{"id":6660,"date":"2020-05-08T19:40:16","date_gmt":"2020-05-08T18:40:16","guid":{"rendered":"http:\/\/www.conferenciaepiscopal.pt\/v1\/?p=6660"},"modified":"2020-05-08T22:38:46","modified_gmt":"2020-05-08T21:38:46","slug":"orientacoes-da-conferencia-episcopal-portuguesa-para-a-celebracao-do-culto-publico-catolico-no-contexto-da-pandemia-covid-19","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.conferenciaepiscopal.pt\/v1\/orientacoes-da-conferencia-episcopal-portuguesa-para-a-celebracao-do-culto-publico-catolico-no-contexto-da-pandemia-covid-19\/","title":{"rendered":"Orienta\u00e7\u00f5es da Confer\u00eancia Episcopal Portuguesa para a celebra\u00e7\u00e3o do Culto p\u00fablico cat\u00f3lico no contexto da pandemia COVID-19"},"content":{"rendered":"<p><!--more--><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.conferenciaepiscopal.pt\/v1\/wp-content\/uploads\/cep.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignright wp-image-5628 size-medium\" src=\"https:\/\/www.conferenciaepiscopal.pt\/v1\/wp-content\/uploads\/cep-300x204.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"204\" srcset=\"https:\/\/www.conferenciaepiscopal.pt\/v1\/wp-content\/uploads\/cep-300x204.jpg 300w, https:\/\/www.conferenciaepiscopal.pt\/v1\/wp-content\/uploads\/cep-768x523.jpg 768w, https:\/\/www.conferenciaepiscopal.pt\/v1\/wp-content\/uploads\/cep-600x409.jpg 600w, https:\/\/www.conferenciaepiscopal.pt\/v1\/wp-content\/uploads\/cep.jpg 925w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>Bendizemos ao Senhor Jesus Cristo que n\u00e3o nos abandonou neste tempo dif\u00edcil e\u00a0agradecemos \u00e0 Virgem Santa Maria a intercess\u00e3o nas nossas necessidades, para sermos capazes de compreender e viver todos os acontecimentos pessoais e comunit\u00e1rios como momentos de salva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O novo coronav\u00edrus continua a propagar-se em Portugal, j\u00e1 que estamos ainda no in\u00edcio desta pandemia. Na parte que lhe cabe, a Igreja tem a grave responsabilidade de prevenir o cont\u00e1gio da enfermidade, em coordena\u00e7\u00e3o com as leg\u00edtimas autoridades governativas e de sa\u00fade.<\/p>\n<p>Entretanto, face ao controlo progressivo da pandemia provocada pelo coronav\u00edrus COVID-19 no nosso Pa\u00eds e ao in\u00edcio das medidas de desconfinamento, esperamos retomar brevemente as celebra\u00e7\u00f5es lit\u00fargicas comunit\u00e1rias e abertas e demais atos de culto p\u00fablico, o que corresponde \u00e0 natureza da Igreja, assembleia do Senhor.<\/p>\n<p>Reafirmamos o nosso regozijo pela redescoberta e revaloriza\u00e7\u00e3o criativas de numerosas formas pessoais e familiares de pr\u00e1tica religiosa, de ora\u00e7\u00e3o e liturgia dom\u00e9stica. Com esta nova vitalidade, poderemos enfrentar melhor os meses que nos esperam, sabendo bem que ser\u00e1 preciso ainda esperar algum tempo at\u00e9 ao integral restabelecimento da vida eclesial e religiosa. Nada pode substituir a vida sacramental plena. Mas bem sabemos que as celebra\u00e7\u00f5es p\u00fablicas do Culto Divino constituem o cume e a fonte, embora n\u00e3o sejam o todo da nossa vida de f\u00e9, esperan\u00e7a e caridade.<\/p>\n<p>Ao mesmo tempo que se retoma a participa\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria na Liturgia, h\u00e1 que garantir a prote\u00e7\u00e3o contra a infe\u00e7\u00e3o. Por isso, a Confer\u00eancia Episcopal Portuguesa convida todos os fi\u00e9is a fazerem por si pr\u00f3prios todos os poss\u00edveis para limitar esta pandemia e prop\u00f5e algumas medidas de prote\u00e7\u00e3o que dimanam da caridade fraterna.