos compreender a partir da pr\u00f3pria din\u00e2mica da encarna\u00e7\u00e3o. Nada do que \u00e9 crist\u00e3o pode deixar de ter essa marca. Por isso, cada tempo que vivemos tem de ser o tempo favor\u00e1vel para fazer o bem. \u00c9 bom, a este prop\u00f3sito, relembrarmos aquela p\u00e1gina inicial da Constitui\u00e7\u00e3o Pastoral <em>Gaudium et Spes<\/em> onde podemos ler:<\/p>\n<p>\u201cAs alegrias e as esperan\u00e7as, as tristezas e as ang\u00fastias dos homens de hoje, sobretudo dos pobres e de todos aqueles que sofrem, s\u00e3o tamb\u00e9m as alegrias e as esperan\u00e7as, as tristezas e as ang\u00fastias dos disc\u00edpulos de Cristo; e n\u00e3o h\u00e1 realidade alguma verdadeiramente humana que n\u00e3o encontre eco no seu cora\u00e7\u00e3o. Porque a sua comunidade \u00e9 formada por homens, que, reunidos em Cristo, s\u00e3o guiados pelo Esp\u00edrito Santo na sua peregrina\u00e7\u00e3o em demanda do reino do Pai, e receberam a mensagem da salva\u00e7\u00e3o para a comunicar a todos. Por este motivo, a Igreja sente-se real e intimamente ligada ao g\u00e9nero humano e \u00e0 sua hist\u00f3ria.\u201d<\/p>\n<p>Porque intimamente ligados ao g\u00e9nero humano e \u00e0 sua hist\u00f3ria, porque n\u00e3o h\u00e1 realidade alguma verdadeiramente humana que n\u00e3o encontre eco nos seus cora\u00e7\u00f5es, os crist\u00e3os n\u00e3o podem, neste momento t\u00e3o grave da hist\u00f3ria, deixar de semear o bem. Neste sentido, esta Quaresma tem de ser tempo favor\u00e1vel para repensarmos o modo como estamos a educar e formar as novas gera\u00e7\u00f5es. O que ensinamos nas nossas escolas, o que partilhamos nas nossas catequeses, o que refletimos nas nossas forma\u00e7\u00f5es tem de ser sementeira para criarmos um mundo diferente. Se quisermos verdadeiramente ousar o futuro diferente que se revela cada vez mais necess\u00e1rio e urgente, temos definitivamente de embarcar na \u00abArca da Fraternidade\u00bb, desenvolvendo uma pacto educativo, que potencie o talento humano e o ponha ao servi\u00e7o do bem de todos; promovendo uma economia que coloque a pessoa no centro, destacando que essa \u00e9 a maior riqueza; cuidando da Casa Comum, porque ela tem de ser um lar para todos; apoiando a fam\u00edlia, porque por ela passa o futuro da Igreja e do mundo; construindo a paz, porque tudo pode ser perdido com a guerra.<\/p>\n<p>Esta Quaresma deve ser tempo favor\u00e1vel para nos interrogarmos sobre as realidades que habitam a nossa mente e o nosso cora\u00e7\u00e3o. Quais s\u00e3o as nossas reais preocupa\u00e7\u00f5es? Onde gastamos a maior parte do nosso tempo? O que \u00e9 que verdadeiramente nos cativa e inspira? A verdade com que respondermos a estas perguntas certamente nos ajudar\u00e1 a compreender melhor as mudan\u00e7as que temos de fazer para sermos semeadores do bem e construtores da paz.<\/p>\n<p>Podemos n\u00e3o ser n\u00f3s a colher os frutos desta sementeira, mas o que sabemos \u00e9 que a colheita ser\u00e1 sempre o resultado daquilo que semearmos. Se n\u00e3o semearmos nada, ou semearmos pouco, n\u00e3o colheremos nada, ou colheremos pouco. O bem que queremos e necessitamos para n\u00f3s e para as gera\u00e7\u00f5es futuras, o bem que queremos, porque estamos convictos de que esse \u00e9 tamb\u00e9m o querer de Deus, est\u00e1 a pedir que nunca nos cansemos de nos comprometer com esse mesmo bem desejado, encarando isso \u201cn\u00e3o como um peso, mas como uma gra\u00e7a pela qual o Criador nos quer ativamente unidos \u00e0 sua fecunda magnanimidade\u201d, como podemos ler na mensagem que nos \u00e9 dirigida.<\/p>\n<p>No segundo ponto, o Papa Francisco sublinha a import\u00e2ncia do compromisso dos crist\u00e3os e das suas comunidades com o bem, alertando para as dificuldades que certamente ter\u00e3o de ser enfrentadas: \u201cPerante a amarga desilus\u00e3o por tantos sonhos desfeitos, a inquieta\u00e7\u00e3o com os desafios a enfrentar, o desconsolo pela pobreza de meios \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o, a tenta\u00e7\u00e3o \u00e9 fechar-se num ego\u00edsmo individualista e, \u00e0 vista dos sofrimentos alheios, refugiar-se na indiferen\u00e7a.