{"id":165,"date":"2012-11-15T15:00:00","date_gmt":"2012-11-15T15:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.conferenciaepiscopal.pt\/v1\/?p=165"},"modified":"2014-07-20T15:42:28","modified_gmt":"2014-07-20T15:42:28","slug":"nota-pastoral-da-conferencia-episcopal-portuguesa-por-ocasiao-do-150-o-aniversario-do-nascimento-da-beata-maria-do-divino-coracao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.conferenciaepiscopal.pt\/v1\/nota-pastoral-da-conferencia-episcopal-portuguesa-por-ocasiao-do-150-o-aniversario-do-nascimento-da-beata-maria-do-divino-coracao\/","title":{"rendered":"Nota Pastoral da Confer\u00eancia Episcopal Portuguesa por ocasi\u00e3o do 150.\u00ba anivers\u00e1rio do nascimento da Beata Maria do Divino Cora\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>1. A Irm&atilde; Maria do Divino Cora&ccedil;&atilde;o nasceu na Alemanha, em M&uuml;nster, a 8 de setembro de 1863. Seus pais eram os condes Droste zu Vischering, profundamente religiosos, vivendo no castelo de Darfeld. Aos 25 anos, sentiu um forte apelo para seguir a vida de consagra&ccedil;&atilde;o religiosa: &laquo;Tens de entrar no convento do Bom Pastor&raquo;. Assim, a 10 de janeiro de 1889, toma o h&aacute;bito religioso no convento de M&uuml;nster, em feliz coincid&ecirc;ncia com o que aconteceu no mesmo dia, no Carmelo de Lisieux, a Teresa do Menino Jesus.<\/p>\n<p>A Irm&atilde; Maria do Divino Cora&ccedil;&atilde;o foi enviada em miss&atilde;o para Portugal, tendo chegado ao Porto, como Superiora do Recolhimento do Bom Pastor, na Rua de Vale Formoso, Paranhos, a 17 de maio de 1894. Aqui se dedicou, de alma e cora&ccedil;&atilde;o, ao servi&ccedil;o de largas dezenas de jovens, entregues aos cuidados da sua Congrega&ccedil;&atilde;o, em tempos de grandes dificuldades materiais, perfeitamente integrada na sua nova p&aacute;tria: &laquo;Sinto&#8209;me t&atilde;o portuguesa, que n&atilde;o me importo com tanto desconforto, tanto frio e tanta humidade&raquo;. Acometida por uma dolorosa e prolongada doen&ccedil;a, partiu para a vida eterna no dia 8 de junho de 1899, no in&iacute;cio do tr&iacute;duo de prepara&ccedil;&atilde;o para a consagra&ccedil;&atilde;o do mundo ao Cora&ccedil;&atilde;o de Jesus, feita pelo Papa, correspondendo ao seu expresso pedido. O seu corpo est&aacute; exposto &agrave; venera&ccedil;&atilde;o dos fi&eacute;is na Igreja do Cora&ccedil;&atilde;o de Jesus, em Ermesinde, junto &agrave; Casa das Irm&atilde;s do Bom Pastor.<\/p>\n<p>O testemunho da sua vida, centrada no amor do Cora&ccedil;&atilde;o de Jesus Cristo e das pessoas que serviu com heroica generosidade, continua vivo e atual. Queremos seguir o que nos recomenda a Congrega&ccedil;&atilde;o para a Doutrina da F&eacute;: &ldquo;Os Santos e Beatos s&atilde;o aut&ecirc;nticas testemunhas da f&eacute;. Portanto, ser&aacute; oportuno que as Confer&ecirc;ncias Episcopais se empenhem em difundir o conhecimento dos Santos do pr&oacute;prio territ&oacute;rio&rdquo; (1). O Papa Bento XVI assim nos exorta, ao convocar a Igreja para a celebra&ccedil;&atilde;o do Ano da F&eacute;: &laquo;Pela f&eacute;, homens e mulheres consagraram a sua vida a Cristo, deixando tudo para viver, em simplicidade evang&eacute;lica, a obedi&ecirc;ncia, a pobreza e a castidade, sinais concretos de quem aguarda o Senhor, que n&atilde;o tarda a vir. Pela f&eacute;, muitos crist&atilde;os se fizeram promotores de uma a&ccedil;&atilde;o em prol da justi&ccedil;a, para tornar palp&aacute;vel a palavra do Senhor, que veio anunciar a liberta&ccedil;&atilde;o da opress&atilde;o e um ano de gra&ccedil;a para todos (cf. <em>Lc<\/em> 4, 18&#8209;19)&raquo;(2).