<\/p>\n<p>Estas normas de prote\u00e7\u00e3o dever\u00e3o ser concretizadas em cada Diocese, modificando-as, se for o caso, tendo em conta o que a autoridade de sa\u00fade dispuser em cada momento. O bem comum convida todas as Dioceses a caminharem juntas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>ANTES DA MISSA<\/h3>\n<p>1. Na impossibilidade de cumprir presencialmente o preceito dominical, convida-se \u00e0 leitura orante da Palavra de Deus e \u00e0 ora\u00e7\u00e3o em casa, aproveitando-se a transmiss\u00e3o medi\u00e1tica das celebra\u00e7\u00f5es, tamb\u00e9m dispon\u00edvel para os que n\u00e3o podem ir \u00e0 igreja por raz\u00f5es de sa\u00fade ou idade.<\/p>\n<p>2. Pede-se aos fi\u00e9is que est\u00e3o ou se sentem doentes que n\u00e3o v\u00e3o \u00e0 Missa. No respeito pelas diretivas das autoridades de sa\u00fade, poder\u00e3o receber a comunh\u00e3o em suas casas recorrendo ao servi\u00e7o dos ministros extraordin\u00e1rios da Comunh\u00e3o, logo que poss\u00edvel, devendo observar as mesmas regras de higieniza\u00e7\u00e3o da Comunh\u00e3o na Missa dominical.<\/p>\n<p>3. Convidam-se fi\u00e9is pertencentes a grupos de risco a n\u00e3o frequentar a Missa dominical; por raz\u00f5es imperiosas, poder\u00e3o ir \u00e0 Missa durante a semana, em que h\u00e1 menos fi\u00e9is.<\/p>\n<p>4. Devem afixar-se, em s\u00edtios bem vis\u00edveis, cartazes a lembrar as regras de higiene e de distanciamento (anexos da Dire\u00e7\u00e3o Geral de Sa\u00fade).<\/p>\n<p>5. As comunidades crist\u00e3s dever\u00e3o organizar equipas de acolhimento e ordem que auxiliem os fi\u00e9is no cumprimento das normas de prote\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>6. Nos hor\u00e1rios previstos para as celebra\u00e7\u00f5es, as portas de entrada da igreja, claramente identific\u00e1veis, dever\u00e3o estar abertas para evitar que quem acede tenha de tocar nos puxadores ou ma\u00e7anetas. A comunidade crist\u00e3 confiar\u00e1 a um pequeno grupo de pessoas a tarefa de velar pelo correto decorrer das entradas.<\/p>\n<p>7. Sempre que poss\u00edvel, as portas de entrada sejam distintas das de sa\u00edda e haver\u00e1 percursos sinalizados de sentido \u00fanico de modo a evitar que as pessoas se cruzem.<\/p>\n<p>8. Os fi\u00e9is devem higienizar as m\u00e3os \u00e0 entrada da igreja com um produto desinfetante. As pessoas a quem a comunidade crist\u00e3 confia esta tarefa por\u00e3o \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o frascos dispensadores com uma quantidade suficiente de produto desinfetante e verificar\u00e3o que todos, sem exce\u00e7\u00e3o, desinfetam as m\u00e3os.<\/p>\n<p>9. \u00c9 obrigat\u00f3rio o uso de m\u00e1scara, a qual s\u00f3 dever\u00e1 ser retirada no momento da rece\u00e7\u00e3o da Comunh\u00e3o eucar\u00edstica.<\/p>\n<p>10. O acesso dos fi\u00e9is \u00e0s Missas dominicais, \u00e0s celebra\u00e7\u00f5es da Palavra e a outros atos de culto ser\u00e1 limitado no n\u00famero de participantes, de acordo com a dimens\u00e3o da igreja e as regras aplic\u00e1veis, pelas autoridades competentes, a todos os eventos em espa\u00e7os fechados.<\/p>\n<p>11. Deve respeitar-se a dist\u00e2ncia m\u00ednima de seguran\u00e7a entre participantes de modo que cada fiel disponha, s\u00f3 para si, de um espa\u00e7o m\u00ednimo de 4m<sup>2<\/sup>; deve garantir-se, com medidas adequadas, que as dist\u00e2ncias necess\u00e1rias sejam respeitadas (por ex: barrando acesso a alguns bancos ou alternando as filas, afastando cadeiras; marcando os lugares com cores ou outra sinal\u00e9tica). A regra do distanciamento n\u00e3o se aplica a pessoas da mesma fam\u00edlia ou que vivam na mesma casa.