{"id":5767,"date":"2018-04-12T15:26:35","date_gmt":"2018-04-12T14:26:35","guid":{"rendered":"http:\/\/www.conferenciaepiscopal.pt\/v1\/?p=5767"},"modified":"2018-04-20T11:19:05","modified_gmt":"2018-04-20T10:19:05","slug":"oito-seculos-de-presenca-franciscana-em-portugal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.conferenciaepiscopal.pt\/v1\/oito-seculos-de-presenca-franciscana-em-portugal\/","title":{"rendered":"Oito s\u00e9culos de presen\u00e7a franciscana em Portugal"},"content":{"rendered":"<p>Nota Pastoral da CEP<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Com j\u00fabilo, gratid\u00e3o e esperan\u00e7a, a Confer\u00eancia Episcopal Portuguesa associa-se \u00e0 celebra\u00e7\u00e3o dos oitocentos anos de presen\u00e7a franciscana no nosso Pa\u00eds com a sua mensagem fraterna de <em>Paz e Bem<\/em>. N\u00e3o sendo franciscana a pia batismal do novel Reino de Portugal, o cunho franciscano cedo impregnou muito do Cristianismo portugu\u00eas na viv\u00eancia da piedade cristol\u00f3gica e mariana, sobretudo na celebra\u00e7\u00e3o do Natal (pres\u00e9pio), na devo\u00e7\u00e3o \u00e0 Paix\u00e3o de Cristo (via sacra) e no culto da Imaculada Concei\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Desejamos que esta celebra\u00e7\u00e3o jubilar seja ocasi\u00e3o para uma tomada de consci\u00eancia das sementes franciscanas que ao longo do tempo foram germinando e crescendo na alma portuguesa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol>\n<li><strong> \u00c1rvore frondosa de numerosos ramos<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>O Franciscanismo chegou a Portugal em 1217 depois de o cap\u00edtulo geral da rec\u00e9m-fundada <em>Primeira Ordem Franciscana<\/em>, celebrado nesse ano, ter decidido enviar frades a evangelizar fora da It\u00e1lia. As primeiras funda\u00e7\u00f5es, simples eremit\u00e9rios, estabeleceram-se em Alenquer e Guimar\u00e3es. O primeiro mosteiro portugu\u00eas da <em>Segunda Ordem<\/em> foi o das Clarissas de Lamego em 1258. Integra-se tamb\u00e9m no ramo franciscano de religiosas de clausura a Ordem da Imaculada Concei\u00e7\u00e3o (Concecionistas), fundada em Toledo em 1489 pela portuguesa Santa Beatriz da Silva e estabelecida em Portugal em 1625. A <em>Ordem Franciscana Secular<\/em>, para homens e mulheres que orientam a sua vida crist\u00e3 no estado secular segundo o esp\u00edrito do Santo de Assis e designada primitivamente Ordem da Penit\u00eancia e a seguir Ordem Terceira de S. Francisco, apareceu entre n\u00f3s ainda na primeira metade do s\u00e9culo XIII. A estrutura\u00e7\u00e3o da <em>Ordem Terceira Regular<\/em> principiou em finais do mesmo s\u00e9culo a partir de agrupamentos de terceiros seculares que adotaram vida comunit\u00e1ria com votos religiosos. O bra\u00e7o masculino, de perfil semelhante ao da Primeira Ordem, j\u00e1 existia no Pa\u00eds na primeira metade do s\u00e9culo XV. O feminino assumiu duas modalidades: mosteiros de clausura e associa\u00e7\u00f5es religiosas dedicadas \u00e0 catequese, atendimento de doentes e outras formas de benefic\u00eancia.<\/p>\n<p>No in\u00edcio do s\u00e9culo XVI a Primeira Ordem cindiu-se em tr\u00eas ordens independentes. Em 1517 o Papa Le\u00e3o X dividiu-a em Ordem dos Frades Menores da Observ\u00e2ncia (que passaram a ser designados habitualmente como <em>Franciscanos<\/em>) e Ordem dos Frades Menores <em>Conventuais<\/em>. Oito anos depois nasceu entre os primeiros um movimento de reforma que o Papa Clemente VII em 1528 aprovou como Ordem dos Frades Menores <em>Capuchinhos<\/em>.<\/p>\n<p>O Liberalismo interrompeu abruptamente mais de seis s\u00e9culos de vida conventual franciscana. Em 1833 proibiu-se a admiss\u00e3o de novi\u00e7os e no ano seguinte suprimiram-se todos os conventos e institutos masculinos. Os mosteiros femininos, impedidos de aceitar novi\u00e7as, iam-se despovoando \u00e0 medida que as religiosas morriam e eram extintos ap\u00f3s o falecimento da \u00faltima, ficando o Estado na posse dos edif\u00edcios.