{"id":144,"date":"2010-06-17T16:28:12","date_gmt":"2010-06-17T16:28:12","guid":{"rendered":"http:\/\/www.conferenciaepiscopal.pt\/v1\/?p=144"},"modified":"2014-07-20T15:52:11","modified_gmt":"2014-07-20T15:52:11","slug":"repensar-juntos-a-pastoral-da-igreja-em-portugal-instrumento-de-trabalho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.conferenciaepiscopal.pt\/v1\/repensar-juntos-a-pastoral-da-igreja-em-portugal-instrumento-de-trabalho\/","title":{"rendered":"Repensar Juntos a Pastoral da Igreja em Portugal &#8211; Instrumento de trabalho"},"content":{"rendered":"<p style=\"TEXT-ALIGN: left\"><strong>REPENSAR JUNTOS A PASTORAL DA IGREJA EM PORTUGAL<\/strong><\/p>\n<p style=\"TEXT-ALIGN: left\"><strong><em>Instrumento de trabalho <\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"TEXT-ALIGN: left\"><strong>Apresenta&ccedil;&atilde;o<\/strong><\/p>\n<p>A Confer&ecirc;ncia Episcopal Portuguesa decidiu promover um caminho para &ldquo;repensar a pastoral da Igreja em Portugal&rdquo;, de modo a adequ&aacute;-la melhor ao mandato recebido de Jesus e &agrave;s circunst&acirc;ncias actuais. Como ponto de partida, foi elaborado o documento <strong>&ldquo;Forma&ccedil;&atilde;o para a miss&atilde;o &ndash; forma&ccedil;&atilde;o na miss&atilde;o&rdquo;<\/strong>. Nele se aponta este objectivo: &ldquo;encontrar uma compreens&atilde;o comum a todas as Igrejas de Portugal dos caminhos da miss&atilde;o e enunciar prioridades de op&ccedil;&otilde;es e din&acirc;micas de ac&ccedil;&atilde;o com as quais todas as Dioceses se comprometam&rdquo;. E refere-se como m&eacute;todo a leitura dos &ldquo;sinais dos tempos&rdquo;, segundo a perspectiva do Conc&iacute;lio Vaticano II (cf. <em>GS<\/em> 4 e 11).<\/p>\n<p>O presente instrumento de trabalho d&aacute; continuidade pr&aacute;tica ao citado documento, que indica: &ldquo;Temos todos de perscrutar o Esp&iacute;rito, para na autenticidade do que somos, merecermos o futuro que Deus quer e nos dar&aacute;&rdquo;. Da&iacute; <strong>a ora&ccedil;&atilde;o que deve marcar e inspirar este esfor&ccedil;o eclesial<\/strong>: &ldquo;Ensinai-nos, Senhor, o vosso caminho e caminharemos na verdade. Dirigi a vossa Igreja em Portugal, para que honre e testemunhe o vosso Nome&rdquo; (cf. <em>Sl<\/em> 86,11).<\/p>\n<p>Neste esfor&ccedil;o para repensar a pastoral, pretende-se <strong>envolver num caminho sinodal<\/strong>, em comunh&atilde;o e colabora&ccedil;&atilde;o, a n&iacute;vel diocesano e nacional, os m&uacute;ltiplos agentes pastorais (bispos, sacerdotes, religiosos e religiosas, movimentos, associa&ccedil;&otilde;es de fi&eacute;is e outras obras eclesiais). Assim, o itiner&aacute;rio percorrer&aacute; v&aacute;rias etapas, como se dir&aacute; mais abaixo. N&atilde;o de trata de realizar um s&iacute;nodo nacional mas t&atilde;o s&oacute; adoptar o esp&iacute;rito e o estilo sinodal.<\/p>\n<p>O m&eacute;todo com o qual se come&ccedil;a &eacute; o <strong>discernimento pastoral<\/strong>. Trata-se de um processo de observa&ccedil;&atilde;o, an&aacute;lise e perscruta&ccedil;&atilde;o dos sinais de Deus na realidade da vida da Sociedade e da Igreja. Em termos paulinos, procura-se&nbsp; &ldquo;discernir qual &eacute; a vontade de Deus: o que &eacute; bom, o que lhe &eacute; agrad&aacute;vel, o que &eacute; perfeito&rdquo;, em ordem a determinar o caminho e os modos de a Igreja em Portugal cumprir de modo mais frutuoso a sua miss&atilde;o. Este processo, conduzido na aten&ccedil;&atilde;o e docilidade ao Esp&iacute;rito Santo, requer previamente da parte de todos os que nele se envolvam a disponibilidade para se deixar &ldquo;transformar, adquirindo uma nova mentalidade&rdquo; (cf. <em>Rm<\/em> 12,2).