<\/p>\n<p>12. Para descongestionar as igrejas com maior aflu\u00eancia de fi\u00e9is e quando os sacerdotes j\u00e1 celebrarem a Santa Missa no n\u00famero de vezes canonicamente permitido, poder\u00e3o oferecer-se celebra\u00e7\u00f5es na aus\u00eancia de presb\u00edtero, com distribui\u00e7\u00e3o da comunh\u00e3o, nas condi\u00e7\u00f5es previstas. Para evitar que alguns fi\u00e9is sejam mandados embora ao chegar a uma igreja com a lota\u00e7\u00e3o j\u00e1 preenchida, sugerem-se, onde for vi\u00e1vel, dilig\u00eancias de reserva e numera\u00e7\u00e3o dos lugares; pode tamb\u00e9m privilegiar-se o acesso, rotativamente, aos diferentes lugares, povoa\u00e7\u00f5es ou arruamentos de cada comunidade crist\u00e3.<\/p>\n<p>13. Sempre que a meteorologia o permita e haja espa\u00e7os adequados, fa\u00e7a-se um uso generoso da possibilidade de celebrar atos de culto ao ar livre. Nessas situa\u00e7\u00f5es d\u00ea-se preced\u00eancia nos assentos \u00e0s pessoas mais velhas.<\/p>\n<p>14. As pias de \u00e1gua benta junto \u00e0s entradas da igreja continuar\u00e3o vazias.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>DURANTE A MISSA<\/h3>\n<p>15. Os fi\u00e9is ocupam os lugares previstos, mantendo as dist\u00e2ncias estabelecidas, sob a supervis\u00e3o das pessoas a quem a comunidade crist\u00e3 confia esta tarefa. N\u00e3o se separam as fam\u00edlias ou os que vivem na mesma casa. As primeiras pessoas a entrar devem ocupar os lugares mais distantes da porta de entrada.<\/p>\n<p>16. Os fi\u00e9is que sintam algum mal-estar durante alguma celebra\u00e7\u00e3o devem sair imediatamente, acompanhadas pelas pessoas que a comunidade crist\u00e3 tiver designado.<\/p>\n<p>17.\u00a0 Habitualmente, al\u00e9m do sacerdote e di\u00e1cono, a celebra\u00e7\u00e3o pode desenrolar-se com o n\u00famero de ac\u00f3litos adequado ao espa\u00e7o existente no presbit\u00e9rio para que se cumpram as regras do distanciamento. Nas mesmas condi\u00e7\u00f5es, podem tamb\u00e9m intervir um ou dois leitores que poder\u00e3o estar situados na assembleia. Analogamente, para a dinamiza\u00e7\u00e3o musical das celebra\u00e7\u00f5es recomenda-se que haja um n\u00famero adequado de cantores, acompanhados de algum instrumento, de prefer\u00eancia o \u00f3rg\u00e3o.<\/p>\n<p>18. Os leitores e cantores desinfetar\u00e3o as m\u00e3os antes e depois de tocarem no amb\u00e3o ou nos livros. N\u00e3o haver\u00e1 folha de c\u00e2nticos nem se distribuir\u00e3o desdobr\u00e1veis com as leituras ou qualquer outro objeto ou papel.<\/p>\n<p>19. Os recipientes para recolher a coleta n\u00e3o se passar\u00e3o no momento do ofert\u00f3rio, mas ser\u00e3o apresentados \u00e0 sa\u00edda da igreja pela equipa de ordem e acolhimento, seguindo os crit\u00e9rios de seguran\u00e7a apontados.<\/p>\n<p>20. Os sacrist\u00e3es, ac\u00f3litos ministrantes e outros colaboradores da igreja, equipados com m\u00e1scaras e luvas descart\u00e1veis, devem manusear e limpar os utens\u00edlios lit\u00fargicos, e sec\u00e1-los com toalhas de papel, n\u00e3o reutiliz\u00e1veis.<\/p>\n<p>21. O sacerdote e o di\u00e1cono, se estiver presente, desinfetar\u00e3o as m\u00e3os antes da apresenta\u00e7\u00e3o dos dons. Apenas o sacerdote e o di\u00e1cono (n\u00e3o os ac\u00f3litos) pegam nas oferendas e nos vasos sagrados.