{"id":6354,"date":"2019-11-11T16:15:30","date_gmt":"2019-11-11T16:15:30","guid":{"rendered":"http:\/\/www.conferenciaepiscopal.pt\/v1\/?p=6354"},"modified":"2019-11-11T12:06:56","modified_gmt":"2019-11-11T12:06:56","slug":"discurso-de-abertura-da-197a-assembleia-plenaria-da-conferencia-episcopal-portuguesa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.conferenciaepiscopal.pt\/v1\/discurso-de-abertura-da-197a-assembleia-plenaria-da-conferencia-episcopal-portuguesa\/","title":{"rendered":"Discurso de abertura da 197\u00aa Assembleia Plen\u00e1ria da Confer\u00eancia Episcopal Portuguesa"},"content":{"rendered":"<p><!--more--><\/p>\n<p><u>1. Sa\u00fado cordialmente os Senhores Arcebispos e Bispos e demais participantes na nossa Assembleia Plen\u00e1ria<\/u>. Sa\u00fado especialmente o Senhor N\u00fancio Apost\u00f3lico, D. Ivo Scapolo, que o Papa Francisco nos enviou recentemente como seu representante. Desejo-lhe as maiores felicidades no desempenho da sua miss\u00e3o junto do Estado e da Igreja em Portugal.<\/p>\n<p>Sauda\u00e7\u00e3o especial envio para Roma, ao novo Cardeal, D. Jos\u00e9 Tolentino, t\u00e3o presente junto de n\u00f3s pelo excelente trabalho que aqui realizou e pelo que agora prossegue na Santa S\u00e9, ligando com especial oportunidade evangeliza\u00e7\u00e3o e cultura.<\/p>\n<p>Boas vindas endere\u00e7o ao Senhor D. Vitorino Soares, novo Bispo Auxiliar do Porto, cujas comprovadas qualidades tanto beneficiar\u00e3o a Diocese e esta Confer\u00eancia Episcopal.<\/p>\n<p>No passado m\u00eas decorreu em Roma a Assembleia Especial do S\u00ednodo dos Bispos para a Regi\u00e3o Panamaz\u00f3nica. Constituiu um contributo eclesial relevante para a concretiza\u00e7\u00e3o duma \u201cecologia integral\u201d, t\u00e3o amea\u00e7ada naquela grande regi\u00e3o, como noutras latitudes. Ecologia integral significa cuidado pela cria\u00e7\u00e3o na sua globalidade, onde a natureza exterior e a humana s\u00e3o respeitadas e promovidas como um todo, sem redu\u00e7\u00f5es nem explora\u00e7\u00f5es ileg\u00edtimas. A presen\u00e7a da Igreja naquela realidade sociocultural espec\u00edfica foi tamb\u00e9m objeto de aprecia\u00e7\u00e3o e propostas, a que o Santo Padre dar\u00e1 seguimento oportuno.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><u>2. A nossa agenda destes dias tem alguns t\u00f3picos principais<\/u>, que a seguir destaco. Primeiramente, a partilha do trabalho realizado e a realizar pelas Comiss\u00f5es Episcopais, que, com o Conselho Permanente e o Secretariado Geral, constituem o sujeito ativo e constante do servi\u00e7o da CEP \u00e0 Igreja em Portugal. \u00c9 um trabalho da maior relev\u00e2ncia, que garante e apoia, a este n\u00edvel, com generosidade e compet\u00eancia, muito do que eclesialmente se faz.<\/p>\n<p>Faremos a aprecia\u00e7\u00e3o final da tradu\u00e7\u00e3o portuguesa do Missal Romano. Fruto do trabalho da Comiss\u00e3o Episcopal da Liturgia e dos seus colaboradores, formular\u00e1 a ora\u00e7\u00e3o lit\u00fargica entre n\u00f3s e noutros pa\u00edses de l\u00edngua oficial portuguesa, segundo a reforma lit\u00fargica do Conc\u00edlio Vaticano II e o Missal de S\u00e3o Paulo VI, que com tanto acerto retomaram a tradi\u00e7\u00e3o orante da Igreja, no que tem de mais aut\u00eantico e perene.