{"id":5391,"date":"2017-04-24T16:20:33","date_gmt":"2017-04-24T15:20:33","guid":{"rendered":"http:\/\/www.conferenciaepiscopal.pt\/v1\/?p=5391"},"modified":"2017-04-24T11:16:14","modified_gmt":"2017-04-24T10:16:14","slug":"discurso-de-abertura-da-assembleia-plenaria-da-conferencia-episcopal-portuguesa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.conferenciaepiscopal.pt\/v1\/discurso-de-abertura-da-assembleia-plenaria-da-conferencia-episcopal-portuguesa\/","title":{"rendered":"Discurso de abertura\u00a0da Assembleia Plen\u00e1ria da Confer\u00eancia Episcopal Portuguesa"},"content":{"rendered":"<ol>\n<li><u>A Assembleia Plen\u00e1ria que agora come\u00e7amos<\/u> prossegue normalmente a j\u00e1 longa s\u00e9rie de reuni\u00f5es semelhantes do Episcopado Portugu\u00eas. Tratar\u00e1 de temas de especial incid\u00eancia na vida das nossas dioceses e da pr\u00f3pria sociedade. E decorre, muito especialmente, na proximidade do centen\u00e1rio das Apari\u00e7\u00f5es de Nossa Senhora neste lugar bendito e da visita do Santo Padre.<\/li>\n<\/ol>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Est\u00e3o na agenda, al\u00e9m dos trabalhos das diversas comiss\u00f5es, a prepara\u00e7\u00e3o do pr\u00f3ximo S\u00ednodo dos Bispos (juventude) e uma partilha sobre a aplica\u00e7\u00e3o da exorta\u00e7\u00e3o apost\u00f3lica que sucedeu ao \u00faltimo (fam\u00edlia); a carta pastoral sobre a catequese, a nota sobre a pr\u00f3xima canoniza\u00e7\u00e3o de Francisco e Jacinta Marto e tamb\u00e9m a nota relativa ao problema recorrente dos inc\u00eandios; uma reflex\u00e3o sobre a pastoral penitenci\u00e1ria; a pr\u00f3xima celebra\u00e7\u00e3o do centen\u00e1rio das Apari\u00e7\u00f5es de F\u00e1tima e a visita do Papa Francisco\u2026 Estando a completar-se mais um tri\u00e9nio do respetivo exerc\u00edcio, haver\u00e1 elei\u00e7\u00f5es para os \u00f3rg\u00e3os da CEP.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"2\">\n<li><u>Por\u00e9m tudo isto, realmente importante e oportuno, ser\u00e1 necessariamente feito \u00e0 luz do \u201cCenten\u00e1rio de F\u00e1tima\u201d<\/u>, prestes a celebrar-se na comemora\u00e7\u00e3o, mas muito mais duradouro na vida da Igreja e do pr\u00f3prio pa\u00eds. Lendo este discurso na presen\u00e7a da comunica\u00e7\u00e3o social, permitam-me aproveitar a ocasi\u00e3o para lembrar a circunst\u00e2ncia e fazer uma breve reflex\u00e3o a prop\u00f3sito. Tanto mais quanto admito nem sempre ser f\u00e1cil \u00e0 comunica\u00e7\u00e3o social entender o que realmente est\u00e1 em jogo nas vicissitudes eclesiais <em>ad intra<\/em> e <em>ad extra<\/em>; ou faltar da nossa parte a elucida\u00e7\u00e3o clara disso mesmo, em termos veicul\u00e1veis pelos <em>media<\/em>.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Na verdade, a natureza e o tempo da Igreja t\u00eam especificidade e ritmo evang\u00e9licos, mais interiores e compassados do que os pr\u00f3prios da sociedade em geral, naquilo que imediatamente prende a aten\u00e7\u00e3o e logo se difunde. O pr\u00f3prio Jesus Cristo n\u00e3o foi grandemente \u201cmediatizado\u201d no seu tempo e trabalhou mais na profundidade das mentes e dos cora\u00e7\u00f5es do que na pra\u00e7a p\u00fablica \u2013 e mesmo quando nesta estivesse.