<\/p>\n<p>22. O c\u00e1lice e a patena dever\u00e3o estar cobertos com a respetiva <em>pala<\/em>, apenas se destapando no momento em que o sacerdote celebrante os toma nas suas m\u00e3os para a consagra\u00e7\u00e3o; as p\u00edxides devem manter-se fechadas com a respetiva tampa.<\/p>\n<p>23. O gesto de paz, que \u00e9 facultativo, continua suspenso.<\/p>\n<p>24. Na prociss\u00e3o para a Comunh\u00e3o, os fi\u00e9is devem respeitar o distanciamento aconselhado. Se for o caso, marcar-se-\u00e3o as dist\u00e2ncias no pavimento da igreja. Sendo inevit\u00e1vel uma maior proximidade, os ministros que a distribuem usar\u00e3o m\u00e1scara.<\/p>\n<p>25. O di\u00e1logo individual da Comunh\u00e3o (\u00ab<em>Corpo de Cristo<\/em>\u00bb. \u2013 \u00ab<em>Amen.<\/em>\u00bb) pronunciar-se-\u00e1 de forma coletiva depois da resposta \u00ab<em>Senhor, eu n\u00e3o sou digno\u2026<\/em>\u00bb, distribuindo-se a Eucaristia em sil\u00eancio.<\/p>\n<p>26. Na rece\u00e7\u00e3o da Comunh\u00e3o, observem-se as normas de seguran\u00e7a e de sa\u00fade, nomeadamente em rela\u00e7\u00e3o ao distanciamento f\u00edsico entre os comungantes e \u00e0 higieniza\u00e7\u00e3o das m\u00e3os.<\/p>\n<p>27. Continua a n\u00e3o se ministrar a comunh\u00e3o na boca e pelo c\u00e1lice. Eventuais concelebrantes e di\u00e1conos comungam do c\u00e1lice por intin\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>28. No caso de o sacerdote celebrante ser mais idoso ou pertencer a algum grupo de risco, deve ser substitu\u00eddo, na distribui\u00e7\u00e3o da Comunh\u00e3o, por algum di\u00e1cono ou ministro extraordin\u00e1rio.<\/p>\n<p>29. As regras relativas \u00e0 higiene e ao distanciamento entre participantes aplicam\u00ad-se, de igual modo, \u00e0s demais a\u00e7\u00f5es lit\u00fargicas e aos outros atos de piedade.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>DEPOIS DA MISSA<\/h3>\n<p>30. As pessoas a quem a comunidade crist\u00e3 confiou a tarefa de abrir as portas de sa\u00edda devem faz\u00ea-lo depois da b\u00ean\u00e7\u00e3o final.<\/p>\n<p>31. Os fi\u00e9is deixam a igreja, segundo uma ordem fixada em cada comunidade crist\u00e3 no respeito pelas regras de distanciamento, e n\u00e3o se aglomeram diante da igreja. Algum membro da equipa de acolhimento e ordem velar\u00e1 por isso. As primeiras pessoas a sair devem ser as que est\u00e3o mais pr\u00f3ximas da porta de sa\u00edda.<\/p>\n<p>32. Ap\u00f3s a Missa, proceda-se ao arejamento da igreja durante pelo menos 30 minutos, e os pontos de contacto (vasos sagrados, livros lit\u00fargicos, objetos, bancos, puxadores e ma\u00e7anetas das portas, instala\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias) devem ser cuidadosamente desinfetados.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>OUTRAS CELEBRA\u00c7\u00d5ES E ATIVIDADES PASTORAIS<\/h3>\n<p>33. Todas as celebra\u00e7\u00f5es e atividades pastorais, quando se realizarem ainda em ambiente de epidemia devem observar as seguintes orienta\u00e7\u00f5es e est\u00e3o condicionadas ao escrupuloso cumprimento das normas de higiene, distanciamento e outras formas de prote\u00e7\u00e3o (uso de m\u00e1scara e de luvas) que as autoridades de sa\u00fade prescreverem.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><strong>1.\u00a0Batismo de crian\u00e7as<\/strong><\/h4>\n<p>34. Para a signa\u00e7\u00e3o, no acolhimento, o ministro proceder\u00e1 conforme est\u00e1 previsto na admiss\u00e3o de catec\u00famenos (RICA, rubrica do n. 83): tra\u00e7a uma cruz diante da fronte de cada batizando, sem contacto f\u00edsico; os pais, mas n\u00e3o os padrinhos (a n\u00e3o ser que tamb\u00e9m eles coabitem com a crian\u00e7a a batizar) far\u00e3o o sinal da cruz na fronte do filho.