<\/p>\n<p>Na segunda metade do s\u00e9culo XIX, apesar da interdi\u00e7\u00e3o da lei civil, a Primeira Ordem come\u00e7ou a reorganizar-se com os frades de Varatojo (Torres Vedras). Paralelamente, apareceram quatro <em>congrega\u00e7\u00f5es femininas da Ordem Terceira Regular<\/em>, ainda hoje com destacada presen\u00e7a entre n\u00f3s: as Franciscanas Hospitaleiras de Calais, atualmente Franciscanas Mission\u00e1rias de Nossa Senhora, e as Franciscanas Mission\u00e1rias de Maria, origin\u00e1rias da Fran\u00e7a; e as Franciscanas Hospitaleiras Portuguesas, agora da Imaculada Concei\u00e7\u00e3o, e as Franciscanas de Nossa Senhora das Vit\u00f3rias, fundadas, respetivamente, em Lisboa e no Funchal pela Beata Maria Clara do Menino Jesus e pela Vener\u00e1vel Irm\u00e3 Maria de S. Francisco Wilson.<\/p>\n<p>Com a I Rep\u00fablica sobreveio nova extin\u00e7\u00e3o dos institutos religiosos. Um decreto de 8 de outubro de 1910 expulsou do Pa\u00eds todos os jesu\u00edtas, estrangeiros e nacionais, e todos os demais religiosos e religiosas estrangeiros. Os portugueses foram obrigados a dispersar e a n\u00e3o conviver em grupos com mais de tr\u00eas elementos.<\/p>\n<p>Em 1928, desanuviada a situa\u00e7\u00e3o, as casas de forma\u00e7\u00e3o dos Franciscanos, ent\u00e3o localizadas na Galiza, regressaram a Portugal. Por seu lado, os Capuchinhos estabeleceram-se entre n\u00f3s em 1934. O mesmo fizeram os Conventuais em 1967, depois duma aus\u00eancia de quatro s\u00e9culos. Entretanto, vieram de Espanha quatro <em>congrega\u00e7\u00f5es femininas da Ordem Terceira Regular<\/em>: Escravas da Sant\u00edssima Eucaristia e da M\u00e3e de Deus, Franciscanas Mission\u00e1rias da M\u00e3e do Divino Pastor, Franciscanas de Nossa Senhora do Bom Conselho e Irm\u00e3s Franciscanas da Imaculada. Depois surgiram outras quatro, de institui\u00e7\u00e3o nacional: Fraternidade Franciscana da Divina Provid\u00eancia (F\u00e1tima), Servas Franciscanas de Nossa Senhora das Gra\u00e7as (Braga), Servas Franciscanas Reparadoras de Jesus Sacramentado (Bragan\u00e7a) e Irm\u00e3s Concecionistas ao Servi\u00e7o dos Pobres (Elvas), estas fundadas pela Vener\u00e1vel Madre Isabel da Sant\u00edssima Trindade. De 1993 a 2006 a congrega\u00e7\u00e3o mexicana das\u00a0 Irm\u00e3s Franciscanas da Imaculada Concei\u00e7\u00e3o teve uma comunidade em Lisboa, que orientava um lar de terceira idade. Finalmente, a Ordem Franciscana Secular conheceu not\u00f3ria renova\u00e7\u00e3o na segunda metade do s\u00e9culo XX.<\/p>\n<p>No mesmo per\u00edodo a colabora\u00e7\u00e3o interfranciscana intensificou-se e deu origem a duas realiza\u00e7\u00f5es mais significativas: a Peregrina\u00e7\u00e3o Nacional Franciscana a F\u00e1tima desde 1971 e, em 1978, a cria\u00e7\u00e3o da <em>Fam\u00edlia Franciscana Portuguesa <\/em>em 1978, entidade com personalidade jur\u00eddica can\u00f3nica e civil.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"2\">\n<li><strong> A\u00e7\u00e3o mission\u00e1ria<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Membros duma Ordem que nasceu mission\u00e1ria, os Franciscanos portugueses desenvolveram privilegiadamente essa dimens\u00e3o a partir do s\u00e9culo XV, integrados na gesta universalista dos Descobrimentos. Essa hist\u00f3ria mission\u00e1ria n\u00e3o pode contudo dispensar a refer\u00eancia ao seu come\u00e7o, real e simb\u00f3lico, com Santo Ant\u00f3nio de Lisboa e o seu encontro providencial, em Coimbra, com os protom\u00e1rtires franciscanos de Marrocos. Tamb\u00e9m ele missionou por breve tempo em Marrocos antes de iluminar a It\u00e1lia e a Fran\u00e7a com a eloqu\u00eancia inflamada da sua prega\u00e7\u00e3o,<\/p>\n<p>A partir do s\u00e9culo XVI os Franciscanos evangelizaram a \u00cdndia e o Brasil onde criaram quatro prov\u00edncias religiosas, duas das quais ainda hoje perduram em terras de Vera Cruz. No s\u00e9culo XVII Capuchinhos italianos e franceses, entre n\u00f3s conhecidos por <em>Barbadinhos<\/em>, abriram casas em Lisboa como base de apoio \u00e0s suas miss\u00f5es no Brasil, em Angola e na costa e ilhas do Golfo da Guin\u00e9.