<\/p>\n<p>Daqui que se abra uma dificuldade ou tens\u00e3o, quase inevit\u00e1veis, entre o que realmente temos para dizer e o que imediatamente nos quereriam perguntar. Mas manter os olhos no c\u00e9u e ao mesmo tempo os p\u00e9s bem fixos na terra \u2013 nesta terra onde n\u00e3o faltam alegrias e esperan\u00e7as, de mistura com tristezas e ang\u00fastias \u2013 \u00e9 o ponto t\u00e3o dif\u00edcil como certo das realidades evang\u00e9licas e evangelizadoras, propriamente ditas. N\u00e3o mais do mesmo, mas o mesmo mais a fundo, no ponto exatamente \u201creligioso\u201d. \u00c9 disto que agora falarei e de modo \u201creligioso\u201d tamb\u00e9m.<\/p>\n<p>Dif\u00edcil, mas inevit\u00e1vel. Assim aconteceu h\u00e1 cem anos neste lugar e assim dever\u00e1 acontecer, seja onde for. A 13 de maio de 1917 e nos meses seguintes nem a sociedade portuguesa nem as not\u00edcias correntes coincidiam sem mais com as prioridades propostas a L\u00facia, Jacinta e Francisco. Num ambiente sociopol\u00edtico t\u00e3o agitado, em pleno conflito mundial, com dificuldades grandes para o decurso normal da vida da Igreja aqu\u00e9m e al\u00e9m-fronteiras, aparecerem tr\u00eas crian\u00e7as numa serra rec\u00f4ndita, a dizerem o que diziam, insistentemente diziam, e basicamente consistia em apelar \u00e0 convers\u00e3o, em mudar de vida, em corresponder aos apelos da M\u00e3e de Cristo, para s\u00f3 assim chegar a paz, para s\u00f3 assim a garantir no futuro \u2013 concordemos que n\u00e3o podia ser maior o contraste \u201cmedi\u00e1tico\u201d e o confronto das expetativas comuns.<\/p>\n<p>Foi-o ent\u00e3o e n\u00e3o sei se ser\u00e1 muito diferente hoje em dia. O cen\u00e1rio mundial \u00e9 agitado, os problemas globais s\u00e3o muitos e o sentimento de perigo aumentou exponencialmente, quando se sabe ou julga saber de tudo e de toda a parte, rapidamente demais para ser discernido, situado e integrado. Navega-se \u00e0 vista, na vertigem dos dias, dos ditos e contraditos, entre alvoro\u00e7os e desist\u00eancias. A pr\u00f3pria comunica\u00e7\u00e3o social, ou as redes sociais em crescendo, t\u00eam dificuldade em resistir \u00e0 velocidade que as reduz a apontamentos sobre apontamentos duma realidade que se torna fugidia ou virtual. \u2013 \u00c9 dif\u00edcil sabermos realmente onde estamos, com quem estamos e para onde vamos, se \u00e9 que ainda subsiste um lugar onde.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"3\">\n<li><u>Mas \u00e9 precisamente neste contexto que devemos retomar F\u00e1tima e a sua mensagem<\/u>. Fizemo-lo como Confer\u00eancia Episcopal na Carta Pastoral de 8 de dezembro passado, precisamente intitulada <em>F\u00e1tima, sinal de esperan\u00e7a para o nosso tempo<\/em>.