\u201d<\/p>\n<p>O \u00faltimo est\u00e1dio de uma crise, dizem alguns, costuma manifestar-se por uma situa\u00e7\u00e3o de \u00absatura\u00e7\u00e3o indiferente\u00bb. Esse \u00e9 certamente um dos maiores perigos que corremos. O cansa\u00e7o pode come\u00e7ar a querer ganhar terreno, porque os resultados n\u00e3o aparecem, porque a colheita ainda se vislumbra muito long\u00ednqua, possibilitando que se comece a instalar a indiferen\u00e7a que nos pode fazer olhar para a realidade considerando que pouco ou nada h\u00e1 a fazer e facilitando, por sua vez, o aparecimento da tenta\u00e7\u00e3o de nos instalarmos no interior dos nossos grupos e comunidades como zonas de conforto e seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>J\u00e1 na <em>Evangelii Gaudium<\/em> t\u00ednhamos sido alertados para isso:<\/p>\n<p>\u201cO grande risco do mundo atual, com sua m\u00faltipla e avassaladora oferta de consumo, \u00e9 uma tristeza individualista que brota do cora\u00e7\u00e3o comodista e mesquinho, da busca desordenada de prazeres superficiais, da consci\u00eancia isolada. Quando a vida interior se fecha nos pr\u00f3prios interesses, deixa de haver espa\u00e7o para os outros, j\u00e1 n\u00e3o entram os pobres, j\u00e1 n\u00e3o se ouve a voz de Deus, j\u00e1 n\u00e3o se goza da doce alegria do seu amor, nem fervilha o entusiasmo de fazer o bem. Este \u00e9 um risco, certo e permanente, que correm tamb\u00e9m os crentes.\u201d (n.\u00ba 2)<\/p>\n<p>E se este grande risco est\u00e1 bem sinalizado, tamb\u00e9m est\u00e1 o modo como o podemos superar:<\/p>\n<p>\u201cA proposta \u00e9 viver a um n\u00edvel superior, mas n\u00e3o com menor intensidade: \u00abNa doa\u00e7\u00e3o, a vida se fortalece; e se enfraquece no comodismo e no isolamento. De facto, os que mais desfrutam da vida s\u00e3o os que deixam a seguran\u00e7a da margem e se apaixonam pela miss\u00e3o de comunicar a vida aos demais\u00bb. Quando a Igreja faz apelo ao compromisso evangelizador, n\u00e3o faz mais do que indicar aos crist\u00e3os o verdadeiro dinamismo da realiza\u00e7\u00e3o pessoal: \u00abAqui descobrimos outra profunda lei da realidade: \u00b4A vida se alcan\u00e7a e amadurece \u00e0 medida que \u00e9 entregue para dar vida aos outros`. Isto \u00e9, definitivamente, a miss\u00e3o.\u00bb\u201d (n.\u00ba 10)<\/p>\n<p>A Quaresma \u00e9 tamb\u00e9m o tempo favor\u00e1vel para mapearmos aquilo que nas nossas vidas e comunidades \u00e9 sinal de uma tristeza individualista, dum cora\u00e7\u00e3o comodista e mesquinho e de uma consci\u00eancia isolada, de modo a podermos verdadeiramente promover a din\u00e2mica do dom, que se preocupa em defender e promover a vida de todos e em todas as ocasi\u00f5es.<\/p>\n<p>A ora\u00e7\u00e3o, o jejum e a caridade surgem, neste tempo da Quaresma, ainda com mais evid\u00eancia, como lugares privilegiados para com Deus escutarmos o clamor dos povos. \u201cPrecisamos de rezar, porque necessitamos de Deus. A ilus\u00e3o de nos bastar a n\u00f3s mesmos \u00e9 perigosa\u201d, podemos ler na mensagem. A ora\u00e7\u00e3o aproxima-nos do Senhor e ajuda-nos a olhar e a entender a hist\u00f3ria com os seus olhos e o seu entendimento. E como estamos necessitados disso! O jejum pode ajudar a focar-nos no essencial, possibilitando o reconhecimento daquelas coisas que nos desviam da fonte da vida. A Quaresma \u00e9 tamb\u00e9m tempo oportuno para a reconcilia\u00e7\u00e3o com o projeto de Deus para as nossas vidas e para a hist\u00f3ria. A Quaresma \u00e9, igualmente, \u201ctempo prop\u00edcio para procurar, e n\u00e3o evitar, quem passa necessidade; para chamar, e n\u00e3o ignorar, quem deseja aten\u00e7\u00e3o e uma boa palavra; para visitar, e n\u00e3o abandonar, quem sofre a solid\u00e3o.\u201d Neste sentido, o compromisso com o servi\u00e7o da caridade \u00e9 testemunho e crit\u00e9rio para aferir a fidelidade a Deus e ao seu projeto. A esse prop\u00f3sito lembramos o que se pode ler no n.