<\/p>\n<p>A Jornada Mundial da Juventude, a desenrolar em Portugal no ver\u00e3o de 2022, volta \u00e0 agenda da nossa Assembleia, como certamente acontecer\u00e1 tamb\u00e9m nas seguintes, dado o relevo que tem para as dioceses portuguesas, enquanto oportunidade e desafio. Oportunidade evangelizadora, como requer o Santo Padre e n\u00f3s todos com ele. Desafio, pelo que representa em qualidade e quantidade de objetivos a alcan\u00e7ar e de recursos a obter, como nunca aconteceu entre n\u00f3s e para a multid\u00e3o juvenil que acorrer\u00e1 do mundo inteiro. Tamb\u00e9m para o Pa\u00eds e para al\u00e9m dos limites confessionais, ser\u00e1 uma boa altura de rejuvenescimento sociocultural.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><u>3. Aludo ainda a dois acontecimentos recentes: o Ano Mission\u00e1rio, que conclu\u00edmos em outubro; e a canoniza\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Bartolomeu dos M\u00e1rtires, que ontem celebr\u00e1mos em Braga<\/u>.<\/p>\n<p>Na nossa Nota Pastoral \u201cTodos, Tudo e Sempre em Miss\u00e3o\u201d, n\u00ba 6, escrevemos o seguinte: \u00abEstas dimens\u00f5es de ora\u00e7\u00e3o, reflex\u00e3o e a\u00e7\u00e3o propostas pelo Santo Padre, assim como o tema do Dia Mundial das Miss\u00f5es em 2019 \u2013 \u201cBatizados e enviados: a Igreja de Cristo em miss\u00e3o no mundo\u201d \u2013 estar\u00e3o presentes nas v\u00e1rias iniciativas diocesanas ao longo de todo o Ano Mission\u00e1rio\u00bb. Importa reter o que se fez neste sentido, tanto mais quanto se acentuou para um ano o que se pretende continuamente.<\/p>\n<p>Desde o in\u00edcio do seu pontificado, o Papa Francisco tem impulsionado a convers\u00e3o mission\u00e1ria das comunidades crist\u00e3s, que apenas se mant\u00eam quando crescem nesta dimens\u00e3o essencial do Evangelho, que \u00e9 boa not\u00edcia a transmitir. A Palavra escutada e os sacramentos celebrados s\u00e3o essencialmente mission\u00e1rios, realizando a comunh\u00e3o com Deus e com todos. Assim escreveu na exorta\u00e7\u00e3o <em>Gaudete et Exsultate<\/em>, n\u00ba 142: \u00abPartilhar a Palavra e celebrar juntos a Eucaristia torna-nos mais irm\u00e3os e vai-nos transformando pouco a pouco em comunidade santa e mission\u00e1ria\u00bb. Esta afirma\u00e7\u00e3o pontif\u00edcia pode e deve oferecer-nos um crit\u00e9rio constante de avalia\u00e7\u00e3o do que fazemos \u2013 ou ainda n\u00e3o fazemos suficientemente.<\/p>\n<p>Permito-me retomar, a prop\u00f3sito, o que disse na homilia de 20 de outubro, aqui em F\u00e1tima: O desafio cultural da miss\u00e3o \u00e9 hoje grande, exigindo-nos mais capacidade de escuta e mais disponibilidade dialogante, ouvindo o que nos dizem e dizendo o que nos cumpre. Por vezes o \u201csair de casa\u201d, em sentido mission\u00e1rio, pode significar virar a esquina e entrar num mundo bem diferente, ali ao lado. Isso mesmo reconheceu h\u00e1 uns anos a exorta\u00e7\u00e3o apost\u00f3lica p\u00f3s-sinodal de S\u00e3o Jo\u00e3o Paulo II <em>Ecclesia in Europa<\/em>, n\u00ba 46: \u00abCom efeito, a Europa faz parte j\u00e1 daqueles espa\u00e7os tradicionalmente crist\u00e3os onde, para al\u00e9m duma nova evangeliza\u00e7\u00e3o, se requer em determinados casos a primeira evangeliza\u00e7\u00e3o. [\u2026] Mesmo no \u201cvelho continente\u201d existem extensas \u00e1reas sociais e culturais onde se torna necess\u00e1ria uma verdadeira e pr\u00f3pria <em>missio ad gentes<\/em>\u00bb.