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Cem anos depois, o que come\u00e7ou com os pastorinhos foi-se tornando propriamente \u201cpastoral\u201d, como conte\u00fado e pr\u00e1tica marcantes. Uma marca de fundo que, mesmo quando desapercebida, acabou por tocar muita gente e moldar muita coisa, bem mais do que parece. Como escrevemos no referido documento: \u00abA devo\u00e7\u00e3o a Nossa Senhora do Ros\u00e1rio de F\u00e1tima e a espiritualidade que brota da sua mensagem rapidamente passaram a marcar a pastoral da Igreja em Portugal e em todo o mundo. A mensagem [de F\u00e1tima] \u00e9 essencialmente um dom inef\u00e1vel de gra\u00e7a, miseric\u00f3rdia, esperan\u00e7a e paz, que nos chama ao acolhimento e ao compromisso. Esta interpela\u00e7\u00e3o \u00e0 Igreja a que responda ao dom misericordioso de Deus est\u00e1 profundamente vinculada aos dramas e trag\u00e9dias da hist\u00f3ria do s\u00e9culo XX, mas conserva ainda a mesma for\u00e7a e exig\u00eancia para os crentes do nosso tempo\u00bb (n.\u00ba 2).<\/p>\n<p>Muita gente foi percebendo, tamb\u00e9m a partir de F\u00e1tima, que os grandes desastres humanit\u00e1rios e pessoais t\u00eam raiz mais profunda e consequ\u00eancia mais duradoura do que aquilo que imediatamente parece. Foi procurando resposta nesse \u201clugar\u201d primeiro e \u00faltimo onde as coisas definitivamente se h\u00e3o de resolver \u2013 um cora\u00e7\u00e3o \u201cimaculado\u201d, como por gra\u00e7a divina foi o de Maria, para conceber Jesus e assim Ele ser totalmente \u201cDeus connosco\u201d. E para, com a M\u00e3e de Miseric\u00f3rdia, participarmos ativamente na miseric\u00f3rdia divina, oferecendo-nos em favor de todos, para que ningu\u00e9m se perca e o comum destino eterno n\u00e3o seja gorado em ningu\u00e9m.<\/p>\n<p>Melhor dizendo, interpretando com o ent\u00e3o Cardeal Ratzinger o \u201csegredo de F\u00e1tima\u201d e o que deste permanece como indica\u00e7\u00e3o premente: \u00abO que permanece \u2013 dissemo-lo logo no in\u00edcio das nossas reflex\u00f5es sobre o texto do \u201csegredo\u201d \u2013 \u00e9 a exorta\u00e7\u00e3o \u00e0 ora\u00e7\u00e3o como caminho para a \u201csalva\u00e7\u00e3o das almas\u201d, e no mesmo sentido o apelo \u00e0 penit\u00eancia e \u00e0 convers\u00e3o\u00bb. E sobre o Imaculado Cora\u00e7\u00e3o de Maria e o seu triunfo final: \u00abQueria, no fim, tomar uma vez mais outra palavra-chave do \u201csegredo\u201d que justamente se tornou famosa: \u201cO meu Imaculado Cora\u00e7\u00e3o triunfar\u00e1\u201d. Que significa isto? Significa que este Cora\u00e7\u00e3o aberto a Deus, purificado pela contempla\u00e7\u00e3o de Deus, \u00e9 mais forte que as pistolas ou outras armas de qualquer esp\u00e9cie\u00bb (Cardeal Joseph Ratzinger, Coment\u00e1rio teol\u00f3gico, em Congrega\u00e7\u00e3o para a Doutrina da F\u00e9, <em>A Mensagem de F\u00e1tima<\/em>, Lisboa, Paulinas, 2000, p. 54-55).<\/p>\n<p>Da vis\u00e3o do Inferno em que podemos cair \u2013 e as imagens com que os pastorinhos o viram n\u00e3o s\u00e3o assim t\u00e3o diferentes das que os <em>media<\/em> hoje nos transmitem, a crian\u00e7as e adultos, de repetidas destrui\u00e7\u00f5es e carnificinas por esse mundo al\u00e9m \u2013 os videntes passaram ao Cora\u00e7\u00e3o de Maria, que a gra\u00e7a divina tornou imaculado, para com Ela correspondermos em Cristo \u00e0 vontade recriadora de Deus, por n\u00f3s e pelos outros, \u00abprincipalmente os que mais precisarem\u00bb. Assim seguiremos um caminho de convers\u00e3o e regresso em que, pela estrada \u00edngreme que nos leva \u00e0 Cruz, a salva\u00e7\u00e3o acontecer\u00e1 finalmente. Estes tr\u00eas momentos sucessivos do \u201csegredo\u201d retomam um aut\u00eantico itiner\u00e1rio crist\u00e3o. Constituem absolutamente uma mensagem de esperan\u00e7a.