<\/p>\n<p>35. Para a un\u00e7\u00e3o pr\u00e9-batismal proceder-se-\u00e1 conforme est\u00e1 previsto no n.\u00ba 51 do Ritual <em>Celebra\u00e7\u00e3o do Baptismo das Crian\u00e7as<\/em>: o ministro dir\u00e1 a f\u00f3rmula prevista, seguida do gesto da imposi\u00e7\u00e3o das m\u00e3os sobre cada crian\u00e7a, mas sem contacto f\u00edsico.<\/p>\n<p>36. Em todas as celebra\u00e7\u00f5es do Batismo proceda-se \u00e0 b\u00ean\u00e7\u00e3o de \u00e1gua fresca e limpa. Na administra\u00e7\u00e3o da \u00e1gua batismal, haja o cuidado de que a \u00e1gua derramada no ato do batismo n\u00e3o possa ser reutilizada, sendo antes escoada pelo sumidouro ou para uma vasilha distinta, evitando qualquer tipo de contacto entre os batizandos. O ministro poder\u00e1 usar para todos os batismos a mesma concha, previamente higienizada.<\/p>\n<p>37. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 un\u00e7\u00e3o p\u00f3s-batismal, autoriza-se a exce\u00e7\u00e3o j\u00e1 prevista na rubrica do n.\u00ba 125 do Ritual para o caso de o n\u00famero dos batizados ser muito grande: omite-se a un\u00e7\u00e3o e diz-se a ora\u00e7\u00e3o com a adapta\u00e7\u00e3o prevista no Ritual.<\/p>\n<p>38. Nenhum dos demais ritos da Liturgia do Batismo sup\u00f5e qualquer contacto f\u00edsico a n\u00e3o ser dos pais com a crian\u00e7a que \u00e9 batizada.<\/p>\n<p>39. Com estes procedimentos, pode ser autorizada a celebra\u00e7\u00e3o de Batismos quer de uma s\u00f3 crian\u00e7a, quer de v\u00e1rias, com condicionamentos em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 ocupa\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o e \u00e0s normas de higiene e distanciamento iguais \u00e0s previstas para a celebra\u00e7\u00e3o da Missa dominical.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><strong>2. Inicia\u00e7\u00e3o crist\u00e3 dos adultos<\/strong><\/h4>\n<p>40. Nos ritos do catecumenado, tanto de exorcismo como de b\u00ean\u00e7\u00e3o, a imposi\u00e7\u00e3o das m\u00e3os far-se-\u00e1 sempre sem contacto f\u00edsico; o gesto do sopro ser\u00e1 substitu\u00eddo pelo gesto de estender a m\u00e3o direita em dire\u00e7\u00e3o aos candidatos e catec\u00famenos, conforme est\u00e1 previsto nas rubricas (RICA 79).<\/p>\n<p>41. Na signa\u00e7\u00e3o da fronte e dos sentidos, o celebrante tra\u00e7a uma cruz diante da fronte dos candidatos, de modo a evitar o contacto direto (RICA, rubrica do n. 83); se os candidatos forem muitos, o celebrante tra\u00e7a uma cruz sobre todos os candidatos ao mesmo tempo (RICA, rubrica do n. 84), enquanto os catequistas e garantes tra\u00e7am uma cruz diante da fronte dos candidatos, de modo a evitar o contacto direto; na signa\u00e7\u00e3o dos sentidos, o celebrante profere as f\u00f3rmulas, enquanto os catequistas e garantes tra\u00e7am o correspondente sinal da cruz sobre cada candidato, mas sem contacto f\u00edsico.<\/p>\n<p>42. Os livros dos Evangelhos a distribuir a cada catec\u00fameno dever\u00e3o estar previamente higienizados e o celebrante proceder\u00e1 \u00e0 higieniza\u00e7\u00e3o das m\u00e3os antes de proceder \u00e0 sua eventual distribui\u00e7\u00e3o; esta far-se-\u00e1 evitando qualquer contacto entre celebrante e catec\u00famenos.<\/p>\n<p>43. Omitem-se os ritos auxiliares j\u00e1 previstos como eventuais no Ritual (RICA 89).