\u00ba 178 da <em>Evangelii Gaud<\/em>i<em>um<\/em>:<\/p>\n<p>\u201cA partir do cora\u00e7\u00e3o do Evangelho, reconhecemos a conex\u00e3o \u00edntima que existe entre evangeliza\u00e7\u00e3o e promo\u00e7\u00e3o humana, que se deve necessariamente exprimir e desenvolver em toda a a\u00e7\u00e3o evangelizadora. A aceita\u00e7\u00e3o do primeiro an\u00fancio, que convida a deixar-se amar por Deus e a am\u00e1-Lo com o amor que Ele mesmo nos comunica, provoca na vida da pessoa e nas suas a\u00e7\u00f5es uma primeira e fundamental rea\u00e7\u00e3o: desejar, procurar e ter a peito o bem dos outros.\u201d<\/p>\n<p>Finalmente, no terceiro ponto, o Papa lembra-nos que \u201ca seu tempo colheremos, se n\u00e3o tivermos esmorecido. O bem, o amor a justi\u00e7a e a solidariedade, como se diz na <em>Fratelli Tutti<\/em> n.\u00ba 11, n\u00e3o se alcan\u00e7am de uma vez para sempre, tendo de ser conquistados cada dia.<\/p>\n<p>O mesmo se pode e deve dizer acerca da paz. Ela \u00e9 mesmo um compromisso inadi\u00e1vel para todos os que se dizem crist\u00e3os. Ela \u00e9 crit\u00e9rio da autenticidade da experi\u00eancia crist\u00e3: Bem-aventurados os que promovem a paz, porque ser\u00e3o chamados filhos de Deus (<em>Mt<\/em> 5, 9).<\/p>\n<p>A paz \u00e9 verdadeiramente um trabalho de \u00abartesanato\u00bb ao qual todos somos convocados como se pode ler no n.\u00ba 231 da <em>Fratelli Tutti<\/em>:<\/p>\n<p>\u201cExiste uma \u00abarquitetura\u00bb da paz, na qual interv\u00eam as v\u00e1rias institui\u00e7\u00f5es da sociedade, cada uma dentro de sua compet\u00eancia, mas h\u00e1 tamb\u00e9m um \u00abartesanato\u00bb da paz que nos envolve a todos.\u201d<\/p>\n<p>Este tempo de Quaresma \u00e9 tamb\u00e9m o tempo favor\u00e1vel para vermos e identificarmos tudo o que nas nossas vidas e nas nossas sociedades se configura como obst\u00e1culo \u00e0 paz, de modo a que possa ser removido.<\/p>\n<p>Este tempo de Quaresma que estamos a viver \u00e9 verdadeiramente o tempo \u201cfavor\u00e1vel de renova\u00e7\u00e3o pessoal e comunit\u00e1ria que nos conduz \u00e0 P\u00e1scoa de Jesus Cristo morto e ressuscitado.\u201d<\/p>\n<p>Ainda a viver as consequ\u00eancias de uma pandemia global que n\u00e3o est\u00e1 terminada, somos agora confrontados com os horrores da guerra, que se mostram evidentes no territ\u00f3rio europeu, mas que t\u00eam estado presentes em tantos outros territ\u00f3rios, apesar de n\u00e3o serem t\u00e3o vis\u00edveis, ou de n\u00f3s n\u00e3o os vermos com tanta evid\u00eancia. Uma imensa vaga de refugiados desta guerra vem ainda aumentar esse n\u00famero, j\u00e1 gigante, de tantos irm\u00e3os nossos deslocados. Acolher os que fogem da guerra, vivendo com eles a experi\u00eancia da hospitalidade, \u00e9 certamente hoje uma das maneiras de concretizar uma das obras de miseric\u00f3rdia (cf. <em>Mt<\/em> 35, 34-46). A prepara\u00e7\u00e3o da celebra\u00e7\u00e3o da P\u00e1scoa pode nesta Quaresma passar, de um modo muito concreto, pelo exerc\u00edcio deste acolhimento, porque, n\u00e3o tenhamos medo de o afirmar, a verdade sobre a nossa f\u00e9 acontece tamb\u00e9m quando cuidamos dos sofrimentos dos outros, ou passamos ao largo (cf. <em>FT <\/em>70).<\/p>\n<p>Perante estes enormes desafios que nos interpelam enquanto humanidade e enquanto crist\u00e3os somos chamados, de um modo especial nesta Quaresma, a renovarmos as nossas vidas \u00e0 luz do Evangelho e a comprometermo-nos, todos os dias e sempre, com a constru\u00e7\u00e3o da paz e a realiza\u00e7\u00e3o do bem.<\/p>\n<p>Lisboa, 8 de mar\u00e7o de 2022<\/p>\n<p><strong>[<a href=\"https:\/\/www.conferenciaepiscopal.pt\/v1\/wp-content\/uploads\/CNJP_ReflexaoQuaresmal2022.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">PDF<\/a>]<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Reflex\u00e3o da Comiss\u00e3o Nacional Justi\u00e7a e Paz\u00a0sobre a mensagem do Papa Francisco para a Quaresma de 2022<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":6146,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[74,4],"tags":[],"class_list":["post-7366","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-entrada","category-documentos"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - 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