<\/p>\n<p>Esperan\u00e7a que se radica na miseric\u00f3rdia divina face aos males do mundo, como o te\u00f3logo Bueno de la Fuente t\u00e3o bem carateriza: \u00abO amor de Deus torna patente uma pot\u00eancia ulterior, uma capacidade nova: a miseric\u00f3rdia; como indica o pr\u00f3prio termo (miseri-cor-dia), Deus coloca o seu cora\u00e7\u00e3o (\u201ccor\u201d) nos infelizes e doloridos (\u201cmiseri\u201d); deste modo procura conter o mal, resistir \u00e0 sua sedu\u00e7\u00e3o, para abrir um horizonte novo de esperan\u00e7a; a iniciativa de Deus, inesperada e gratuita, interpela os seres humanos para que se entreguem ao servi\u00e7o destes des\u00edgnios de miseric\u00f3rdia e consagrem a sua vida a conter o mal; este ser\u00e1 o testemunho e o carisma dos tr\u00eas pastorinhos\u00bb (Eloy Bueno de la Fuente, <em>A Mensagem de F\u00e1tima. A miseric\u00f3rdia de Deus: o triunfo do amor nos dramas da hist\u00f3ria<\/em>, Santu\u00e1rio de F\u00e1tima, 2014, p. 18-19).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<ol start=\"4\">\n<li><u>Assim mesmo se entender\u00e1 a pr\u00f3xima visita do Papa Francisco<\/u> no presente momento mundial e eclesial, tornado verdadeiro peregrino da esperan\u00e7a, garantida pelo triunfo do Imaculado Cora\u00e7\u00e3o de Maria, \u00edcone da humanidade reencontrada no pr\u00f3prio Cora\u00e7\u00e3o de Deus. Lembremos que em 1931, na primeira peregrina\u00e7\u00e3o nacional a F\u00e1tima, foi Portugal consagrado ao Imaculado Cora\u00e7\u00e3o de Maria. Que Pio XII lhe consagrou o mundo no 25.\u00ba anivers\u00e1rio da \u00faltima apari\u00e7\u00e3o, em 31 de outubro de 1942. E que o Papa Francisco o fez tamb\u00e9m em Roma, em outubro de 2013, diante da imagem da Capelinha, para l\u00e1 mais uma vez levada nessa altura.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Em suma, como escrevemos na j\u00e1 citada Carta Pastoral de 8 dezembro \u00faltimo: \u00abA mensagem de F\u00e1tima mostra-nos uma experi\u00eancia universal e permanente: o confronto entre o bem e o mal que continua no cora\u00e7\u00e3o de cada pessoa, nas rela\u00e7\u00f5es sociais, no campo da pol\u00edtica e da economia, no interior de cada pa\u00eds e \u00e0 escala internacional. Cada um de n\u00f3s \u00e9 interpelado a corresponder ao chamamento de Deus, a combater o mal a partir do mais \u00edntimo de si mesmo, a compreender o sentido da convers\u00e3o e do sacrif\u00edcio em favor dos outros, como fizeram os tr\u00eas pastorinhos, na sua pureza e inoc\u00eancia\u00bb (n.\u00ba 7).