<\/p>\n<p>Tal n\u00e3o significa, de modo algum, esquecer ou enfraquecer os horizontes mais distantes da miss\u00e3o. Trata-se, isso sim, de potenciar mutuamente a miss\u00e3o ao perto e a miss\u00e3o ao longe. \u00c9 consolador verificar como as comunidades onde a convers\u00e3o mission\u00e1ria est\u00e1 realmente em curso tanto originam a\u00e7\u00f5es de miss\u00e3o long\u00ednqua como crescem na evangeliza\u00e7\u00e3o dos meios mais pr\u00f3ximos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><u>4. A canoniza\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Bartolomeu dos M\u00e1rtires relembra-nos uma alt\u00edssima figura da evangeliza\u00e7\u00e3o essencial<\/u> \u2013 que, nalguns casos, quase foi tamb\u00e9m a primeira, face a grandes ignor\u00e2ncias e contradi\u00e7\u00f5es de f\u00e9 e costumes com que se deparou.<\/p>\n<p>A coincid\u00eancia de estarmos na \u201cSemana dos Semin\u00e1rios\u201d acentua a import\u00e2ncia que o ilustre Arcebispo de Braga teve na \u00faltima sess\u00e3o do Conc\u00edlio de Trento (1562-1563), especialmente no que se refere \u00e0 forma\u00e7\u00e3o do clero secular, ent\u00e3o muito incipiente. Assim dizia no Conc\u00edlio, segundo o seu bi\u00f3grafo: \u00abE como \u00e9 poss\u00edvel que cumpra um prelado em sua diocese o que o Ap\u00f3stolo encomenda (<em>Predica verbum, argue, obsecra, increpa<\/em>: <em>2 Tim, 4<\/em>) se n\u00e3o tiver pelas par\u00f3quias ministros suficientes que o ajudem? [\u2026] O que importa \u00e9 que n\u00e3o seja cura de almas sen\u00e3o quem passar por exame e aprova\u00e7\u00e3o de homens de ci\u00eancia e consci\u00eancia\u00bb (Frei Lu\u00eds de Sousa, <em>A vida de D. Frei Bartolomeu dos M\u00e1rtires<\/em>, Lisboa, Imprensa Nacional \u2013 Casa da Moeda, 1984, p. 210-211).<\/p>\n<p>Regressado a Braga, relata o mesmo bi\u00f3grafo, \u00ablogo fez p\u00f4r m\u00e3os \u00e0 obra com tal dilig\u00eancia que este foi o primeiro semin\u00e1rio que em Portugal, e porventura em toda Espanha, se edificou. [\u2026] Assim aconteceu que dentro de seis meses houve aposento capaz para sessenta colegiais. E n\u00e3o tardou o Arcebispo em os fazer prover de muitos mo\u00e7os de bom natural escolhidos de todo o arcebispado, que como boas plantas em vi\u00e7oso jardim criadas \u00e0 m\u00e3o de cuidadoso hortel\u00e3o, foram dando singulares frutos e provendo as igrejas de ministros letrados e virtuosos\u00bb (<em>ibidem<\/em>, p. 325).<\/p>\n<p>Era o s\u00e9culo XVI, hoje estamos no XXI. O repto era grande na altura, dada a necessidade j\u00e1 \u201cmoderna\u201d de evangelizar com conhecimento de causa e esp\u00edrito de miss\u00e3o. As dificuldades que S\u00e3o Bartolomeu encontrou foram muitas e de v\u00e1ria ordem. Mas conseguiu no seu tempo o que pretendemos tamb\u00e9m agora, de modo especial nos nossos Semin\u00e1rios e Escolas Teol\u00f3gicas: pastores \u00e0 altura da evangeliza\u00e7\u00e3o que nos reclama. O Santo Arcebispo nos acompanhar\u00e1 decerto.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><u>5. Dedico o \u00faltimo ponto a um assunto sempre presente e que hoje nos merece redobrada aten\u00e7\u00e3o, como \u00e0 sociedade em geral<\/u>. Refiro-me \u00e0 defesa e promo\u00e7\u00e3o da vida, da conce\u00e7\u00e3o \u00e0 morte natural, em especial em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 eutan\u00e1sia.