<\/p>\n<p>Neste caminho eclesial, procura-se atingir os seguintes objectivos espec&iacute;ficos:<\/p>\n<ol>\n<li>Chegar &agrave; consci&ecirc;ncia clara do que realmente move a Igreja na ac&ccedil;&atilde;o pastoral e &agrave; convic&ccedil;&atilde;o de que sem uma confian&ccedil;a firme e a comunh&atilde;o profunda com Cristo e em Cristo nada se pode fazer (cf. <em>Jo<\/em> 15,5).<\/li>\n<li>Discernir os sinais de Deus na sociedade actual, como apelos e luz que permite &agrave; Igreja vislumbrar o horizonte para o qual se deve orientar.<\/li>\n<li>Identificar e acolher a ajuda actual de Deus, com a qual abre &agrave; Igreja novos caminhos ou possibilidades inovadoras em ordem &agrave; sua miss&atilde;o pastoral.<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"TEXT-ALIGN: left\"><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p style=\"TEXT-ALIGN: left\"><strong>I. Itiner&aacute;rio sinodal proposto<\/strong><\/p>\n<p>Para p&ocirc;r em andamento este processo, prop&otilde;e-se a todos os pastores das dioceses e aos dirigentes e respons&aacute;veis das variadas express&otilde;es da Igreja em Portugal a pr&aacute;tica da comunh&atilde;o e da colabora&ccedil;&atilde;o eclesial em ordem &agrave; identifica&ccedil;&atilde;o das linhas comuns de ac&ccedil;&atilde;o pastoral. Elas n&atilde;o por&atilde;o em causa o caminho e as leg&iacute;timas op&ccedil;&otilde;es de cada diocese ou organismo eclesial mas dever&atilde;o inspir&aacute;-las e constituir o horizonte comum de refer&ecirc;ncia.<\/p>\n<p>Mediante o trabalho de discernimento pastoral, &agrave; luz do Evangelho e na aten&ccedil;&atilde;o e docilidade ao Esp&iacute;rito, procuramos identificar progressivamente o caminho por onde ir e as prioridades a assumir, sabendo que n&atilde;o deixaremos cair os esfor&ccedil;os habituais, mas colocamos o empenho principal nos novos caminhos&#8230;<\/p>\n<p>Para essa caminhada, <strong>propomos os seguintes passos<\/strong>:<\/p>\n<ol>\n<li>A <strong>Assembleia Plen&aacute;ria da Confer&ecirc;ncia Episcopal Portuguesa (CEP)<\/strong> aprecia a presente proposta e instrumento de trabalho, apresentado pelo grupo promotor representativo das Dioceses e outras inst&acirc;ncias eclesiais em ordem a lan&ccedil;ar a din&acirc;mica da procura e do discernimento pastoral. Sendo aprovado, torna-o p&uacute;blico para se p&ocirc;r em pr&aacute;tica. (Abril de 2010)<\/li>\n<li>Nas <strong>Jornadas Pastorais do Episcopado<\/strong>, a CEP come&ccedil;a o processo de &ldquo;repensar juntos a pastoral da Igreja em Portugal&rdquo;, revendo experi&ecirc;ncias e ouvindo o contributo de peritos em teologia e pastoral e de figuras da sociedade civil e da cultura. (Junho de 2010)<\/li>\n<li>Durante v&aacute;rios meses, nas Dioceses (conselhos pastorais ou outras inst&acirc;ncias), nas confer&ecirc;ncias ou direc&ccedil;&otilde;es nacionais dos institutos de vida consagrada e dos movimentos e associa&ccedil;&otilde;es de fi&eacute;is far-se-&aacute; o <strong>trabalho de discernimento pastoral, <\/strong>conforme se prop&otilde;e mais adiante. (Setembro de 2010 a Mar&ccedil;o de 2011)<\/li>\n<li>Depois, o resultado deste trabalho, com os v&aacute;rios contributos diocesanos e nacionais, &eacute; recolhido e sintetizado no <strong>Secretariado Geral do Episcopado<\/strong>. (Abril de 2011)<\/li>\n<li><strong>As conclus&otilde;es recolhidas s&atilde;o depois reflectidas<\/strong> pelo grupo representativo das dioceses, congrega&ccedil;&otilde;es e movimentos. O resultado final ser&aacute; entregue &agrave; joomla_70. (Maio de 2011)<\/li>\n<li>Nas <strong>jornadas pastorais<\/strong>, estudam-se