{"id":149,"date":"2011-02-16T11:52:25","date_gmt":"2011-02-16T11:52:25","guid":{"rendered":"http:\/\/www.conferenciaepiscopal.pt\/v1\/?p=149"},"modified":"2014-07-20T15:53:51","modified_gmt":"2014-07-20T15:53:51","slug":"voluntariado-e-nova-consciencia-social","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.conferenciaepiscopal.pt\/v1\/voluntariado-e-nova-consciencia-social\/","title":{"rendered":"Voluntariado e nova Consci\u00eancia Social"},"content":{"rendered":"<p>Nota Pastoral da Confer\u00eancia Episcopal Portuguesa\u0000 <!--more--> <\/p>\n<p>1. Um dos sinais mais promissores de esperan&ccedil;a na <strong>constru&ccedil;&atilde;o de uma humanidade fraterna e feliz<\/strong> est&aacute; patente na experi&ecirc;ncia alargada e crescente do voluntariado. Por isso, acolhemos de bom grado o ano 2011 como <em>Ano Europeu das actividades volunt&aacute;rias que promovam uma cidadania activa<\/em>, declarado pelo Conselho de Ministros da Uni&atilde;o Europeia. J&aacute; h&aacute; dez anos (15 de Novembro de 2001) nos associ&aacute;mos a semelhante evento, abordando a tem&aacute;tica do voluntariado como &laquo;porta aberta para a humaniza&ccedil;&atilde;o social&raquo;.<\/p>\n<p align=\"left\">Segundo a nossa proposta, <strong>o voluntariado ilumina-se com os princ&iacute;pios da Doutrina Social da Igreja<\/strong>, como s&atilde;o a dignidade da pessoa humana, o bem comum, a subsidiariedade e a solidariedade, e segue os valores da verdade, liberdade, justi&ccedil;a e paz, trabalhando para o desenvolvimento integral da pessoa humana.<\/p>\n<p align=\"left\">&nbsp;<\/p>\n<p align=\"left\">2. Dirigimo-nos especialmente aos cat&oacute;licos para que se sintam particularmente <strong>motivados pela sua consci&ecirc;ncia a oferecer &agrave; comunidade um tempo de gratuidade ao servi&ccedil;o dos outros<\/strong>.<\/p>\n<p align=\"left\">A viv&ecirc;ncia espiritual crist&atilde;, marcada pela <strong>cultura da gratuidade<\/strong>, cria uma <strong>disponibilidade interior para os outros, at&eacute; &agrave; radicalidade da entrega<\/strong>, para servir as necessidades reais das pessoas que interpelam a consci&ecirc;ncia. A participa&ccedil;&atilde;o na sociedade actual, t&atilde;o competitiva e cruelmente pautada por interesses, &eacute; verdadeiro ant&iacute;doto do individualismo voraz, anunciador de um futuro de esperan&ccedil;a.<\/p>\n<p align=\"left\">Para o crist&atilde;o, em di&aacute;logo com todas as pessoas de boa vontade, a comunh&atilde;o com a Pessoa de Jesus implica chegar &agrave;s causas ou ra&iacute;zes das dif&iacute;ceis quest&otilde;es que geram pobreza, exclus&atilde;o, abandono ou indiferen&ccedil;a. Quem &eacute; coerente com a f&eacute; crist&atilde; transforma a vida e adopta gestos de fraternidade, busca o conhecimento das situa&ccedil;&otilde;es a socorrer e sonha vias criativas de solu&ccedil;&atilde;o para os problemas.<\/p>\n<p align=\"left\">&nbsp;<\/p>\n<p align=\"left\">3. Congratulamo-nos vivamente com o <strong>crescimento de uma nova consci&ecirc;ncia social<\/strong>, que est&aacute; na base do voluntariado. &Eacute; um grito de esperan&ccedil;a, que vence pesos de ideologiza&ccedil;&atilde;o e revela caminhos de um novo humanismo, que seja criativo, realista, din&acirc;mico e pleno.<\/p>\n<p align=\"left\">A aten&ccedil;&atilde;o generosa e gratuita de muitos cidad&atilde;os ao bem do pr&oacute;ximo revela uma <strong>cultura de solidariedade e abertura ao outro<\/strong>, capaz de indicar uma nova pol&iacute;tica nacional e internacional; a verdadeira concep&ccedil;&atilde;o de vida solid&aacute;ria &eacute; chamada a superar os riscos de novas e velhas injusti&ccedil;as. O contributo de um aut&ecirc;ntico voluntariado n&atilde;o se restringir&aacute; somente a ac&ccedil;&otilde;es prim&aacute;rias, mas lutar&aacute; tamb&eacute;m pela <strong>transforma&ccedil;&atilde;o da sociedade<\/strong>.<\/p>\n<p align=\"left\">&nbsp;<\/p>\n<p align=\"left\">4. As iniciativas de voluntariado situam-se no <strong>esp&iacute;rito do princ&iacute;pio da subsidiariedade<\/strong> e n&atilde;o se substituem aos servi&ccedil;os sociais dos poderes p&uacute;blicos. Pelo contr&aacute;rio, a interven&ccedil;&atilde;o dos volunt&aacute;rios possibilita e eleva a exig&ecirc;ncia das respostas p&uacute;blicas, permitindo contudo aos cidad&atilde;os, em virtude da espontaneidade do voluntariado, esbater muralhas burocr&aacute;ticas.