<\/p>\n<p>E assim mesmo nos aproximaremos do que realmente atrai tantas pessoas a F\u00e1tima, individualmente ou em grupo, de Portugal ou do mundo inteiro. Necessidades e urg\u00eancias de cada um e dos seus, certamente. Mas, em tudo e atrav\u00e9s de tudo o que possa ser, um apelo mais ou menos apercebido a respostas definitivas. Entramos no campo do \u201ccora\u00e7\u00e3o\u201d: o Cora\u00e7\u00e3o de Deus, que \u00e9 miseric\u00f3rdia; o Cora\u00e7\u00e3o de Maria, que Deus fez imaculado, alvorada de Cristo no mundo.<\/p>\n<p>Num relance de d\u00e9cadas, L\u00facia escreveu assim: \u00abNesta torrente que inundou a humilde Serra de Aire, e que ainda n\u00e3o findou, antes cresce e aumenta cada vez mais, vejo como que se fora num espelho, um povo sedento de Deus, desiludido e cansado dos enganos e atropelos do mundo paganizado, materializado, ego\u00edsta e agressivo, sem norte nem guia que o transporte \u00e0s ombreiras de uma porta salvadora que o leve \u00e0s fontes das \u00e1guas vivas que brotam e saciam para a vida eterna: \u201cQuem desta \u00e1gua beber jamais ter\u00e1 sede\u201d\u00bb (Irm\u00e3 Maria L\u00facia de Jesus e do Cora\u00e7\u00e3o Imaculado, <em>Como vejo a Mensagem atrav\u00e9s dos tempos e dos acontecimentos<\/em>, Carmelo de Coimbra \u2013 Secretariado dos Pastorinhos, 2006, p. 47-48).<\/p>\n<p>Quem acompanhe e realmente oi\u00e7a tantas pessoas que passam por F\u00e1tima e que aqui v\u00eam em peregrina\u00e7\u00e3o, n\u00e3o demorar\u00e1 em concordar com a Irm\u00e3 L\u00facia. Abriu-se em F\u00e1tima uma \u201cporta salvadora\u201d, pela qual, ainda que estreita, se acede \u00e0 Fonte que finalmente sacia. O mais importante de F\u00e1tima \u00e9 o constante caudal de convers\u00f5es que daqui corre, com inestim\u00e1vel benef\u00edcio pr\u00f3prio e alheio. Como o ent\u00e3o Cardeal Ratzinger confidenciou: \u00abDeixo aqui uma recorda\u00e7\u00e3o pessoal: num col\u00f3quio que a Irm\u00e3 L\u00facia teve comigo, ela disse-me que lhe parecia cada vez mais claramente que o objetivo de todas as apari\u00e7\u00f5es era fazer crescer sempre mais na f\u00e9, na esperan\u00e7a e na caridade; tudo o mais pretendia levar a isso\u00bb (Cardeal Joseph Ratzinger, em <em>A Mensagem de F\u00e1tima<\/em>, p. 50).<\/p>\n<p>N\u00e3o costumam ser bem assim as habituais palavras de abertura das nossas Assembleias Plen\u00e1rias, dirigidas tamb\u00e9m \u00e0 comunica\u00e7\u00e3o social. Desta vez, por\u00e9m, entendi que, al\u00e9m do breve enunciado das tem\u00e1ticas a tratar, devia referir principalmente o motivo maior de estarmos aqui, em pleno Centen\u00e1rio das Apari\u00e7\u00f5es e t\u00e3o pr\u00f3ximos da visita do Papa Francisco. Pareceu-me que, menos do que isto, seria desadequado ao tempo e \u00e0 circunst\u00e2ncia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>F\u00e1tima, 24 de abril de 2017<\/p>\n<p>+ Manuel Clemente<\/p>\n<p><strong>[<a href=\"https:\/\/www.conferenciaepiscopal.pt\/v1\/wp-content\/uploads\/AssembleiaPlenariaCEP_24.04.2017_DiscursoPresidente.pdf\">PDF<\/a>]<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Assembleia Plen\u00e1ria que agora come\u00e7amos prossegue normalmente a j\u00e1 longa s\u00e9rie de reuni\u00f5es semelhantes do Episcopado Portugu\u00eas. 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