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>2. A Irm&atilde; Maria do Divino Cora&ccedil;&atilde;o foi declarada Beata pelo Papa Paulo VI, a 1 de novembro do Ano Santo de 1975. N&atilde;o tendo havido na altura uma declara&ccedil;&atilde;o conjunta do episcopado a este prop&oacute;sito, queremos aproveitar a celebra&ccedil;&atilde;o dos 150 anos do seu nascimento, para apresentar, sucintamente, algumas linhas mestras da sua espiritualidade.<\/p>\n<p>A vida da Beata Maria do Divino Cora&ccedil;&atilde;o, centrada em Jesus e no amor do seu cora&ccedil;&atilde;o, estimula-nos a chamar a aten&ccedil;&atilde;o para esta nossa irm&atilde; na f&eacute;, como instrumento de Deus e verdadeira evangelizadora, modelo para todos de uma entrega radical a Cristo e &agrave; sua Igreja. Ela viveu estas duas paix&otilde;es: Jesus e os pobres, especialmente as jovens por quem tanto trabalhou, com dedica&ccedil;&atilde;o total, apaixonada pelo desejo de amar sempre mais e melhor.<\/p>\n<p>O nome que assumiu como religiosa da Congrega&ccedil;&atilde;o do Bom Pastor, Irm&atilde; Maria do Divino Cora&ccedil;&atilde;o, foi um programa de vida. Facto deveras relevante na sua miss&atilde;o foi o pedido que dirigiu a Le&atilde;o XIII, transmitindo o desejo que recebeu do Senhor Jesus, para que o Papa consagrasse o mundo ao seu Cora&ccedil;&atilde;o Divino. Este Papa, que ficou mais conhecido pela sua interven&ccedil;&atilde;o no campo social, com a publica&ccedil;&atilde;o da Enc&iacute;clica <em>Rerum novarum<\/em>, marco mili&aacute;rio da doutrina social da Igreja, deu a mais alta classifica&ccedil;&atilde;o a este gesto prof&eacute;tico. Num encontro que teve com os pais da Irm&atilde; Maria do Divino Cora&ccedil;&atilde;o, em Roma, anunciou que, devido aos pedidos de sua filha que vivia no Porto, ia realizar &laquo;o ato mais grandioso de todo o meu Pontificado&raquo;: a Consagra&ccedil;&atilde;o do g&eacute;nero humano ao Cora&ccedil;&atilde;o de Jesus Cristo. A Irm&atilde; Maria foi o instrumento providencial de Deus para levar o Papa Le&atilde;o XIII a realizar este ato solene, que teve lugar a 11 de junho de 1899, anunciado duas semanas antes pela Enc&iacute;clica <em>Annum Sacrum<\/em>.<\/p>\n<p>O nosso atual Papa tem recomendado que centremos o nosso cora&ccedil;&atilde;o no Cora&ccedil;&atilde;o de Jesus Cristo, a fim de vivermos a cumprir o mandamento do amor. &laquo;Quem quer dar amor, deve ele mesmo receb&ecirc;-lo em dom (&#8230;), deve ele pr&oacute;prio beber incessantemente da fonte primeira e origin&aacute;ria que &eacute; Jesus Cristo, de cujo cora&ccedil;&atilde;o trespassado brota o amor de Deus&raquo; (3). Por ocasi&atilde;o do cinquenten&aacute;rio da Enc&iacute;clica <em>Haurietis aquas<\/em>, sobre o culto ao Cora&ccedil;&atilde;o de Jesus, do Papa Pio XII, assim adverte Bento XVI: &laquo;O convite a entregar&#8209;se totalmente ao amor salv&iacute;fico de Cristo e a consagrar&#8209;se a Ele tem, portanto, como primeira finalidade a rela&ccedil;&atilde;o com Deus. Eis porque este culto, totalmente dirigido ao amor de Deus, que se entrega em sacrif&iacute;cio por n&oacute;s, &eacute; de t&atilde;o insubstitu&iacute;vel import&acirc;ncia para a nossa f&eacute; e para a nossa vida no amor&raquo; (4).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>3. Celebrar os 150 anos do nascimento da Beata Maria do Divino Cora&ccedil;&atilde;o, no presente contexto da vida em Portugal, deve ser para todos um apelo:<\/p>\n<p>&ndash; a viver centrados no amor de Jesus, a &laquo;porta da f&eacute;&raquo; (<em>At<\/em> 14, 27), procurando passar, particularmente este <em>Ano de F&eacute;<\/em>, cumprindo o que nos pede o ap&oacute;stolo Pedro: &laquo;confessai Cristo como Senhor, sempre dispostos a dar a raz&atilde;o da vossa esperan&ccedil;a&raquo; (<em>1 Pe<\/em> 3, 15);<\/p>\n<p>&ndash; a rezar e sacrificar&#8209;se pelos sacerdotes, imitando a Irm&atilde; Maria, para que vivam, em fidelidade santa, a sua voca&ccedil;&atilde;o e miss&atilde;o apost&oacute;lica. Cabe-lhe o grande m&eacute;rito de ter inspirado a funda&ccedil;&atilde;o do Pontif&iacute;cio Col&eacute;gio Portugu&ecirc;s de Roma, onde se t&ecirc;m formado m&uacute;ltiplas gera&ccedil;&otilde;es de sacerdotes, desde h&aacute; mais de cem anos.