<\/p>\n<p align=\"left\">Dar vida &agrave; subsidiariedade &eacute; <strong>mobilizar para a responsabilidade de uma cidadania activa<\/strong>. Assim se pretende provocar a altera&ccedil;&atilde;o da mentalidade centralista e estatizante, presente em diversos organismos p&uacute;blicos, que bloqueiam, tantas vezes, as energias da comunidade local e das redes de proximidade.<\/p>\n<p align=\"left\">O <strong>compromisso com a justi&ccedil;a social<\/strong> e o incentivo a altera&ccedil;&otilde;es estruturais positivas ser&atilde;o factores determinantes de credibilidade das pessoas e institui&ccedil;&otilde;es dedicadas ao voluntariado.<\/p>\n<p align=\"left\">Pelo m&eacute;rito da sua d&aacute;diva gratuita, o trabalho volunt&aacute;rio &eacute; uma mais-valia &eacute;tica em rela&ccedil;&atilde;o ao trabalho remunerado; ambos dignificam o ser humano e caracterizam-se pela compet&ecirc;ncia e organiza&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p align=\"left\">&nbsp;<\/p>\n<p align=\"left\">5. Chamado a uma abrang&ecirc;ncia universal de todas as pessoas e situa&ccedil;&otilde;es, verdadeira rede de fraternidade, <strong>o voluntariado assume uma pluralidade de rostos e formas<\/strong>, junto dos que a sociedade esquece, rejeita, maltrata, empobrece, bem como na ajuda a uma educa&ccedil;&atilde;o para o servi&ccedil;o e para o desenvolvimento cultural.<\/p>\n<p align=\"left\">Apontamos, brevemente, algumas das vertentes do multiforme voluntariado:<\/p>\n<p align=\"left\">5.1 O <strong>voluntariado agregado a movimentos e obras sociais<\/strong>, j&aacute; com larga tradi&ccedil;&atilde;o. Dentro deste tipo se situa o trabalho espec&iacute;fico em hospitais, em pris&otilde;es e em institui&ccedil;&otilde;es de solidariedade social, para o qual se exige uma prepara&ccedil;&atilde;o adequada e uma integra&ccedil;&atilde;o nas normas das institui&ccedil;&otilde;es onde actuam.<\/p>\n<p align=\"left\">5.2 O <strong>voluntariado na resposta a situa&ccedil;&otilde;es de pessoas s&oacute;s<\/strong> que necessitam de visita e companhia, de ajuda em diversos servi&ccedil;os. Muitos volunt&aacute;rios, integrados ou n&atilde;o em associa&ccedil;&otilde;es, exercem um servi&ccedil;o carregado de humanidade e paciente cuidado dos mais abandonados e esquecidos.<\/p>\n<p align=\"left\">5.3 O <strong>voluntariado na educa&ccedil;&atilde;o<\/strong>, com bastante relev&acirc;ncia, seja atrav&eacute;s dos alunos na resolu&ccedil;&atilde;o dos problemas da vida real, seja na participa&ccedil;&atilde;o das fam&iacute;lias e das comunidades nas actividades da escola: ajudar a fazer os trabalhos de casa, acompanhar visitas de estudo, colaborar na orienta&ccedil;&atilde;o vocacional, apoiar a constru&ccedil;&atilde;o ou repara&ccedil;&atilde;o de uma determinada estrutura ou equipamento escolar.<\/p>\n<p align=\"left\">5.4 O <strong>voluntariado ao servi&ccedil;o da evangeliza&ccedil;&atilde;o<\/strong>, especialmente nas par&oacute;quias e movimentos, exercido em fecunda e apreciada dedica&ccedil;&atilde;o na transmiss&atilde;o do Evangelho. Conta com milhares de volunt&aacute;rios, gratuitamente empenhados nas diversas ac&ccedil;&otilde;es eclesiais, nomeadamente a catequese, a anima&ccedil;&atilde;o lit&uacute;rgica, a pastoral familiar, a participa&ccedil;&atilde;o nos &oacute;rg&atilde;os de administra&ccedil;&atilde;o e corresponsabilidade pastoral.<\/p>\n<p align=\"left\">5.5 O <strong>voluntariado mission&aacute;rio<\/strong>, pr&oacute;ximo do Voluntariado Internacional para a Coopera&ccedil;&atilde;o, sobretudo destinado para ac&ccedil;&otilde;es fora do pa&iacute;s, inserido em projectos de promo&ccedil;&atilde;o humana e social, em &aacute;reas como a educa&ccedil;&atilde;o e forma&ccedil;&atilde;o, a sa&uacute;de, o associativismo, o apoio comunit&aacute;rio e social, a capacita&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica de agentes locais. Procura ser sinal de fraternidade global, despertando a opini&atilde;o p&uacute;blica para as quest&otilde;es do desenvolvimento. Lembramos, em atitude de reconhecimento e gratid&atilde;o, os v&aacute;rios milhares de volunt&aacute;rios que, nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas, partiram de Portugal em miss&atilde;o, na sua maioria ligados a institutos mission&aacute;rios &laquo;ad gentes&raquo;.