as formas de p&ocirc;r em pr&aacute;tica as orienta&ccedil;&otilde;es comuns nas Diocese e nas diferentes inst&acirc;ncias da Igreja. (Jornadas Pastorais do Episcopado, Junho de 2011)<\/li>\n<li><strong>A CEP<\/strong> <strong>define as orienta&ccedil;&otilde;es pastorais comuns<\/strong> para a Igreja em Portugal. (Assembleia Plen&aacute;ria, Novembro de 2011)<\/li>\n<li>Tr&ecirc;s anos depois (2014), pelos meios julgados oportunos, a CEP avaliar&aacute; o caminho pastoral feito e os seus frutos, e, se assim o entender, definir&aacute; a sua continuidade.<\/li>\n<\/ol>\n<p align=\"center\"><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>II. Proposta para o discernimento pastoral<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong><em>(instrumento de reflex&atilde;o)<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>1.&nbsp; <\/strong><strong>Tra&ccedil;os da situa&ccedil;&atilde;o actual<\/strong><\/p>\n<p>No Conc&iacute;lio Vaticano II, a Igreja reviu-se nas palavras de S. Jo&atilde;o (<em>1 Jo <\/em>1, 2-3), nas quais declara que os ap&oacute;stolos e toda a comunidade dos crist&atilde;os viviam em comunh&atilde;o com Deus e com Seu Filho Jesus Cristo e deseja que os destinat&aacute;rios da sua carta pudessem tamb&eacute;m viver em comunh&atilde;o com e como eles (cf. <em>DV<\/em> 1). Por esta comunh&atilde;o com e em Deus, que &eacute; amor, a Igreja torna&#8209;se &ldquo;o sacramento, ou sinal, e o instrumento da &iacute;ntima uni&atilde;o com Deus e da unidade de todo o g&eacute;nero humano&rdquo; (<em>LG<\/em> 1).<\/p>\n<p>Todavia, a incarna&ccedil;&atilde;o desta comunh&atilde;o na vida e miss&atilde;o da Igreja em Portugal encontra dificuldades e resist&ecirc;ncias v&aacute;rias, que entravam o testemunho do Evangelho na sociedade e o servi&ccedil;o espiritual aos homens. A Igreja &ndash; nas suas m&uacute;ltiplas dioceses, congrega&ccedil;&otilde;es religiosas, movimentos, novas comunidades, associa&ccedil;&otilde;es de fi&eacute;is &ndash; vive dispersa em in&uacute;meras actividades, encontros, jornadas, congressos, institui&ccedil;&otilde;es&#8230; que parecem n&atilde;o ter liga&ccedil;&atilde;o entre si nem dar aquela vitalidade e inova&ccedil;&atilde;o significativa na vida dos crist&atilde;os, nem&nbsp; irradiar sinais de esperan&ccedil;a na sociedade em que vivemos. H&aacute; nela muitas institui&ccedil;&otilde;es sociais, meios de comunica&ccedil;&atilde;o social, institui&ccedil;&otilde;es de ensino e assist&ecirc;ncia&#8230; mas parecem ficar no seu &acirc;mbito pr&oacute;prio, sem serem vistas e reconhecidas, e nem elas mesmas parecem sentir-se e agir como membros diferenciados de um s&oacute; corpo, a Igreja. As cartas, notas, mensagens e outros documentos pastorais da Confer&ecirc;ncia Episcopal t&ecirc;m algum impacto no momento em que s&atilde;o publicados, mas depois s&atilde;o esquecidos, n&atilde;o chegando a dar os frutos desejados. O processo de catequese, sobretudo na inf&acirc;ncia e adolesc&ecirc;ncia, foi recentemente renovado e alargado, mas observa-se que, a n&atilde;o ser numa pequena percentagem, acaba por n&atilde;o gerar crist&atilde;os vivos e empenhados. Por outro lado, no que se refere aos jovens e aos adultos, n&atilde;o se t&ecirc;m conseguido grandes avan&ccedil;os na forma&ccedil;&atilde;o s&oacute;lida da f&eacute; de modo a acompanhar os diferentes momentos da vida das pessoas. Que falta?