<\/p>\n<p>No s\u00e9culo XX Capuchinhos, Franciscanos e oito congrega\u00e7\u00f5es femininas trabalharam nas antigas col\u00f3nias de \u00c1frica, contribuindo decisivamente para a forma\u00e7\u00e3o e crescimento das florescentes cristandades desses novos pa\u00edses lus\u00f3fonos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"3\">\n<li><strong>Obra cultural<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Paralelamente ao minist\u00e9rio pastoral, os Franciscanos medievais cedo abriram escolas p\u00fablicas de gram\u00e1tica, filosofia ou teologia nos conventos de Alenquer, Beja, Coimbra, \u00c9vora, Guimar\u00e3es, Lisboa, Porto e Santar\u00e9m. A escola de teologia de Lisboa ganhou mais proje\u00e7\u00e3o e foi incorporada na universidade de Lisboa pelo Papa Nicolau V em 1453. No s\u00e9culo XVI a filosofia e teologia da Escola Franciscana ficaram representadas na universidade de Coimbra pela cadeira de Jo\u00e3o Duns Escoto. Neste s\u00e9culo e no seguinte fundaram-se na mesma cidade cinco Col\u00e9gios Universit\u00e1rios franciscanos da Ordem Terceira Regular e de quatro prov\u00edncias da Primeira Ordem. Digna de registo, no s\u00e9culo XVIII, a a\u00e7\u00e3o cultural de Fr. Manuel do Cen\u00e1culo Vilas Boas e da Ordem Terceira Regular no convento de Nossa Senhora de Jesus, em Lisboa, hoje sede da Academia das Ci\u00eancias de Lisboa que herdou a sua art\u00edstica biblioteca e o recheio desta, valioso em obras cl\u00e1ssicas. No nosso tempo a Universidade Cat\u00f3lica Portuguesa, criada em 1967, conta desde o in\u00edcio com v\u00e1rios Franciscanos em fun\u00e7\u00f5es docentes e de governo.<\/p>\n<p>No \u00e2mbito do ensino prim\u00e1rio e secund\u00e1rio a Fam\u00edlia Franciscana, desde fins do s\u00e9culo XIX, tem desempenhado papel merit\u00f3rio com destaque para as escolas de diversas congrega\u00e7\u00f5es femininas.<\/p>\n<p>No campo das letras avultam duas figuras nos s\u00e9culos XVI e XVII: o arr\u00e1bido Fr. Agostinho de Cruz, com a un\u00e7\u00e3o m\u00edstica da sua poesia, e Fr. Ant\u00f3nio das Chagas, conceituado escritor espiritual e instituidor do semin\u00e1rio de mission\u00e1rios apost\u00f3licos de Varatojo, os quais, literalmente, calcorrearam o Pa\u00eds em frutuosas miss\u00f5es populares durante quase dois s\u00e9culos.<\/p>\n<p>Por fim, tamb\u00e9m desde finais do s\u00e9culo XIX, tem sido frequente o recurso \u00e0 imprensa para difus\u00e3o de textos de \u00edndole variada, a maioria de regular informa\u00e7\u00e3o e apoio religioso e outros de alto valor cultural e cient\u00edfico. Nesta \u00e1rea destacam-se a revista <em>Voz de Santo Ant\u00f3nio<\/em>, publicada pelos Franciscanos de 1895 a 1910, e, desde meados do s\u00e9culo XX, as tradu\u00e7\u00f5es e edi\u00e7\u00f5es b\u00edblicas dos Capuchinhos e tr\u00eas revistas: <em>Itinerarium<\/em>, <em>B\u00edblica<\/em> e <em>Mensageiro de Santo Ant\u00f3nio<\/em>, editadas pelos Franciscanos, Capuchinhos e Conventuais, respetivamente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"4\">\n<li><strong> Interven\u00e7\u00e3o social<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>De uma fam\u00edlia religiosa que tem por lema a pobreza, \u00e9 de esperar prioridade de aten\u00e7\u00e3o aos pobres, naturalmente veiculada em convivial atitude de proximidade, mas tamb\u00e9m na colabora\u00e7\u00e3o e cria\u00e7\u00e3o de media\u00e7\u00f5es de assist\u00eancia institucionalizada.