<\/p>\n<p>44. As un\u00e7\u00f5es previstas no tempo do catecumenado far-se-\u00e3o exclusivamente nas m\u00e3os dos catec\u00famenos, que as estender\u00e3o com as palmas para cima; o celebrante realizar\u00e1 a un\u00e7\u00e3o servindo-se de um pouco de algod\u00e3o embebido no \u00f3leo dos catec\u00famenos, tendo o ministro o cuidado de n\u00e3o tocar diretamente nas m\u00e3os dos catec\u00famenos. Havendo algum contacto, o ministro proceder\u00e1 \u00e0 higieniza\u00e7\u00e3o dos dedos envolvidos antes de proceder \u00e0 un\u00e7\u00e3o de outro catec\u00fameno. Ap\u00f3s a celebra\u00e7\u00e3o, o algod\u00e3o utilizado nas un\u00e7\u00f5es ser\u00e1 incinerado.<\/p>\n<p>45. No rito da elei\u00e7\u00e3o, em vez de cada candidato inscrever o pr\u00f3prio nome, os nomes de todos os eleitos constar\u00e3o numa lista e proceder-se-\u00e1 conforme previsto na rubrica do RICA 146. No ato da elei\u00e7\u00e3o, os padrinhos aproximam-se dos eleitos, mas n\u00e3o lhes tocam no ombro, a n\u00e3o ser que sejam familiares que vivam na mesma casa.<\/p>\n<p>46. Nas celebra\u00e7\u00f5es dos escrut\u00ednios, os padrinhos aproximam-se dos afilhados durante as preces pelos eleitos, mas abst\u00eam-se de lhes por a m\u00e3o direita no ombro, a n\u00e3o ser que sejam familiares que vivam na mesma casa.<\/p>\n<p>47. No rito do \u00ab<em>Effath\u00e1<\/em>\u00bb o ministro proceder\u00e1 como est\u00e1 previsto na celebra\u00e7\u00e3o do Batismo de Crian\u00e7as: estender\u00e1 a m\u00e3o direita na dire\u00e7\u00e3o dos eleitos e pronunciar\u00e1 a f\u00f3rmula prevista (RICA 202).<\/p>\n<p>48. Na celebra\u00e7\u00e3o dos Sacramentos da Inicia\u00e7\u00e3o, proceda-se \u00e0 b\u00ean\u00e7\u00e3o de \u00e1gua fresca e limpa, como sempre sucede na Vig\u00edlia Pascal. Na administra\u00e7\u00e3o da \u00e1gua batismal, haja o cuidado de que a \u00e1gua derramada no ato do batismo n\u00e3o possa ser reutilizada, sendo antes escoada pelo sumidouro ou para uma vasilha distinta, evitando qualquer tipo de contacto entre os batizandos. O ministro usar\u00e1 para todos os batismos a mesma concha, previamente higienizada, ou a sua m\u00e3o, evitando qualquer contacto f\u00edsico.<\/p>\n<p>49. Se, por motivos especiais, n\u00e3o se seguir a celebra\u00e7\u00e3o da Confirma\u00e7\u00e3o, a un\u00e7\u00e3o p\u00f3s-batismal ser\u00e1 substitu\u00edda como se indicou na celebra\u00e7\u00e3o do Batismo de crian\u00e7as.<\/p>\n<p>50. Na imposi\u00e7\u00e3o da veste branca, rito que se pode omitir, os padrinhos e madrinhas que ajudam os afilhados a revestir a veste higienizam as m\u00e3os antes de o fazer, a n\u00e3o ser que sejam familiares dos afilhados e vivam na mesma casa.<\/p>\n<p>51. No rito da Confirma\u00e7\u00e3o proceda-se como em seguida se dir\u00e1 para este Sacramento. Os padrinhos aproximam-se dos afilhados e, com m\u00e1scara, dizem o nome do afilhado ao Bispo abstendo-se, por\u00e9m, de tocar no seu ombro a n\u00e3o ser que vivam no mesmo agregado familiar.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><strong>3. Confirma\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h4>\n<p>52. As celebra\u00e7\u00f5es da Confirma\u00e7\u00e3o est\u00e3o sujeitas \u00e0s mesmas restri\u00e7\u00f5es e condicionamentos da Missa dominical.<\/p>\n<p>53. Os Bispos ponderar\u00e3o a possibilidade de adiar a celebra\u00e7\u00e3o do Sacramento da Confirma\u00e7\u00e3o. Optando-se pela sua celebra\u00e7\u00e3o, ministro e crismandos usar\u00e3o m\u00e1scara de prote\u00e7\u00e3o no momento da crisma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>54. Sendo v\u00e1rios os crismandos, use-se um pouco de algod\u00e3o embebido do Santo Crisma para cada crisma\u00e7\u00e3o, tendo o ministro o cuidado de n\u00e3o tocar diretamente na fronte do crismando. Havendo algum contacto, o ministro proceder\u00e1 \u00e0 higieniza\u00e7\u00e3o dos dedos envolvidos no contacto antes de proceder \u00e0 crisma\u00e7\u00e3o de outro crismando. A sauda\u00e7\u00e3o da paz limitar-se-\u00e1 ao di\u00e1logo, sem contacto. Ap\u00f3s a celebra\u00e7\u00e3o o algod\u00e3o utilizado na crisma\u00e7\u00e3o ser\u00e1 incinerado.