<\/p>\n<p>Ao mesmo tempo que se nota decr&eacute;scimo em v&aacute;rios aspectos na Igreja em Portugal, tamb&eacute;m h&aacute; sinais novos. Mencionamos alguns, a t&iacute;tulo de exemplo, para que se descubram outros: na sequ&ecirc;ncia do sopro conciliar do Esp&iacute;rito, a vida da Igreja e dos crist&atilde;os tornou-se mais simples e fraterna, desenvolveu-se bastante a participa&ccedil;&atilde;o laical, quer no interior das comunidades crist&atilde;s quer mesmo nalgumas causas (solidariedade em causas emergentes, defesa da vida, afirma&ccedil;&atilde;o da fam&iacute;lia constitu&iacute;da por um homem e uma mulher unidos pelo casamento&#8230;), apareceram ou cresceram significativamente novos movimentos, comunidades e associa&ccedil;&otilde;es de fi&eacute;is, com propostas inovadoras de evangeliza&ccedil;&atilde;o, de vida comunit&aacute;ria e de testemunho da f&eacute; no mundo&#8230; N&atilde;o ser&aacute;, atrav&eacute;s destes sinais, que o Esp&iacute;rito Santo nos indica o caminho?&nbsp;<\/p>\n<p>Vivemos, na Europa e tamb&eacute;m em Portugal, numa sociedade cada vez mais secularizada e, por vezes, secularista, abafando ou denegrindo o valor e a influ&ecirc;ncia pessoal e social da religi&atilde;o, da f&eacute; crist&atilde; e da Igreja. Conforme a palavra de Deus proclamada pelo profeta, pode dizer-se que as pessoas escolheram confiar no homem e contar somente com a for&ccedil;a humana, <em>&ldquo;afastando o seu cora&ccedil;&atilde;o do Senhor&rdquo; <\/em>(<em>Jer <\/em>17, 5). Ao mesmo tempo, h&aacute; sinais evidentes de que persistem nos cora&ccedil;&otilde;es humanos os anseios pela espiritualidade e pela comunh&atilde;o com o mist&eacute;rio divino. E percebe-se o desafio &agrave; Igreja de saber comunicar o Evangelho de modo atractivo como &ldquo;palavra que d&aacute; vida&rdquo; e &ldquo;vida em abund&acirc;ncia&rdquo;, e de fazer propostas cativantes que possibilitem matar a sede a quem procura saciar as inquieta&ccedil;&otilde;es do seu esp&iacute;rito pela comunh&atilde;o com Deus.<\/p>\n<p>Toda esta mudan&ccedil;a social e cultural e a diminui&ccedil;&atilde;o da relev&acirc;ncia da Igreja constituem um apelo a todos os seus membros, para sermos, como escreveu Jo&atilde;o Paulo II, &ldquo;<em>mais humildes e vigilantes na nossa ades&atilde;o ao Evangelho&rdquo;<\/em> (<em>NMI<\/em> 6). A Igreja em Portugal &eacute; assim chamada a viver em atitude de servi&ccedil;o generoso e a ser fermento pela autenticidade das suas propostas e do seu testemunho. Diz algu&eacute;m: <em>&ldquo;O mundo &eacute; de quem o ama e sabe melhor prov&aacute;-lo&rdquo;<\/em>.<\/p>\n<p><em>&nbsp;<\/em><\/p>\n<p><strong>2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/strong><strong>Tr&ecirc;s aspectos para uma &ldquo;nova maneira de ser Igreja&rdquo;<\/strong><\/p>\n<p>Analisando a situa&ccedil;&atilde;o da Igreja em Portugal, nos seus m&uacute;ltiplos membros e actividades, e as circunst&acirc;ncias sociais e culturais do nosso povo, parecem emergir tr&ecirc;s quest&otilde;es cuja resposta pode indicar o caminho para as prioridades da ac&ccedil;&atilde;o pastoral. S&atilde;o elas: a <strong>exig&ecirc;ncia da forma&ccedil;&atilde;o crist&atilde;<\/strong>, para sermos melhores fi&eacute;is e darmos testemunho do Evangelho; o empenho criativo, ardente e frutuoso na <strong>nova evangeliza&ccedil;&atilde;o<\/strong>, com um modo crist&atilde;o e eclesial novo de estar e agir no mundo; a <strong>reorganiza&ccedil;&atilde;o das comunidades crist&atilde;s<\/strong>, que passa pela descoberta de novas formas de exerc&iacute;cio do minist&eacute;rio sacerdotal e a implementa&ccedil;&atilde;o da diversidade de minist&eacute;rios eclesiais.