<\/p>\n<p>Sobretudo desde finais do s\u00e9culo XIX, bom n\u00famero de congrega\u00e7\u00f5es femininas e de fraternidades da Ordem Franciscana Secular tem desempenhado papel significativo na funda\u00e7\u00e3o e gest\u00e3o de hospitais e escolas de enfermagem e, em particular, de casas de acolhimento de crian\u00e7as e jovens e de lares de terceira idade. N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel escrever a hist\u00f3ria contempor\u00e2nea da assist\u00eancia social em Portugal omitindo esse contributo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"5\">\n<li><strong> Interpela\u00e7\u00f5es \u00e0 Fam\u00edlia Franciscana e \u00e0 Sociedade<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>O jubileu dos oitocentos anos de presen\u00e7a franciscana em terras lusitanas constitui oportuno momento de interpela\u00e7\u00e3o para a vasta Fam\u00edlia Franciscana e para a Sociedade.<\/p>\n<p>A experi\u00eancia de Deus no encontro pessoal de f\u00e9 com Jesus Cristo assinala a marca identit\u00e1ria do perfil espiritual do Patriarca S. Francisco. O Santo de Assis n\u00e3o irradiava luz pr\u00f3pria; refletia a que lhe vinha de Cristo no seio da Igreja. A sua originalidade consistiu em ter sido incans\u00e1vel seguidor de Jesus, um \u201coutro Cristo\u201d, conforme o apelidou a hagiografia medieval. Ou como Teixeira de Pascoaes o definiu em 1927 por ocasi\u00e3o do s\u00e9timo centen\u00e1rio da sua morte: \u201cFoste, no mundo, a imagem de Jesus \/ Que foi, no mundo, a apari\u00e7\u00e3o de Deus.\u201d<\/p>\n<p>Nesta conformidade, os membros da Fam\u00edlia Franciscana devem ser tamb\u00e9m, sempre e cada vez melhor, an\u00fancio vivo e transparente de Jesus em palavras e obras. Se assim for, o Franciscanismo tem futuro nos tempos de hoje apesar dos obst\u00e1culos da caminhada.<\/p>\n<p>S, Francisco tem igualmente uma palavra forte a dizer \u00e0 Sociedade atual. O seu amor \u00e0 simplicidade e \u00e0 pobreza \u00e9 convite a um estilo de vida s\u00f3brio e respeitador da \u201ccasa comum\u201d da Cria\u00e7\u00e3o. A sua mensagem de Paz e Bem \u00e9 est\u00edmulo \u00e0 promo\u00e7\u00e3o da fraternidade universal, fundada n\u00e3o em mero humanitarismo social, mas na consci\u00eancia agradecida de que Deus \u00e9 Pai comum de toda a humanidade.<\/p>\n<p>A vida consagrada atravessa hoje um momento de acentuada crise de voca\u00e7\u00f5es. A Confer\u00eancia Episcopal Portuguesa acompanha, todavia, com esperan\u00e7a esta situa\u00e7\u00e3o de prova que tamb\u00e9m atinge a Fam\u00edlia Franciscana. Entre as raz\u00f5es de tal esperan\u00e7a, sobressai a interpela\u00e7\u00e3o suscitada pela enc\u00edclica <em>Laudato si\u2019<\/em>, do Papa Francisco, sobre o <em>Cuidado da Casa Comum<\/em>. N\u00e3o s\u00f3 pela inspira\u00e7\u00e3o desta no Santo de Assis, explicitamente assumida no documento, a come\u00e7ar pelo pr\u00f3prio t\u00edtulo, como ainda pelos horizontes que abre \u00e0s preocupa\u00e7\u00f5es e a\u00e7\u00f5es de toda a humanidade. Os filhos de S. Francisco t\u00eam naturais motivos para se reconhecerem nelas para superar a presente crise epocal da hist\u00f3ria da humanidade e como compromisso de fidelidade ao des\u00edgnio da pr\u00f3pria funda\u00e7\u00e3o da Fam\u00edlia Franciscana na qual a Igreja continua a depositar acalentadoras esperan\u00e7as.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>F\u00e1tima, 12 de abril de 2018<\/p>\n<p><strong>[<a href=\"https:\/\/www.conferenciaepiscopal.pt\/v1\/wp-content\/uploads\/APabr2018_4.4_NotaPastoralOitoSeculoFranciscanos_aprovada.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">PDF<\/a>]<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nota Pastoral da CEP<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":5768,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[4],"tags":[],"class_list":["post-5767","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-documentos"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.5 - 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