<\/p>\n<p>A nossa Confer\u00eancia Episcopal j\u00e1 tomou posi\u00e7\u00e3o, sobretudo na Nota Pastoral <em>Eutan\u00e1sia: o que est\u00e1 em jogo? Contributos para um di\u00e1logo sereno e humanizador<\/em>. A\u00ed se afirma, al\u00e9m do mais: \u00abA vida humana \u00e9 o pressuposto de todos os direitos e de todos os bens terrenos. [\u2026] O direito \u00e0 vida \u00e9 indispon\u00edvel, como o s\u00e3o outros direitos humanos fundamentais, express\u00e3o do valor objetivo da dignidade da pessoa humana. [\u2026] Por outro lado, nunca \u00e9 absolutamente seguro que se respeita a vontade aut\u00eantica de uma pessoa que pede a eutan\u00e1sia. Nunca pode haver a garantia absoluta de que o pedido da eutan\u00e1sia \u00e9 verdadeiramente livre, inequ\u00edvoco e irrevers\u00edvel\u00bb (n\u00ba 5-6). Na verdade, \u00abn\u00e3o se elimina o sofrimento com a morte: com a morte elimina-se a vida da pessoa que sofre. O sofrimento pode ser eliminado ou debelado com os cuidados paliativos, n\u00e3o com a morte\u00bb (n\u00ba 9).<\/p>\n<p>A resposta \u00e0s situa\u00e7\u00f5es dif\u00edceis s\u00f3 pode e deve ser o desenvolvimento e a generaliza\u00e7\u00e3o desses cuidados, dentro duma sociedade e dum Estado que se tornem tamb\u00e9m \u201cpaliativos\u201d, isto \u00e9, envolventes e cuidadores de cada pessoa, em especial das mais debilitadas. Este \u00e9 o \u00fanico caminho realmente humano e humanizador que devemos seguir e onde h\u00e1 muito para andar. Tanto mais quanto \u00abn\u00e3o podemos ignorar que, entre n\u00f3s, uma grande parte dos doentes, especialmente os mais pobres e isolados, n\u00e3o tem acesso aos cuidados paliativos, que s\u00e3o a verdadeira resposta ao seu sofrimento\u00bb (n\u00ba 11).<\/p>\n<p>Isto mesmo disse recentemente o Papa Francisco, em 20 de setembro \u00faltimo, \u00e0 Federa\u00e7\u00e3o nacional das ordens dos m\u00e9dicos cirurgi\u00f5es e dos dentistas italianos: \u00abpodemos e devemos rejeitar a tenta\u00e7\u00e3o \u2013 tamb\u00e9m traduzida por altera\u00e7\u00f5es legislativas \u2013 de utilizar a medicina para apoiar uma eventual vontade que o doente tenha de morrer, prestando assist\u00eancia ao suic\u00eddio ou causando diretamente a sua morte mediante a eutan\u00e1sia. S\u00e3o modos apressados de lidar com escolhas que n\u00e3o s\u00e3o, como poderiam parecer, uma express\u00e3o de liberdade da pessoa, quando incluem o descarte do paciente como possibilidade, ou falsa compaix\u00e3o diante do pedido de ser ajudado a antecipar a morte. Como afirma a Nova Carta para os Agentes no campo da sa\u00fade: \u201cN\u00e3o existe o direito de dispor arbitrariamente da pr\u00f3pria vida, portanto nenhum m\u00e9dico pode tornar-se guardi\u00e3o executivo de um direito inexistente\u201d\u00bb (<em>L\u2019Osservatore Romano<\/em>, ed. port., 1 de outubro de 2019, p. 12).