<\/p>\n<p>Estas poss&iacute;veis linhas comuns de ac&ccedil;&atilde;o pastoral dever&atilde;o ser confirmadas ou eventualmente alteradas, ap&oacute;s o processo de discernimento pastoral. Atrav&eacute;s dele, somos convidados a acolher o mesmo convite que o Esp&iacute;rito disse ao vidente do Apocalipse, quando lhe apresentou o retrato das Igrejas da &Aacute;sia Menor (<em>Ap<\/em> 2-3): trata-se de dar ouvidos ao que o Esp&iacute;rito hoje diz &agrave;s Igrejas que est&atilde;o em Portugal (cf. <em>Ap<\/em> 2, 7.11.17, etc.). Na observa&ccedil;&atilde;o, escuta e discernimento do caminho a seguir, n&atilde;o podemos deixar de atender &agrave; recomenda&ccedil;&atilde;o do ap&oacute;stolo Paulo: &ldquo;N&atilde;o apagueis o Esp&iacute;rito. N&atilde;o desprezeis as profecias. Examinai tudo, guardai o que &eacute; bom&rdquo; (<em>1 Ts<\/em> 5, 19-21).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/strong><strong>Quest&otilde;es para o discernimento pastoral<\/strong><\/p>\n<p>Neste caminho sinodal, procuramos fazer um discernimento em profundidade, identificando os sinais, a luz e a voz do Esp&iacute;rito. A Igreja em Portugal, atrav&eacute;s dos seus m&uacute;ltiplos respons&aacute;veis, &eacute; chamada a deixar-se interpelar e a tomar consci&ecirc;ncia de si mesma e das convic&ccedil;&otilde;es que a movem, examinando se vive realmente o Evangelho de Jesus Cristo e se est&aacute; a corresponder aos seus apelos.<\/p>\n<p>Apontam-se <strong>duas grandes quest&otilde;es para o discernimento<\/strong>: uma sobre a leitura de f&eacute; dos sinais de Deus na sociedade e outra sobre os sinais e indicadores do Esp&iacute;rito Santo na pr&oacute;pria vida da Igreja. As respostas dever&atilde;o ser recolhidas e remetidas ao Secretariado da Confer&ecirc;ncia Episcopal.<\/p>\n<ol>\n<li>Igreja em Portugal, &ldquo;que v&ecirc;s na noite&rdquo; da sociedade em que vives (cf. <em>Is<\/em> 21, 11)? Quais os sinais de Deus e os desafios para a tua miss&atilde;o? O que verdadeiramente precisam as pessoas de hoje, a n&iacute;vel espiritual e humano, e o que podes tu oferecer-lhes?<\/li>\n<li>Igreja em Portugal, que indica&ccedil;&otilde;es ou rumores do Esp&iacute;rito encontras hoje em ti (experi&ecirc;ncias, carismas, dinamismos existentes&#8230;) a apontar&#8209;te o estilo de vida crist&atilde; e a &ldquo;nova maneira de ser Igreja&rdquo; adequada aos tempos de hoje? Que caminhos pastorais te assinalam os sinais e os dons do Esp&iacute;rito para viveres e testemunhares o Evangelho de Cristo?&nbsp; <\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>4. Leituras de apoio a este itiner&aacute;rio de renova&ccedil;&atilde;o pastoral<\/strong><\/p>\n<p>Para al&eacute;m dos textos base (desde a Sagrada Escritura ao Conc&iacute;lio Vaticano II&hellip;), destacamos: &ndash; <em>Exorta&ccedil;&atilde;o Apost&oacute;lica p&oacute;s-sinodal &laquo;Ecclesia in Europa&raquo;<\/em> de Jo&atilde;o Paulo II, 2003; <em>Carta Apost&oacute;lica &laquo;Novo Millennio Ineunte&raquo;<\/em> de Jo&atilde;o Paulo II, 2001; <em>Papa Bento XVI em Portugal &ndash; Discursos e homilias<\/em>, 2010; <em>Servidores da Alegria<\/em>, Cardeal Walter Kasper, 2009<em>..<\/em>.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><em>Documento aprovado na <\/em><em>Assembleia Plen&aacute;ria da Confer&ecirc;ncia Episcopal Portuguesa<br \/><\/em><em>F&aacute;tima, 14 de Abril de 2010<\/em><\/p>\n<p>\u0000<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>REPENSAR JUNTOS A PASTORAL DA IGREJA EM PORTUGAL Instrumento de trabalho Apresenta&ccedil;&atilde;o A Confer&ecirc;ncia Episcopal Portuguesa decidiu promover um caminho [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[4],"tags":[],"class_list":["post-144","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.7 - 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