<\/p>\n<p>&ndash; a cultivar um amor sincero e dedicado &agrave; Igreja, especialmente ao Papa, no acolhimento dos seus ensinamentos e exorta&ccedil;&otilde;es. Assim nos relata: &laquo;Desde a mais tenra idade, senti a dita de ser filha da Santa Igreja&raquo;;<\/p>\n<p>&#8211; a praticar o servi&ccedil;o aos pobres e marginalizados, seguindo exemplo de quem entregou a sua vida &agrave; reabilita&ccedil;&atilde;o integral da mulher;<\/p>\n<p>&ndash; a progredir no &laquo;amor de Cristo, que ultrapassa todo o conhecimento&raquo; (<em>Ef<\/em> 3, 19), pela pedagogia da devo&ccedil;&atilde;o ao Cora&ccedil;&atilde;o de Jesus, pois &laquo;s&oacute; o cora&ccedil;&atilde;o de Cristo, que conhece a profundidade do amor do Pai, p&ocirc;de revelar&#8209;nos o abismo da sua miseric&oacute;rdia, de um modo t&atilde;o cheio de simplicidade e beleza&raquo; (5);<\/p>\n<p>&ndash; a colocarmos no centro das nossas vidas a Eucaristia celebrada, comungada e adorada. Foi num contexto eucar&iacute;stico que a Irm&atilde; Maria recebeu grandes gra&ccedil;as do Cora&ccedil;&atilde;o de Deus: <em>&laquo;<em>Nunca pude separar a devo&ccedil;&atilde;o ao Cora&ccedil;&atilde;o de Jesus da devo&ccedil;&atilde;o ao Sant&iacute;ssimo Sacramento; e nunca serei capaz de explicar como e quanto o Sagrado Cora&ccedil;&atilde;o de Jesus se dignou favorecer-me no Sant&iacute;ssimo Sacramento da Eucaristia. O Sant&iacute;ssimo Sacramento foi sempre para mim um c&eacute;u&raquo;.<\/em><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>4. Que a celebra&ccedil;&atilde;o do 150.&ordm; anivers&aacute;rio do nascimento da Beata Maria do Divino Cora&ccedil;&atilde;o possa ser um fogo de zelo apost&oacute;lico que ateie outros fogos, que nos centre a todos no amor ao Cora&ccedil;&atilde;o de Jesus, no servi&ccedil;o do Reino e da Igreja de Cristo, na ora&ccedil;&atilde;o e solicitude pelas voca&ccedil;&otilde;es sacerdotais e pela santifica&ccedil;&atilde;o dos sacerdotes, num empenho muito concreto em servir os mais pobres e marginalizados do nosso tempo.<\/p>\n<p>Unamo-nos em ora&ccedil;&atilde;o para que, em breve, alcancemos a gra&ccedil;a da sua canoniza&ccedil;&atilde;o. Desejamos que a Vida Consagrada em geral, particularmente a Congrega&ccedil;&atilde;o de Nossa Senhora da Caridade do Bom Pastor, na qual a Irm&atilde; Maria entregou generosamente a sua vida, possa experimentar &laquo;a conveniente renova&ccedil;&atilde;o&raquo;, como pede o Conc&iacute;lio Vaticano II, do qual estamos a celebrar o 50.&ordm; anivers&aacute;rio da sua abertura, e o dom de muitas voca&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p><em>&nbsp;<\/em><\/p>\n<p><em>F&aacute;tima, 15 de novembro de 2012<\/em><\/p>\n<p><em>&nbsp;<\/em><\/p>\n<p><em>NOTAS<\/em><\/p>\n<p>1 -Congrega&ccedil;&atilde;o para a Doutrina da F&eacute;, <em>Nota com indica&ccedil;&otilde;es pastorais para o Ano da F&eacute;<\/em> (2012.01.06), n. II.5.<\/p>\n<p>2 -Bento XVI, <em>Carta Apost&oacute;lica &laquo;Porta Fidei&raquo;<\/em> (2011.10.11), n. 13.<\/p>\n<p>3 -Bento XVI, <em>Carta Enc&iacute;clica &laquo;Deus caritas est&raquo;<\/em>, n. 7.<\/p>\n<p>4 -Bento XVI, <em>Carta de 15 de maio de 2006, no 50.&ordm; anivers&aacute;rio da Enc&iacute;clica &laquo;Haurietis aquas&raquo;.<\/em><\/p>\n<p>5 &#8211;<em>Catecismo da Igreja Cat&oacute;lica<\/em>, n. 1439.<em><\/em><\/p>\n<p>\u0000<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>1. A Irm&atilde; Maria do Divino Cora&ccedil;&atilde;o nasceu na Alemanha, em M&uuml;nster, a 8 de setembro de 1863. 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