<\/p>\n<p align=\"left\">5.6 O <strong>voluntariado na dimens&atilde;o cultural<\/strong>, que ganha cada vez mais adeptos. Dedicar os tempos livres ao cultivo da m&uacute;sica, seja em filarm&oacute;nicas ou grupos corais, &agrave; conserva&ccedil;&atilde;o e promo&ccedil;&atilde;o do patrim&oacute;nio, arquivos, bibliotecas, museus e outros centros culturais valoriza quem se dedica e permite disponibilizar os bens culturais &agrave; comunidade, de modo mais r&aacute;pido e econ&oacute;mico.<\/p>\n<p align=\"left\">5.7 O <strong>voluntariado de socorro de emerg&ecirc;ncia<\/strong>, sobretudo atrav&eacute;s de institui&ccedil;&otilde;es como os Bombeiros, a Cruz Vermelha e a C&aacute;ritas, t&atilde;o atraente para muitos jovens dispostos a aventuras e riscos da pr&oacute;pria vida na ajuda imediata em situa&ccedil;&otilde;es de particular afli&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p align=\"left\">5.8 O <strong>voluntariado no campo ecol&oacute;gico<\/strong>, que conquistou espa&ccedil;o na vida contempor&acirc;nea, t&atilde;o necessitada da defesa do ambiente.<\/p>\n<p align=\"left\">5.9 O <strong>voluntariado dos direitos humanos<\/strong>, com especial significado na defesa da vida, na promo&ccedil;&atilde;o da justi&ccedil;a e da paz entre as pessoas e entre os povos.<\/p>\n<p align=\"left\">&nbsp;<\/p>\n<p align=\"left\">6. Verifica-se que o voluntariado tem constitu&iacute;do para muitos um <strong>lugar de enriquecimento humanizante<\/strong> que faz repensar projectos de vida, valorizar e desfrutar de modo novo o que se tem, preparar para embates, aliviar as tens&otilde;es e relativizar os pr&oacute;prios problemas.<\/p>\n<p align=\"left\">Por isso, entre as muitas <strong>vantagens do voluntariado<\/strong>, que aqui n&atilde;o podemos desenvolver, queremos salientar, no actual contexto, o facto de ser escola de realismo duro da vida e promover uma educa&ccedil;&atilde;o capaz de olhar de frente os problemas concretos, as dificuldades e os sofrimentos, e uma ocasi&atilde;o para o an&uacute;ncio da mensagem crist&atilde;.<\/p>\n<p align=\"left\">&nbsp;<\/p>\n<p align=\"left\">7. O entusiasmo e o crescente n&uacute;mero de pessoas que aderem ao servi&ccedil;o volunt&aacute;rio n&atilde;o podem fazer-nos esquecer a <strong>sabedoria do saber dar-se<\/strong>. Lan&ccedil;ar-se no trabalho volunt&aacute;rio requer conhecimento da realidade e qualifica&ccedil;&atilde;o das organiza&ccedil;&otilde;es. Quando se aposta na prepara&ccedil;&atilde;o, no estudo dos &acirc;mbitos de actua&ccedil;&atilde;o, na forma&ccedil;&atilde;o ao longo do desenvolvimento da actividade, consegue atingir-se uma resposta mais profunda e realizadora.<\/p>\n<p align=\"left\">Deve igualmente ser dada particular aten&ccedil;&atilde;o &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es de maturidade humana por parte de quem oferece o seu tempo e compet&ecirc;ncia ao bem comum, sob perigo de causar dano em vez de benef&iacute;cio.<\/p>\n<p align=\"left\">&nbsp;<\/p>\n<p align=\"left\">8. Manifestamos o nosso profundo <strong>reconhecimento e apre&ccedil;o pela multid&atilde;o de volunt&aacute;rios<\/strong> que d&atilde;o firmeza &agrave; esperan&ccedil;a neste tempo exigente de novo humanismo. Auguramos que o ano 2011 constitua uma oportunidade para os cidad&atilde;os, nomeadamente os crist&atilde;os, com especial refer&ecirc;ncia aos mais novos, a serem express&atilde;o do amor gratuito de Deus pelos &uacute;ltimos. Entrevemos na experi&ecirc;ncia do voluntariado o paradigma de uma nova vis&atilde;o da sociedade para a qual nos impele o an&uacute;ncio do Reino novo de Jesus.<\/p>\n<p align=\"left\">&nbsp;<\/p>\n<p align=\"left\">F&aacute;tima, 15 de Fevereiro de 2011<\/p>\n<p>\u0000<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nota Pastoral da Confer\u00eancia Episcopal Portuguesa<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[4],"tags":[],"class_list":["post-149","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.7 - 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