<\/p>\n<p>Estas posi\u00e7\u00f5es do magist\u00e9rio cat\u00f3lico juntam-se a outras provenientes do campo ecum\u00e9nico e inter-religioso. Assim se pronunciaram entre n\u00f3s as v\u00e1rias confiss\u00f5es religiosas aquando do \u00faltimo debate parlamentar sobre o tema. Assim igualmente a <em>Declara\u00e7\u00e3o conjunta das religi\u00f5es monote\u00edstas abram\u00edticas [judeus, crist\u00e3os e mu\u00e7ulmanos] sobre as problem\u00e1ticas do fim da vida<\/em>, apresentada no Vaticano a 28 de setembro \u00faltimo, em trechos como estes: \u00abAs tr\u00eas religi\u00f5es monote\u00edstas partilham objetivos comuns e est\u00e3o completamente de acordo na forma de encarar as seguintes situa\u00e7\u00f5es acerca do fim da vida: a eutan\u00e1sia e o suic\u00eddio assistido s\u00e3o moral e intrinsecamente errados e deveriam ser proibidos sem exce\u00e7\u00e3o. Rejeita-se categoricamente qualquer press\u00e3o e a\u00e7\u00e3o exercidas sobre os pacientes para os levar a p\u00f4r fim \u00e0 sua vida. Nenhum profissional de sa\u00fade deveria ser obrigado ou submetido a press\u00e3o para assistir direta ou indiretamente \u00e0 morte deliberada e intencional de um paciente atrav\u00e9s do suic\u00eddio assistido ou de qualquer forma de eutan\u00e1sia [\u2026]. Encorajamos e apoiamos uma presen\u00e7a qualificada e profissional dos cuidados paliativos em todo o lugar e para todas as pessoas [\u2026]. Apoiamos leis e pol\u00edticas que protejam o direito e a dignidade do paciente na fase terminal, para evitar a eutan\u00e1sia e promover os cuidados paliativos\u00bb.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m da sociedade civil v\u00eam sinais convergentes. No passado dia 26 de outubro, milhares de pessoas se manifestaram em v\u00e1rias cidades portuguesas em favor da salvaguarda e promo\u00e7\u00e3o da vida e contra a legaliza\u00e7\u00e3o da eutan\u00e1sia. Manifesta\u00e7\u00e3o que se tem repetido ano ap\u00f3s ano, num crescendo de participa\u00e7\u00e3o, mesmo que escassamente divulgada pelos media.<\/p>\n<p>Recordamos igualmente a <em>Declara\u00e7\u00e3o<\/em> de cinco antigos Baston\u00e1rios da Ordem dos M\u00e9dicos, em setembro de 2016, quando afirma: \u00abA Eutan\u00e1sia, o Suic\u00eddio assistido e a Distan\u00e1sia representam uma viola\u00e7\u00e3o grave e inaceit\u00e1vel da \u00c9tica M\u00e9dica (repetidamente condenados pela Associa\u00e7\u00e3o M\u00e9dica Mundial). O M\u00e9dico que as pratique nega o essencial da sua profiss\u00e3o, tornando-se causa da maior inseguran\u00e7a nos doentes e gerador de mortes evit\u00e1veis\u00bb. No passado m\u00eas de outubro, por ocasi\u00e3o da assembleia anual que decorreu na Ge\u00f3rgia, a Associa\u00e7\u00e3o M\u00e9dica Mundial reafirmou a sua oposi\u00e7\u00e3o \u00e0 eutan\u00e1sia e ao suic\u00eddio medicamente assistido, sustentando que \u00abnenhum m\u00e9dico deve ser obrigado a tomar decis\u00f5es de encaminhamento para esse fim\u00bb.<\/p>\n<p>No atual momento sociopol\u00edtico portugu\u00eas estas posi\u00e7\u00f5es t\u00e3o un\u00e2nimes n\u00e3o podem deixar de ser tidas em conta por legisladores e cidad\u00e3os em geral.<\/p>\n<p>Assim iniciamos a nossa Assembleia Plen\u00e1ria, pedindo a luz divina para bem servirmos, no que nos compete, a Igreja que somos e a sociedade que integramos.<\/p>\n<p>F\u00e1tima, 11 de novembro de 2019<br \/>\n+ Manuel Clemente<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":5776,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center 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