<\/p>\n<p>55. Os padrinhos aproximam-se dos afilhados e, com m\u00e1scara, dizem o nome do afilhado ao Bispo abstendo-se, por\u00e9m, de tocar no seu ombro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><strong>4. Primeiras Comunh\u00f5es <\/strong><\/h4>\n<p>56. As festas da primeira Comunh\u00e3o est\u00e3o sujeitas \u00e0s mesmas restri\u00e7\u00f5es e condicionamentos da Missa dominical.<\/p>\n<p>57. As crian\u00e7as preparadas para a Primeira Comunh\u00e3o, e cujos pais assim o desejem, podem, de acordo com o p\u00e1roco, faz\u00ea-la particularmente ou em pequeno n\u00famero numa Missa dominical, sem excluir uma posterior participa\u00e7\u00e3o numa celebra\u00e7\u00e3o mais solene.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><strong>5. Sacramento da Reconcilia\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h4>\n<p>58. Na celebra\u00e7\u00e3o do Sacramento da Reconcilia\u00e7\u00e3o, para al\u00e9m das medidas gerais, deve escolher-se um espa\u00e7o amplo que permita manter o distanciamento entre confessor e penitente, que usar\u00e3o m\u00e1scara, sem comprometer a confidencialidade e o inviol\u00e1vel sigilo sacramental.<\/p>\n<p>59. Ao terminar, aconselha-se reiterar a higiene das m\u00e3os e a limpeza das superf\u00edcies utilizadas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><strong>6. Un\u00e7\u00e3o dos enfermos<\/strong><\/h4>\n<p>60. Redobrem-se os cuidados de higiene e usem-se m\u00e1scaras de prote\u00e7\u00e3o, evitando-se o contacto f\u00edsico na imposi\u00e7\u00e3o das m\u00e3os.<\/p>\n<p>61. Na administra\u00e7\u00e3o do \u00f3leo dos enfermos use-se um pouco de algod\u00e3o embebido no \u00f3leo dos enfermos, de modo a evitar contacto f\u00edsico.<\/p>\n<p>62. Os sacerdotes mais idosos ou enfermos n\u00e3o devem ministrar este Sacramento a pessoas que estejam infetadas por coronav\u00edrus.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><strong>7. Ordena\u00e7\u00f5es<\/strong><\/h4>\n<p>63. Em termos de participantes, as ordena\u00e7\u00f5es est\u00e3o sujeitas \u00e0s mesmas restri\u00e7\u00f5es e condicionamentos da Missa dominical.<\/p>\n<p>64. Com mais do que um candidato, ter\u00e1 de haver procedimentos de higieniza\u00e7\u00e3o entre a realiza\u00e7\u00e3o dos gestos que impliquem contacto com cada ordinando.<\/p>\n<p>65. A imposi\u00e7\u00e3o das m\u00e3os, em sil\u00eancio, do Bispo ordenante sobre a cabe\u00e7a dos ordinandos, requerida para a validade da ordena\u00e7\u00e3o, n\u00e3o ter\u00e1 contacto f\u00edsico.<\/p>\n<p>66. Na ordena\u00e7\u00e3o de novos presb\u00edteros, reduza-se a representa\u00e7\u00e3o do presbit\u00e9rio (membros do Cabido, formadores do Semin\u00e1rio, p\u00e1rocos de naturalidade, de resid\u00eancia e de est\u00e1gio\u2026); s\u00f3 esses far\u00e3o o gesto da imposi\u00e7\u00e3o das m\u00e3os, mas sem estabelecer contacto f\u00edsico com os ordinandos (tal n\u00e3o \u00e9 requerido <em>ad validitatem<\/em>); na sauda\u00e7\u00e3o de acolhimento na Ordem, o abra\u00e7o da paz ser\u00e1 substitu\u00eddo por uma v\u00e9nia rec\u00edproca coletiva.<\/p>\n<p>67. Na ordena\u00e7\u00e3o dos di\u00e1conos, reduza-se a presen\u00e7a dos demais di\u00e1conos ao m\u00ednimo indispens\u00e1vel para a liturgia estacional. Na sauda\u00e7\u00e3o de acolhimento na Ordem, o abra\u00e7o da paz ser\u00e1 substitu\u00eddo por uma v\u00e9nia rec\u00edproca coletiva.<\/p>\n<p>68. Antes e depois do gesto de obedi\u00eancia (m\u00e3os nas m\u00e3os) e da un\u00e7\u00e3o, ordinandos e Bispo higienizar\u00e3o as m\u00e3os.<\/p>\n<p>69. Os presb\u00edteros e di\u00e1conos que auxiliarem os rec\u00e9m-ordenados a revestir-se com os paramentos da sua ordem tamb\u00e9m higienizar\u00e3o as m\u00e3os.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><strong>8. Matrim\u00f3nio<\/strong><\/h4>\n<p>70. As celebra\u00e7\u00f5es matrimoniais est\u00e3o sujeitas \u00e0s mesmas restri\u00e7\u00f5es e condicionamentos da Missa dominical.<\/p>\n<p>71. Os an\u00e9is (alian\u00e7as) dever\u00e3o ser manipulados exclusivamente pelos noivos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><strong>9. Ex\u00e9quias<\/strong><\/h4>\n<p>72. As ex\u00e9quias crist\u00e3s devem ser celebradas na igreja (com celebra\u00e7\u00e3o da Palavra ou da Eucaristia) e\/ou no cemit\u00e9rio com a presen\u00e7a dos familiares, tendo em conta as normas de seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>73. Apesar de tal ser dif\u00edcil nestes momentos de dor, n\u00e3o deixe de se recomendar a omiss\u00e3o de gestos de afeto que impliquem contacto pessoal e a import\u00e2ncia de se manter a dist\u00e2ncia de seguran\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h4><strong>10. Visitas \u00e0 igreja para a ora\u00e7\u00e3o ou adora\u00e7\u00e3o ao Sant\u00edssimo<\/strong><\/h4>\n<p>74. As igrejas podem estar abertas durante o dia para visitas individuais de ora\u00e7\u00e3o ou adora\u00e7\u00e3o ao Sant\u00edssimo Sacramento, desde que se observem os requisitos determinados pelas autoridades de sa\u00fade. Os fi\u00e9is abster-se-\u00e3o de tocar em qualquer imagem ou objeto expostos.<\/p>\n<p>75. As visitas tur\u00edsticas devem ser condicionadas, segundo as orienta\u00e7\u00f5es das autoridades competentes.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<h4><strong>11. A\u00e7\u00f5es formativas e atividades pastorais<\/strong><\/h4>\n<p>76. As atividades pastorais nos espa\u00e7os eclesiais (par\u00f3quias, centros pastorais, casas de retiro, etc.) como reuni\u00f5es, ajuntamentos, iniciativas culturais e de restaura\u00e7\u00e3o, entre outras, seguir\u00e3o as regras previstas pelas autoridades competentes.<\/p>\n<p>77. As atividades de catequese e outras a\u00e7\u00f5es formativas continuar\u00e3o a ser realizadas apenas por meios telem\u00e1ticos at\u00e9 ao final deste ano pastoral.<\/p>\n<p>78. Os Bispos ponderar\u00e3o a possibilidade de adiar outras atividades, incluindo as visitas pastorais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4><strong>12. Peregrina\u00e7\u00f5es e romarias<\/strong><\/h4>\n<p>79. Peregrina\u00e7\u00f5es, prociss\u00f5es, festas, romarias, concentra\u00e7\u00f5es religiosas, acampamentos e outras atividades similares em grandes grupos, pass\u00edveis de forte propaga\u00e7\u00e3o da epidemia, continuam suspensas at\u00e9 novas orienta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Lisboa, 8 de maio de 2020<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.conferenciaepiscopal.pt\/v1\/wp-content\/uploads\/OrientacoesCEP_8maio2020.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">[OrientacoesCEP_8maio2020 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